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sábado, 22 de junho de 2019

Entrevista Insanitah (Brasil)

O Brasil cada vez mais tem excelentes bandas nos mais variados gêneros do Metal, um grande nome atual é o Insanitah, que faz um death/thrash metal cheio de profissionalismo, peso e qualidade acima da média, confira a entrevista que fizemos com o Paulo.



Saudações Paulo, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2019 para a banda Insanitah e quais são os planos para o futuro?

    Paulo- O prazer é meu, muito obrigado  pela oportunidade de conversar com você e a galera que acompanha seu blog.
    2019 está sendo um ano de reciclagem para nós. No ano passado trocamos duas vezes de baterista, então os planos todos sofreram um atraso, o EP ao vivo, que gravamos em abril de 2018 acabou não sendo lançado por conta da primeira baixa, mudamos o plano para um EP de estúdio quando o outro baterista entrou, mas devido ao segundo desligamento  acabou não acontecendo embora tenhamos material para um full lenght. Essas trocas de integrantes mesmo sendo necessárias em algumas circunstâncias, como foram no nosso caso, atrasam demais os processos de produção de material, e no caso do Insanitah, por ter um estilo bem definido, com influências tão especificas é muito difícil encontrar músicos que “encaixem”. Estamos hoje, trabalhando essas músicas novas com o baterista atual Osmar Oga Jr., e planejando o lançamento de um EP até o fim do ano para em 2020 lançar o Full Lenght.

Quais são suas principais influências musicais?

   Paulo- Minhas influências pessoais são bem abrangentes, mas basicamente vão do Thrash ao Death. Kreator, Slayer, Sodom, Destruction, Nuclear Assault indo ao death mais tradicional, como Obituary,  Bolt Thrower, Entombed, Carcass e além, como o óbvio Death, Cynic, Atheist , Pestilence e Sadus, só pra citar as que eu acho que aparecem mais na nossa música. Gosto de outras coisas que não são evidentes para quem ouve, mas para mim, sim. Influências são importantes na formação da identidade de qualquer banda.                      


Como tem sido a recepção de “The Mechanism of Forgotten Ages” mundo afora?

  Paulo- “The Mechanism...” foi lançado a 3 anos, maio de 2016, e acho que foi bem proveitoso para nós, meio que nos trouxe de volta à cena e abriu muitas possibilidades, como conhecer bandas, pessoas e casas onde acabamos tocando eventualmente, fizemos entrevistas bem legais como esta aqui, e isso nos possibilitou mostrar nosso trabalho para bastante gente. Foi bem aceito e acho que o saldo dele é positivo, ouvimos e lemos críticas que na maioria absoluta foram boas , então acho que a missão do EP nesse sentido foi cumprida. Mostrou a intenção musical que temos desde o principio e foi compreendido assim.




Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

    Paulo- Peguei bandas de metal que não tinha dado a devida atenção até então,  como o Gorod, Obscura, banda que o Fernando Palmieri (baixista/vocal) gosta muito mas eu ainda não tinha ouvido com calma, Psycroptic, entre outras, além de coisas que têm pouco a ver com o estilo como Tom Waits, que é algo constante para mim a bastante tempo. Tenho procurado ouvir bandas do Underground brasileiro, e estamos de fato passando por um momento muito produtivo, bandas muito competentes fazendo trabalhos poderosíssimos, com uma qualidade que não deve nada para as bandas gringas.

Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

   Paulo- Temos letras minhas e do Fernando nas nossas músicas, ele escreve letras mais incisivas, algumas baseadas em críticas sociais, contra qualquer tipo de opressão. O gatilho para despertar uma ideia é um livro, um filme, uma música, enfim, isso é muito variado.  Comigo acontece igual, os gatilhos são os mesmos, livros, filmes, etc, também gosto de abordar contra opressões em geral, mas coloco isso de maneira diferente, usando muito mais paralelos para possibilitar dupla, às vezes tripla interpretação. Então nada do que está sendo dito, pode ser lido ao pé da letra. Gosto de ocultismo, e acho que aparece um pouco , mas não na superfície. E a ideia é exatamente essa.

Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apóiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

   Paulo- Muito obrigado, Isaias, pela oportunidade de conversar com você e seus leitores, poder estar em contato com quem acompanha o desenvolvimento do Underground como vocês é sem dúvida um dos maiores benefícios de fazer o que fazemos. Apoiem as bandas, divulguem os trabalhos independentes e reúnam-se, só assim garantiremos o espaço tão importante para todos nós. Um grande abraço a todos os nossos amigos, às bandas com quem tivemos o prazer de dividir o palco, à cada um que como o Blog Questões e Argumentos dá espaço para quem faz música cheia de honestidade e faz as engrenagens continuarem rodando. Tem muita coisa boa e de qualidade acontecendo,e cada  um que se envolve,divulgando, comparecendo a eventos,  comprando material , como quer que seja,  é importante. O Underground não é feito só de bandas.
    Um abraço a todos,  nos vemos nos palcos!








quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Dakhma (English Interview)

Check out the interview we made with this great, obscure Swiss horde, called Dakhma.




Greetings, thank you for giving this interview to our blog “Questões e Argumentos”, it’s an honor for us make this interview, how has been for you the year 2017? And what are your plans for the future?

Dakhma: 2017 was a busy year for Dakhma, even though we didn’t have any releases come out per se, we were working diligently and in isolation to complete the work for our forthcoming full-length album, “Hamkar Atonement”. In fact, this is how we prefer to operate, as outside influence is mostly a petty distraction that blinds the eyes from what is truly important.

Regarding the future, as mentioned we have completed “Hamkar Atonement”, it’s currently being mastered. The artwork is coming along exactly as it needs to, and will serve as the perfect accompaniment to the music contained on the album. This month of January, however, we have a split cassette coming out through Hammer of Damnation Records with Brazil’s Hammergoat. Our side of the split contains a small preview of the full-length album, an alternative recording to the final track “…Of Great Prophets” that will be exclusive to the split cassette and will not be made available in any other formats.

With that said, we are already in the process of molding new compositions into form…


What are your main musical influences?

Dakhma: I frankly don’t think musical influences are particularly important or interesting, as those are always quite obvious to the listener, particularly in more extreme metal music. So if you don’t mind, I’ll instead briefly talk about the underlying concepts of “Hamkar Atonement”, which are, in my mind, far more conducive to understanding the origins of the music contained therein. On “Hamkar Atonement”, we explore several themes of (what is now basically extinct) Zurvanite Zoroastrianism, in particular creation mythology as well as the demise of Ohrmazd at the hands of his (only in Zurvanite Zoroastrianism) equal twin brother, Angra Mainyu, and various mighty druj. Although these concepts have all but died out in modern day Zoroastrianism, they were pivotal in serving as the inspiration for “Hamkar Atonement”.






How has been the reception of "Astiwihad-Zohr" around the world?

Dakhma: As “Astiwihad-Zohr” was originally released nearly three years ago, I think I’ve been able to gauge the overall reaction, which has been positive or appreciative. Naturally, the furious music contained on “Astiwihad-Zohr” is not easily digestible, sterile, studio-produced manure, so certain people had difficulty understanding the music. Maybe legitimately so, I don’t really care. We make music primarily for ourselves and to honor and explore the concepts of Zoroastrianism that we choose to explore, or rather, that have chosen us. In any case, having now a second member of the band in H.A.T.T., I believe a new era of strength lies ahead for Dakhma, that will surpass our previous creations in scope and quality.

Which bands you have liked to listen nowadays?

Dakhma: I’m not very fond of advertising for stuff I happen to enjoy myself and I’m sure people are more than capable of finding good music themselves (although the search may be arduous at times due to the staggering amount of shit that is seemingly released every day).


What are the main inspirations for the compositions of the band's lyrics?

Dakhma: Overall, we explore religious and ritual concepts in Zoroastrianism. Whereas previous works have been more general in their approach, and therefore perhaps lacking some focus lyrically, I believe we have been able to provide thorough and significant lyrics for “Hamkar Atonement”, which are indeed more significant to understanding the album than any of the music contained on it.


Thank you for the interview, let your conclusions and a message to those who support the band, let your contacts.

Dakhma: Thank you for your interest and your questions.




sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Entrevista - Sectasys (Venezuela)

Confira a entrevista que fizemos com essa sombria e caótica horda venezuelana chamada Sectasys:




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Sectasys e quais são os planos para o futuro?

Sectasys: Em primeiro lugar, uma saudação para todos os seguidores do seu blog e a você por ajudar a promover a banda nesta entrevista também é uma honra estar no seu blog.
Foi muito bom que nos concentramos na composição de novas musicas para o nosso próximo álbum nas letras e na parte instrumental.


Quais são suas principais influências musicais?

Sectasys: Nossas influências musicais são mais do que todas as grandes bandas Death metal e Black metal como: Behemoth, Belphegor, Dissection, Marduk e Dark Funeral, entre outras, que nos deram essa inspiração para fazer nossa música e trazer nossas hordas o mais negro Black / Death Metal do fim do mundo.





Como tem sido a recepção de "Brotherhood of Chaos" mundo afora?

Sectasys: Muito boa, para os fãs terem gostado de nossa música, tenham comprado nosso álbum e estão aguardando o próximo, tivemos uma recepção excelente em alguns países da Europa e esperamos tocar em breve neles.


Como tem sido a parceria com o selo "Satanath Records"?

Sectasys: Excelente. O selo tem sido um grande impulso para a banda, nos fez sermos conhecidos na Europa e temos uma boa aceitação graças aos seus esforços, além de reconhecer que o seu trabalho é sério e que abriu as portas para a nossa música transcender as fronteiras e alcançar todos os nossos seguidores.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Sectasys: Nós gostamos das novas obras do Behemoth, Belphegor, Dark Funeral, também de bandas de death metal como Krisiun, Amon Amarth e Carcass entre outras e nós as usamos como influência.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Sectasys: Nossas inspirações são baseadas no anticristianismo, na mitologia, no ocultismo, no satanismo e na literatura sombria.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Sectasys: Obrigado a você pela entrevista e uma saudação a todos os seguidores da banda e lembre-se que pode nos seguir através de nossas redes sociais: Facebook, Twitter, Youtube e nosso e-mail Sectasysband@Gmail.com.










sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Entrevista - Into Coffin (Alemanha)

Das profundezas das terras germânicas vem a banda Into Coffin, com sua sonoridade extremamente obscura, é uma experiência cósmica, espiritual, algo além do espaço/tempo, confira a entrevista que fizemos com a banda.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Into Coffin e quais são os planos para o futuro?

Into Coffin: Hails, foi um bom ano para nós. Nós tocamos alguns shows legais, nosso álbum "Into a Pyramid of Doom" saiu no formato DLP pela Terror From Hell Records. Mas o ano ainda não acabou, então há mais por vir.
Em 4 de dezembro de 2017, nosso novo EP "The Majestic Supremacy of Cosmic Chaos" será lançado como sempre pela Terror From Hell Records.


Quais são suas principais influências musicais?

Into Coffin: Nossas principais influências são com certeza as bandas underground de Death / Black / Doom Metal da velha escola.





Como tem sido a recepção de "Into a Pyramid of Doom" mundo afora?

Into Coffin: Oh, boa pergunta, o que você diz sobre isso? eheh.
Todos os comentários que recebemos são muito positivos e estamos muito felizes com isso.


Como foi a parceria com o selo "Caligari Records"?

Into Coffin: Com a Caligari temos boas lembranças. Eles fizeram um excelente trabalho de promoção e distribuição para nós, por isso estamos ainda agradecidos pela boa colaboração.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Into Coffin: Cada membro do Into Coffin escuta músicas diferentes, mas com certeza todos nós estamos ouvindo bandas como Incantation, Dead Congregation, Cruciamentum, Archgoat e Fuoco Fatuo.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Into Coffin: As principais inspirações? Com certeza tudo sobre o cosmos, ocultismo, história e, claro, H.P.Lovecraft!


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Into Coffin: Nosso prazer! Gostaríamos de convidar todos os Guerreiros Cósmicos para apoiar e ouvir o nosso novo ep quando lançado (algum preview será publicado nas próximas semanas) e a nos seguir no Facebook.
COSMIC DOOM TO DEATH!












segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Entrevista - Solitary Death (Brasil)

Solitary Death, projeto brasileiro criado por Harrison Cadáver, figura conhecida no necro underground nacional pelas hordas Impetuoso Desdém e Ocultismo Eterno, apresenta nesse projeto uma sonoridade mágica, obscura, e com atmosfera única, confira a entrevista que fizemos com a Solitary Death.




Saudações Harrison, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2016 para o Solitary Death e quais são os planos para o futuro?

Harrison: Saudações meu caro. Primeiramente, agradeço pela oportunidade de participar de teu zine, é uma grande satisfação.
Tenho algo pré-gravado e alguns arranjos, espero poder terminar o mais breve possível e conseguir lançar esse material, estou um pouco atarefado pois tenho também minhas outra 2 hordas (IMPETUOSO DESDÉM , OCULTISMO ETERNO) que sempre estamos compondo criando arranjos etc e gravando, mas quando eu conseguir um espaço vou trabalhar pra finalizar.



Quais são suas principais influências musicais?

Harrison: Minhas influências são em demasias diversas dentre o metal tradicional /extremo, musicalmente tenho grandes músicos dos quais sou adimirador , mas nunca quis fazer o que eles fizeram, até porque não gosto de cópias como muitos fazem ultimamente no cenário metal mundial, minha música é algo que tenho que tirar de mim mesmo , prefiro muito o feeling(sentimento) do que a técnica exagerada sem nenhuma essência, .





Onde é possível adquirir o material de merchandising da banda? Cd’s, camisetas,etc?

Harrison: Bom, eu lancei no Brasil o EP em formato Tape e cd-pro, mas já se esgotou á algum tempo, eu preferia ter lançado mais cópias aqui no Brasil, mas infelizmente muitos selos preferem bancar as bandas de fora do que suas compatriotas, então eu recebi algumas propostas de fora e o material saiu tbm em k7 e cd-pro, na Alemanha, Canadá, Ucrânia e Rússia, hoje só é possível com os selos de fora do país, se houver cópias .


Como tem sido a recepção do EP “Solitary Death” mundo afora?

Harrison: Tem sido muito boa, foi algo bem melhor do que eu esperava, sinto por não ter conseguido espalhar os materiais pela nossa Terra , mas espero futuramente conseguir fazer com que a minha música enegrecida se espalhe pelo Brasil.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Harrison: Eu nunca fui de buscar inspiração em outros músicos ou etc, tento fazer naturalmente sem regras ou burocracia criativa.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Harrison: Tenho escutado muito Irkallian Oracle, Dead Congration, Necros Christos  etc.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apóiam o Solitary Death e leitores do blog, deixe seus contatos.

Harrison: Novamente obrigado pelo espaço, e estarei sempre na batalha pelo nosso underground, e espero em breve estar mostrando a todos um novo artefato.










sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Entrevista - Munkill (Argentina)

Munkill é na minha opinião uma das melhores bandas argentinas da atualidade, metal extremo direto, brutal e sem frescura com muita fúria e agressividade no som, confira a entrevista que fizemos com a banda.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Munkill e quais são os planos para o futuro?

Munkill: Saudações!! Antes de tudo, quero agradecer-lhe esta entrevista e o interesse em nós.
Este ano de 2017, ficamos longe das apresentações ao vivo, estamos dedicados exclusivamente à composição do novo álbum. O resultado foi ótimo porque, afinal, criamos dois álbuns; nós escolhemos apenas metade das músicas para polir um pouco mais antes de gravá-las no estúdio.
Nosso objetivo é registrar um bom material para fazer uma turnê na Europa e na América Latina, razão pela qual estamos atrasando a gravação; Queremos que seja um material de excelente nível.


Quais são suas principais influências musicais?

Munkill: Nossas principais influências são de grandes expoentes como: Morbid Angel, Kreator, Deicide, Slayer, Sepultura, Asesino.





Como tem sido a recepção de "Suicide or Homicide" mundo afora?

Munkill: Bom o suficiente, eles nos criticaram um pouco a qualidade do som, mas removendo esse detalhe, ficamos parabenizados e realmente tiveram excelentes comentários. Estamos muito felizes e gratos por isso. Nosso único objetivo no início dos ensaios foi fazer com que nossa música fosse conhecida pelo mundo e se acrescentarmos a nossa música que eles gostam, é realmente gratificante. Mesmo assim, não queremos fraudar ninguém com o novo material; estamos colocando toda a energia na composição de um material brutal.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Munkill: Ultimamente eu tenho ouvido bandas como: Cryptopsy, Belphegor, Rings Of Saturn, Septic Flesh, Vader, Krimh, Conquering Dystophia.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Munkill: As letras da banda são todas sobre misantropia. Nossa visão sobre como o ser humano perde o que ele herda da natureza.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Munkill: Estamos plenamente conscientes de quão importante são esses tipos de entrevistas para as bandas underground serem conhecidas em todo o mundo.
Oferecemos nosso apoio ao "Questões e Argumentos" e contamos aos leitores que ouvirem sobre nós em breve.
Obrigado pelo seu interesse em conhecer e apoiar bandas novas.
Você pode entrar em contato conosco pelas seguintes maneiras:


www.facebook.com/MUNKILLbrc

agusdemogorgon@gmail.com











quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Entrevista - Thorybos (Alemanha)

Uma mais negras hordas alemãs da atualidade, com fortíssimas influências de Blasphemy, Beherit, Profanatica, Sarcófago, Mystifier, e com letras inspiradas na antiguidade, no paganismo, na história espiritual da humanidade, confira a entrevista que fizemos com a horda Thorybos.



Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevistá-lo, como está sendo o ano de 2017 para a horda Thorybos e quais são os planos para o futuro?

Thorybos: Thorybos está em hiato desde o final de 2016, então - para ser sincero - em 2017, na verdade, nada está acontecendo com a banda. O motivo, no entanto, é o meu tipo de miséria de mais de 12 meses de vida nômade, explorando intensamente os antigos relictos do Mediterrâneo, do Cáucaso, da Ásia Ocidental, do Oriente Médio e da África do Norte. É uma jornada altamente inspiradora, e todos nós não somos tão secretamente apaixonados pelas mórbidas catacumbas de Palermo e Roma, ossuários e criptas em Wamba ou Cartagena, pisando em cadáveres de animais através de ruínas norte-africanas, os templos periptérios isolados do pagão Hellas e além, necropoles etruscqs, a monumentalidade da Pérsia aquemênida, sinistros mosteiros proto-cristãos em solidão caucásica e assim por diante ... Portanto, um ano de grande importância. Sabedoria e conhecimento, história e identidade, força e espírito são a base para tudo. Assim, Thorybos retornará mais forte do que nunca, convocando para materializar nosso segundo álbum "Saliva and Black Venom", que pode ser lançado em algum lugar entre 2018 e 2026.


Quais são as suas principais influências musicais?

Thorybos: Blasphemy, Black Witchery, Beherit, Blasphemy, Archgoat, e..humm… Blasphemy.





Como tem sido a recepção de "Monuments of Doom Revelead" mundo afora?

Thorybos: Tem sido excelente.


Como tem sido a parceria com o selo "World Terror Commitee"?

Thorybos: Impecável em todos os aspectos imagináveis. Nos sentimos extremamente honrados em fazer parte do que é um dos mais respeitados, dedicados e dignos selos underground ao redor do mundo.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Thorybos: As estrelas infantis incrivelmente irritantes de Turkpop, Muzak-Techno e pedo-armênias, como Nanul ou Lilit Hovhannisyan, de rádios mashrutky e de táxi. Quando sou capaz de escolher entretanto, fique fã de Deutsch Nepal, TMLHBAC e outros gostos ultimamente. Quanto ao Metal Underground, e acho que você está visando bandas mais recentes, há exegetas impressionantes e sinistros do culto ao redor. Temple Desecration, Bestial Raids, Embrace of Thorns, Impure Worship, Impetuous Ritual ... apenas para citar algumas.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Thorybos: A maioria das letras da banda se inspiraram nessas fontes inesgotáveis ​​que são a história antiga, a mitologia, seus lugares, práticas de culto místico e experimentando uma conexão sombria com o passado. Ruínas - o equilíbrio degenerado da escultura, alma ascendente, a gravidade decrescente e a matéria passivamente resistente; A vingança natural da tragédia cósmica, quando as estruturas, violadas pela visibilidade da idéia, retornam aos princípios autônomos de seus poderes por uma hostilidade primordial e penetrante no mundo, tornando-se um produto natural novamente, de uma unidade distinta e estética significativa, Além da praticidade humana. Discriminação como base de toda cultura. Profunda admiração mórbida - MORTE e consciência da morte, o memento mori, como o ímpeto mais importante da vida e todas as ações culturais. Dionisia inauguração e exaltação, levando a um estado de êxtase que permite aproximar-se da sua entidade divina escondida. Estes formam a atmosfera perfeita, o cenário perfeito para o mundo de Thorybos: o mêlée, uma transição barulhenta, um barulho de barulho e opressivo, uma violação subversiva da ordem pública sem controle em desordem, perturbação provocando pânico, dor e terror, Intimamente relacionado à consternação, agitação, desprezo e as sete categorias de fobos. Pura e poderosa, forte e honesta ligação com a fumaça insubstancial da grande escuridão, pré-cristã e desprovida de qualquer infiltração com fracas religiões monoteístas salvadoras, proporcionando uma substância mais profunda, um melhor acesso a reflexões mais puras da chama Promethiana que Nós compartilhamos para abraçar a escuridão como mais do que a ausência de luz - a personificação em que a ideia do Thorybos encarna, uma interpretação da entidade extra individual de que os membros da banda são apenas adoradores em serviços de sacrifício.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas conclusões finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Thorybos: Nos ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos.













sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Entrevista - Die Human Race (Brasil)

Horda extremamente respeitada dentro do underground extremo nacional, sonoridade caótica, insana, pesada e impiedosa, confira a entrevista que fizemos com a horda Die Human Race.



Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-los, vocês são de Cuiabá-MT, quais bandas da sua região vocês recomendam e apoiam?

Wandestroyer: Posso citar o Gorempire e Necrosodommy.

Vocês estão em atividade desde 1998, como vocês vêm esses quase 20 anos de estrada da banda?

Wandestroyer: Com muitos altos e baixos porem de 2008 depois que saiu o “Slaugthernight – LIVE”, a banda tomou o rumo de vez pro War Metal dando inicio a vários lançamentos, com total aniquilação a raça humana...


Quais são as suas principais influências musicais?

Wandestroyer: São varias, porem vou citar a ponta da lança o Lendário SARCÓFAGO.





Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?
Wandestroyer: Friedrich Nietzsche, e muita guerra....


Como tem sido a recepção de “Fire of Darkness War Baphomet” mundo afora?
Wandestroyer: Bom mundo a fora ainda não, comecei a divulgação no momento somente no Brasil, mais a galera tem recebido bem, com comentários tipo “esse play esta o caos”...


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?
Wandestroyer: Cara eu to viciado no Crucifier (USA)...


Como tem sido a parceria com o selo “Supremacy of the War”?
Wandestroyer: Ótimo, o cara é nota 10...


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.
Wandestroyer: Eu que agradeço grande G.C. Longinus, desculpas pela imensa demora, sempre grato também aos camaradas do DIE HUMAN RACE.

A/C Wanderley de Oliveira
Caixa Postal: 306
Ag. Central
Cuiabá – MT
78.005-970
BRAZIL
diehumanrace@gmail.com












quarta-feira, 12 de julho de 2017

Entrevista - Versifist (Canada)

Obscura banda canadense, com sua sonoridade apocalíptica e cheia de ódio, confira a entrevista que fizemos com a horda Versifist.



Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-los, como foi o ano de 2016 para a banda Versifist e quais são os planos para o futuro?

Versifist: Agora, o Versifist está escrevendo o nosso primeiro álbum completo. Nosso processo de escrita é muito lento, pois os membros individuais estão ocupados com outras bandas e a vida em geral. Temos cerca de 4 músicas escritas agora, então estamos no meio do caminho.


Quais são suas principais influências musicais?

Versifist: Mercyful Fate, Motorhead, Blasphemy, Von, Bathory, Sadistik Execution, Mayhem.



Como tem sido a recepção "Cipher" mundo afora?

Versifist: Ao redor do mundo? Não tenho certeza. Lemos alguns comentários que foram "positivos". Posso lhe dizer o impacto que teve sobre nós, o que é que a mágica contida nessas músicas e as embalagens e a produção são as melhores que eu já estive presente. Eu acho que é alto contra a maioria do que passa como metal nos dias de hoje. Eu direi que eu tinha uma visão de ser um som mais sujo do que acabou. Mas sentimos que "sujar isso" de propósito seria falso.


Como tem sido a parceria com o selo "Vault of Dried Bones"?

Versifist: Nós conhecemos Peter há anos antes de começar a Vault. Nós tocamos em bandas juntos, etc. Quando se mudou para Toronto e começamos o Versifist, sabíamos que trabalharíamos com o Vault of Dried Bones. Ele é muito dedicado à causa "Total Death" e investe em bandas, gravações e layouts de qualidade. Ele tem grande visão e ouvido para todas as coisas envolvidas e não se conforma com "bom o suficiente". Um verdadeiro guerreiro !!


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Versifist: Eu não escuto coisas novas demais. Os poucos "mais novos" que eu ouço seria Cultes Des Ghoules, Bolzer and MGLA.  A maioria das bandas que eu ouço são clássicos como Mercyful Fate, Grand Belial's Key e Metallica.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Versifist: Tópicos diferentes o tempo todo, o caminho da mão esquerda (e meu respeito por isso), pesadelos / visões, esmagando a oposição mental fraca. Eu não vejo nenhum assunto sendo tabu ou fora dos limites. Dito isto, sempre passamos assuntos "mais obscuros". É sempre um desafio fazê-lo de uma maneira que não foi feita antes, mas nós o conseguimos eventualmente.











terça-feira, 11 de julho de 2017

Entrevista - Extirpation (Espanha)

Bandas que tem propostas musicais totalmente descompromissadas com qualquer porcaria de moda ou tendência são aquelas que tem todo o meu respeito, musica feita para satisfazer o próprio compositor, death/black impiedoso diretamente da Espanha, para aqueles que sentem falta da verdadeira atitude underground do começo dos anos 90, confira a entrevista que fizemos com a horda Extirpation.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como foi o ano de 2016 para a horda Extirpation e quais são os projetos para o futuro?

Skullcrushed: Salve! Obrigado pela entrevista e apoio.
Tudo correu bem, estava ensaiando e gravando novas músicas aqui em Euskal Herria
Eu estou trabalhando em um novo split . Estará pronto em 2017.


Quais são suas principais influências musicais?

Skullcrushed: Old School Brutal death, black metal, grind, noise! 



Como tem sido a recepção de "Jatorri" mundo afora?

Skullcrushed: Jatorri foi limitado a 100 CDs. Estou totalmente satisfeito com o meu trabalho, o trabalho mais brutal que eu acho!


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Skullcrushed: Apenas ouço death metal, brutal death, black ou grind old school. Eu não estou atento as novas bandas. Eu odeio mainstream e posers !!! Estou entediado para ver novas bandas sem qualquer atitude underground.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Skullcrushed: Paganismo basco, ocultismo, anti-cristianismo, anti-islamismo.
Até a erradicação total das religiões invasivas em Euskal Herria.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Skullcrushed: Obrigado, você sabe como você está !!!!
Pessoas interessadas em coisas do Extirpation escrevam por favor para vomitgod6969@gmail.com













quinta-feira, 6 de julho de 2017

Entrevista - Croix Mortis (Peru)

A coletânea Warfare Noise, discos como INRI do Sarcófago e Bloody Vengeance do Vulcano, continuam a influenciar malignas hordas mundo afora, principalmente no nosso continente Sul-Americano, confira a entrevista que fizemos com a horda Croix Mortis.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-los, como foi o ano de 2016 para a banda Croix Mortis e quais são os planos para o futuro?

Mysticon: Também é uma honra para nós, saudações a todos os Warmaniacs brasileiros e sua poderosa cena ... Hoje, estamos trabalhando para lançar nossa segunda demo e nossos planos imediatos são gravar mais hinos de guerra, para Estes anos de silêncio ... Pegue suas almas negras para o holocausto total black metal !!!


Quais são suas principais influências musicais?

Mysticon: As principais influências para nós, é o metal underground mais extremo, principalmente a influência sul-americana dos anos 80, por exemplo: Sarcófago, Sepultura, Mutilador, Vulcano, Holocausto, Reencarnacion, Nekromantie, Parabellum, Hadez, Mortem ... e bandas antigas de todo o mundo : Mayhem, Darkthrone, Mantas, Kat, Fantom, Bestial Summoning, Obscurity, Von, Euronymous, Absu, Imperator, Abhorer, ..... etc.




Como tem sido a recepção de "Ignis" mundo afora?

Mysticon: Este primeiro opus, ainda nos dá boas notícias em todo o mundo, talvez seja uma primeira fita demo pobre, por isso, estamos pensando em lançar uma nova edição mais profissional, depois de vomitar a segunda demo, você terá mais notícias sobre as nossas Produções ... .Ignis Natura Renovatur Integram ... (INRI) estará infectando mais lugares ao redor do fodido mundo !!!


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Mysticon: Na verdade, nós apreciamos muito boas e novas bandas de merda na América do Sul, que apareceram, por exemplo, aqui no Peru, estamos ouvindo: Grave Desecration, Evil Spectrum, Cadaver, Obscure Evil, Morbidus, Sepelio, Necrovomit, Evil Priest ... na América do Sul , Nós temos, Impaler of Pest, Black Communion, Nekromanteion, Masturbacion Cristiana, Aqueronte, Grave Reaper, Carrasco, Necrocifer, Mighty Goat Obscenity, Perlokus, Mausoleum...


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Mysticon: Nós nos inspiramos nos temas de misticismo, ocultismo, bruxaria, satanismo e natureza em geral, também tentamos prevalecer nossa origem ancestral, do legado do inkas e algumas partes de nossas letras mágicas em todos os nossos hinos de guerra.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Mysticon: Hail camarada e 618 obrigados pelo apoio à nossa horda, estamos em guerra, nesta parte do mundo ... ... muito logo mais notícias de Croix Mortis, deixamos uma puta saudação a todos os guerreiros em todas as partes dessa merda de Mundo: culto total ao extremo war black metal underground... ... A guerra acaba de começar !!!

https://soundcloud.com/destruktor-records/croix-mortis-sudaca-warmaniacs










segunda-feira, 26 de junho de 2017

Entrevista - Serpent Throne (Chile)

Blasfêmia, escuridão e morte não param de vir das terras chilenas, mais um infernal representante deste grande país, confira a entrevista que fizemos com a banda Serpent Throne.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-los, como foi o ano de 2016 para a banda Serpent Throne e quais são os planos para o futuro?

Avernus: Hails !!! Agora estamos trabalhando em um novo álbum, com um novo guitarrista (Elio Inostroza Dimter), depois de V. Wraith ter deixado a banda. As novas músicas (cinco agora) têm alguns toques diferentes do que o "Demo I" e "Desecration Infernal". Eu acho que é um pouco mais brutal do que as outras obras, mas ainda parece Serpent Throne, definitivamente. É um trabalho muito interessante, o melhor desde que começamos em 2010, e tenho certeza de que o resultado desse vômito será incrível.


Quais são suas principais influências musicais?

Avernus: Bem, nós gostamos de ouvir muitas coisas ... Por exemplo, eu (Avernus) sou um fã de heavy / speed metal desde que eu tinha doze anos de idade e também estou muito influenciado pelo death, thrash, doom e black Metal dos anos 80 e 90. O resto da banda gosta desse tipo de coisas também; Mas, obviamente, temos gostos diferentes. Respeitamos as escolhas de todos, e quando tocamos e trabalhamos juntos, você pode senti-las, somos ótimos amigos, afinal.




Como tem sido a recepção de "Infernal Desecration" mundo afora?

Avernus: Melhor do que eu imaginava! Hahaha, nosso selo se preocupou com a distribuição internacional e respondemos todas as entrevistas de outros países ... Nós realmente respeitamos o que as pessoas de fanzines sérios fazem, porque você pode mostrar a outros metalheads o que está acontecendo conosco e eles têm a possibilidade de conhecer algumas coisas sobre nós, nosso trabalho, shows e outras coisas. É ótimo ver pessoas do outro lado do mundo pedindo material ou informações sobre o nosso projeto.


Como tem sido a parceria com o selo "Australis Records"?

Avernus: Ótima, Rodrigo Osorio é o responsável pelo selo, e ele tem sido muito diligente conosco, ele cuidou de toda a produção e distribuição do nosso último álbum, e nós realmente apreciamos isso. Estamos agora conversando sobre a nossa nova produção, mas é ainda muito cedo para dizer ... Esperamos terminar algumas músicas antes de falar sobre isso.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Avernus: Ufff, como eu disse, gosto muito do metal dos anos 80 e 90, eu realmente gosto de bandas como Krokus, The Rods, Judas Priest, Mercyful Fate, Running Wild, Bulldozer, Venom e esse tipo de coisa da primeira era do heavy metal, mas também gosto de bandas mais extremas como Morbid Angel (antigo), Morgoth (antigo), Von, Mortuary Drape, Celtic Frost, Mayhem, Dissection e bandas clássicas como essas. Como já disse antes, todos nesta banda têm suas próprias influências, e respeitamos isso.


Quais são as inspirações para as composições das letras da banda?

Avernus: Somos uma banda anti-cristã, dedicamos nossas letras para a morte e as forças da escuridão, cada palavra de nossa letra é considerada por nós como um ato de guerra contra a religião, a política, a acusação coletiva e a prostituição da fé.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Avernus: Foi uma verdadeira honra, esperamos que as pessoas por aí continuem apoiando o movimento underground e curtindo nossas coisas.

See You in Hell!!











sexta-feira, 23 de junho de 2017

Entrevista - Battlestorm (Singapura)

Singapura, terra dos lendários Impiety e Abhorer, segue criando máquinas de destruição bélicas em forma de death/black metal, um grande representante dessa cena gloriosa, marca presença hoje aqui no blog, confira a entrevista que fizemos com a banda Battlestorm.



Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-los, como foi o ano de 2016 para a banda Battlestorm e quais são os planos para o futuro?

Hades: Eu tenho composto algumas músicas para o BATTLESTORM e para a minha banda de black metal NOCTURNIZED. Entrarei em estúdio em breve!


Quais são suas principais influências musicais?

Hades: Sarcofago, Bathory, Impiety, Marduk, Angelcorpse, Archgoat, Sepultura(old), Absu, entre muitas outras!




Como tem sido a recepção de "From Hell" mundo afora?

Hades: Eu realmente não tenho certeza em relação a como o ep foi distribuído e recebido pelas massas. Isso é todo o trabalho das gravadoras. Mas, até agora, recebi excelentes opiniões daqueles que fisicamente possuem o ep e contactaram-me.


Como tem sido a parceria com o selo "Warhemic Productions"?

Hades: Bem, tudo foi excelente. O selo coloca um lançamento profissional para a banda. Não tenho queixas. O proprietário da gravadora o Xakal tem sido muito legal para nós. Eu só espero que o ep se espalhe para as pessoas certas.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Hades: Muitas! Infernal Execrator, Fetid Zombie, Et Verbi Sathanus, Recrucify, Master Of Cruelty, Perdition Temple, Kerasphorous, Voidnaga, E hoje em dia, estou aprendendo a ouvir um pouco de Crust/punk, e explorar ainda mais as influências musicais. Realmente tenho gostado da sonoridade D-beat atualmente.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Hades: Eu escrevo principalmente sobre os eventos reais que aconteceram na história e na era atual, ou quaisquer pensamentos obscuros dentro de mim que eu preciso expressar no momento. Nada me inspira mais do que o verdadeiro mal humano em todo o mundo. Sempre que escrevo sobre Satanás, é tudo em metáforas. Eu não me considero mais um satanista.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Hades: Os maníacos que querem pegar uma cópia do 'From Hell' Ep, do BATTLESTORM, entre em contato com  a Warhemic Prods! E aguarde o "Day of Wrath", quando lançarmos nosso próximo 2º álbum, o que provavelmente seria lançado em 2017! Ouça BATTLESTORM! KILL!