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sábado, 22 de junho de 2019

Entrevista Insanitah (Brasil)

O Brasil cada vez mais tem excelentes bandas nos mais variados gêneros do Metal, um grande nome atual é o Insanitah, que faz um death/thrash metal cheio de profissionalismo, peso e qualidade acima da média, confira a entrevista que fizemos com o Paulo.



Saudações Paulo, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2019 para a banda Insanitah e quais são os planos para o futuro?

    Paulo- O prazer é meu, muito obrigado  pela oportunidade de conversar com você e a galera que acompanha seu blog.
    2019 está sendo um ano de reciclagem para nós. No ano passado trocamos duas vezes de baterista, então os planos todos sofreram um atraso, o EP ao vivo, que gravamos em abril de 2018 acabou não sendo lançado por conta da primeira baixa, mudamos o plano para um EP de estúdio quando o outro baterista entrou, mas devido ao segundo desligamento  acabou não acontecendo embora tenhamos material para um full lenght. Essas trocas de integrantes mesmo sendo necessárias em algumas circunstâncias, como foram no nosso caso, atrasam demais os processos de produção de material, e no caso do Insanitah, por ter um estilo bem definido, com influências tão especificas é muito difícil encontrar músicos que “encaixem”. Estamos hoje, trabalhando essas músicas novas com o baterista atual Osmar Oga Jr., e planejando o lançamento de um EP até o fim do ano para em 2020 lançar o Full Lenght.

Quais são suas principais influências musicais?

   Paulo- Minhas influências pessoais são bem abrangentes, mas basicamente vão do Thrash ao Death. Kreator, Slayer, Sodom, Destruction, Nuclear Assault indo ao death mais tradicional, como Obituary,  Bolt Thrower, Entombed, Carcass e além, como o óbvio Death, Cynic, Atheist , Pestilence e Sadus, só pra citar as que eu acho que aparecem mais na nossa música. Gosto de outras coisas que não são evidentes para quem ouve, mas para mim, sim. Influências são importantes na formação da identidade de qualquer banda.                      


Como tem sido a recepção de “The Mechanism of Forgotten Ages” mundo afora?

  Paulo- “The Mechanism...” foi lançado a 3 anos, maio de 2016, e acho que foi bem proveitoso para nós, meio que nos trouxe de volta à cena e abriu muitas possibilidades, como conhecer bandas, pessoas e casas onde acabamos tocando eventualmente, fizemos entrevistas bem legais como esta aqui, e isso nos possibilitou mostrar nosso trabalho para bastante gente. Foi bem aceito e acho que o saldo dele é positivo, ouvimos e lemos críticas que na maioria absoluta foram boas , então acho que a missão do EP nesse sentido foi cumprida. Mostrou a intenção musical que temos desde o principio e foi compreendido assim.




Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

    Paulo- Peguei bandas de metal que não tinha dado a devida atenção até então,  como o Gorod, Obscura, banda que o Fernando Palmieri (baixista/vocal) gosta muito mas eu ainda não tinha ouvido com calma, Psycroptic, entre outras, além de coisas que têm pouco a ver com o estilo como Tom Waits, que é algo constante para mim a bastante tempo. Tenho procurado ouvir bandas do Underground brasileiro, e estamos de fato passando por um momento muito produtivo, bandas muito competentes fazendo trabalhos poderosíssimos, com uma qualidade que não deve nada para as bandas gringas.

Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

   Paulo- Temos letras minhas e do Fernando nas nossas músicas, ele escreve letras mais incisivas, algumas baseadas em críticas sociais, contra qualquer tipo de opressão. O gatilho para despertar uma ideia é um livro, um filme, uma música, enfim, isso é muito variado.  Comigo acontece igual, os gatilhos são os mesmos, livros, filmes, etc, também gosto de abordar contra opressões em geral, mas coloco isso de maneira diferente, usando muito mais paralelos para possibilitar dupla, às vezes tripla interpretação. Então nada do que está sendo dito, pode ser lido ao pé da letra. Gosto de ocultismo, e acho que aparece um pouco , mas não na superfície. E a ideia é exatamente essa.

Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apóiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

   Paulo- Muito obrigado, Isaias, pela oportunidade de conversar com você e seus leitores, poder estar em contato com quem acompanha o desenvolvimento do Underground como vocês é sem dúvida um dos maiores benefícios de fazer o que fazemos. Apoiem as bandas, divulguem os trabalhos independentes e reúnam-se, só assim garantiremos o espaço tão importante para todos nós. Um grande abraço a todos os nossos amigos, às bandas com quem tivemos o prazer de dividir o palco, à cada um que como o Blog Questões e Argumentos dá espaço para quem faz música cheia de honestidade e faz as engrenagens continuarem rodando. Tem muita coisa boa e de qualidade acontecendo,e cada  um que se envolve,divulgando, comparecendo a eventos,  comprando material , como quer que seja,  é importante. O Underground não é feito só de bandas.
    Um abraço a todos,  nos vemos nos palcos!








sexta-feira, 10 de maio de 2019

Resenha - Hekata - Ruin (2018)



Banda que faz um grande death metal/grindcore, para fãs de Misery Index,Immolation, Brutal Truth, e os trabalhos mais recentes do Napalm Death.
A Produção é moderna,atual, clara,nítida, definida, o peso das guitarras é um fator que chama a atenção do ouvinte assim que o cd começa a rolar, bateria e baixo contribuem para esse terremoto sonoro. vocais são grandes destaques, eu particularmente gosto muito dessas combinações de vocais guturais/rasgados, produção digna dos mais renomados produtores do metal extremo mundial, trabalho impressionante feito pelo produtor Serge Ivanov.



É uma banda com muito potencial para ter seu nome cada vez mais presente no underground mundial, pois esse material é muito sólido e de uma qualidade muito acima da média.

Adquira já a sua cópia desse e de outros grandes materiais do underground mundial, através do site da Satanath Records:

http://www.satanath.com/

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Entrevista - Valgrind (Itália)

Uma das melhores, mais barulhentas, pesadas e insanas bandas italianas de todos os tempos, marcam presença aqui no blog, confira a entrevista que fizemos com o lendário Valgrind.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como foi o ano de 2017 para a banda Valgrind e quais são os planos para o futuro? 

Daniele: Obrigado pela entrevista, é um prazer! Foi um ano importante para a banda, tocamos alguns shows matadores, melhoramos nossas performances ao vivo e fizemos novos amigos em toda a Europa! O plano para 2018 é lançar o novo álbum em que estamos trabalhando e divulgá-lo com datas maciças em todos os lugares. Penso que será um ano emocionante.


Quais são suas principais influências musicais?

Daniele: Death Metal do começo dos anos 90 representa a nossa principal fonte de inspiração desde o primeiro dia, mas nossos ouvidos não se limitam a isso. Nós também gostamos de um clássico Heavy Metal e de Progressive Rock, e acho que nosso som reflete o fato de ter essa influência clássica em nossas veias.





Como tem sido a recepção de "Seal of Phobos" mundo afora? 

Daniele: Foi ótima, mesmo que as produções dividissem um pouco a multidão. Considerando que é apenas um Ep, estamos satisfeitos com os resultados e já vimos apenas avaliações positivas. Foi o passo certo antes do lançamento do novo álbum.


Como foi a parceria com o selo "Everlasting Spew Records"?

Daniele: Até agora foi muito boa. Ambas as partes estão fazendo o seu melhor para fazer os progressos necessários. Não posso esperar para ver o que o futuro nos aguarda.


Quais bandas vocês tem ouvido ultimamente?

Daniele: Só posso falar por mim mesmo, é claro. Apreciei muito o mais recente do Dead Congregation e Cruciamentum. Estou aguardando o novo álbum Necrophobic ansiosamente, ouvi algumas amostras e eles estão bem. Outra banda que me impressionou é Horrendous, adoro o álbum "Anareta"!


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Daniele: Principalmente o mundo antigo. Fatos, lendas, mitologia ... é uma fonte interminável de inspiração. No novo álbum, você vai ouvir algum material de ficção científica, escrevi uma pequena novela que compõe uma trilogia baseada em diários estranhos escritos pelo almirante Byrd. Fique atento para descobrir o que eu estou falando sobre ehehe.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Daniele: Muito obrigado! Confira a nossa página do Facebook em www.facebook.com/valgrind e os links da bancamp em www.valgrindband.bandcamp.com e www.everlastingspewrecords.bandcamp.com









sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Entrevista - VHS (Canadá)

Desde o fim dos anos 80 e começo dos anos 90, a temática de filmes de terror combinam muito com o Death Metal, com o Grindcore, bandas como Impetigo, Necrophagia e Mortician, fizeram álbuns lendários seguindo essa receita, confira a entrevista que fizemos com essa excelente banda canadense chamada VHS.



Entrevista: Realizada em 2017.

Saudações Mike, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como foi o ano de 2016 para a banda e quais são os planos para o futuro?

Mike: Ei! Obrigado por nos contactar! 2016 foi um ótimo ano para o VHS. Nós lançamos o nosso album, Screaming Mad Gore, lançamos uma tonelada de merch, muitas excelentes críticas do álbum e, em geral, foi apenas um ano muito produtivo para o VHS. Os planos imediatos para o futuro é terminar o nosso segundo album que será chamado The New Batch e será lançado pelo Rotten Roll Rex em CD algum dia neste verão. Já estivemos em negociações para alguns splits, mas nada que seja sólido neste momento.


Quais são suas principais influências musicais?

Mike: Como um todo, todos nós escutamos muita música diferente, mas as principais influências que fazem do VHS o que é, seriam: Impetigo, Mortician, Exhumed e bandas como DRI, Cryptic Slaughter etc. Necrophagia também é uma grande influência. O VHS basicamente assume a influência de todas as bandas que amei como adolescente, basicamente muito death metal, grindcore e punk.





Como tem sido a recepção de "Screaming Mad Gore" mundo afora?

Mike: A recepção foi incrível. Muitas ótimas críticas e muitas pessoas ao redor do mundo estão realmente curtindo o barulho que estamos fazendo. Eu penso especialmente quando você considera que este é o nosso álbum de estréia que realmente atingiu muitos ouvidos ao redor do mundo. Estamos satisfeitos com a recepção, não esperamos nada disso. Estamos apenas tentando nos divertir e escrever alguma música legal e, se as pessoas gostam, é apenas a cereja no topo do bolo. Vou dizer isso, no entanto, se você gostou do primeiro álbum aguarde até ouvir o álbum # 2! Eu acho que estamos gravando algumas músicas assassinas e vai surpreender muita gente!


Como tem sido a parceria com o selo "Horror Pain Gore Death Productions"?

Mike: Trabalhar com Mike e HPGD tem sido incrível. Ele só lidou com a versão digital do nosso EP e do album, mas no futuro gostaríamos de fazer uma versão física com ele. Nós derrubamos algumas ideias para que vejamos o que acontece no futuro. Mas Mike faz um excelente trabalho com HPGD. Ele libera uma tonelada de coisas incríveis e trabalha duro para suas bandas. Ele fez um excelente trabalho ajudando a espalhar o nome do VHS ao redor do underground e tem sido muito solidário.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Mike: Muitas coisas agora são realmente excelentes. Scorched, Brain Spasm, Human Compost, Smut, Cemetery Lust, Graveyard Ghoul, Cropsy Maniac, Sewercide, Elbow Deep, Pink Mass, Coffin Dust, Organ Trail e muitas outras, Há tanta música assassina acontecendo agora mesmo! Além disso, eu escuto muitas coisas antigas. Eu sempre vou ter pelo menos um ou dois álbuns do Blood Freak no meu carro em qualquer momento.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Mike: Nossas letras são sobre filmes de terror ou clichês de horror. Eles são definitivamente um pouco de coisas que nós gostamos e procuramos nos divertir com a letra. A maioria das bandas de metal são muito sérias, mas nós definitivamente gostamos de se divertir e isso também vem nas letras. Isso não quer dizer que não demoro tempo e escrevo letras de que tenho orgulho, só acontecem de filmes de terror "cheesy" para a maior parte das vezes!


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Mike: Muito obrigado pela entrevista, somos muito gratos! Se alguém quiser entrar em contato conosco ou nos seguir, os links estão abaixo! Felicidades!

www.facebook.com/vhsthunderbay
http://vhshorror.bandcamp.com/
Email: thebeyond13@gmail.com








quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Dakhma (English Interview)

Check out the interview we made with this great, obscure Swiss horde, called Dakhma.




Greetings, thank you for giving this interview to our blog “Questões e Argumentos”, it’s an honor for us make this interview, how has been for you the year 2017? And what are your plans for the future?

Dakhma: 2017 was a busy year for Dakhma, even though we didn’t have any releases come out per se, we were working diligently and in isolation to complete the work for our forthcoming full-length album, “Hamkar Atonement”. In fact, this is how we prefer to operate, as outside influence is mostly a petty distraction that blinds the eyes from what is truly important.

Regarding the future, as mentioned we have completed “Hamkar Atonement”, it’s currently being mastered. The artwork is coming along exactly as it needs to, and will serve as the perfect accompaniment to the music contained on the album. This month of January, however, we have a split cassette coming out through Hammer of Damnation Records with Brazil’s Hammergoat. Our side of the split contains a small preview of the full-length album, an alternative recording to the final track “…Of Great Prophets” that will be exclusive to the split cassette and will not be made available in any other formats.

With that said, we are already in the process of molding new compositions into form…


What are your main musical influences?

Dakhma: I frankly don’t think musical influences are particularly important or interesting, as those are always quite obvious to the listener, particularly in more extreme metal music. So if you don’t mind, I’ll instead briefly talk about the underlying concepts of “Hamkar Atonement”, which are, in my mind, far more conducive to understanding the origins of the music contained therein. On “Hamkar Atonement”, we explore several themes of (what is now basically extinct) Zurvanite Zoroastrianism, in particular creation mythology as well as the demise of Ohrmazd at the hands of his (only in Zurvanite Zoroastrianism) equal twin brother, Angra Mainyu, and various mighty druj. Although these concepts have all but died out in modern day Zoroastrianism, they were pivotal in serving as the inspiration for “Hamkar Atonement”.






How has been the reception of "Astiwihad-Zohr" around the world?

Dakhma: As “Astiwihad-Zohr” was originally released nearly three years ago, I think I’ve been able to gauge the overall reaction, which has been positive or appreciative. Naturally, the furious music contained on “Astiwihad-Zohr” is not easily digestible, sterile, studio-produced manure, so certain people had difficulty understanding the music. Maybe legitimately so, I don’t really care. We make music primarily for ourselves and to honor and explore the concepts of Zoroastrianism that we choose to explore, or rather, that have chosen us. In any case, having now a second member of the band in H.A.T.T., I believe a new era of strength lies ahead for Dakhma, that will surpass our previous creations in scope and quality.

Which bands you have liked to listen nowadays?

Dakhma: I’m not very fond of advertising for stuff I happen to enjoy myself and I’m sure people are more than capable of finding good music themselves (although the search may be arduous at times due to the staggering amount of shit that is seemingly released every day).


What are the main inspirations for the compositions of the band's lyrics?

Dakhma: Overall, we explore religious and ritual concepts in Zoroastrianism. Whereas previous works have been more general in their approach, and therefore perhaps lacking some focus lyrically, I believe we have been able to provide thorough and significant lyrics for “Hamkar Atonement”, which are indeed more significant to understanding the album than any of the music contained on it.


Thank you for the interview, let your conclusions and a message to those who support the band, let your contacts.

Dakhma: Thank you for your interest and your questions.




terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Entrevista - Odium Hominum (Brasil)

Confira a entrevista que fizemos com a banda Odium Hominum uma das melhores bandas de death metal brasileiras da atualidade.



Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2016 para a banda Odium Hominum e quais são os planos para o futuro?

Odium Hominum: Temos planos, de compor novas músicas e fazer um novo Álbum no meio deste ano de 2017, mas pode haver contra-tempos, sabe como é, e estamos divulgando o álbum Omnia Mors Aequat em várias mídias como o Spotify, Itunes, Amazon MP3, para nos tornarmos mais conhecidos no meio do Metal Nacional.


Quais são suas principais influências musicais?

Odium Hominum: A princípio o Odium Hominum tinha uma pegada mais Death/Black, agora com a entrada no novo batera se tornou mais voltado para Death Metal, mas temos influência de Morbid Angel, Kataklysm, Behemoth, Bolt Thrower e por aí vai.




Quais bandas vocês tem ouvido ultimamente?

Odium Hominum: A banda como um todo curte praticamente todos os subgêneros de Metal, gostamos de ouvir tanto algo bem musical como Beyond Creation, Dimmu Borgir, Subliritum até algo mais direto e porrada, como Deicide, Belphegor, Destruction, Kreator.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Odium Hominum: As principais, são os conflitos mundiais, e as consequências que isso trás, um pouco de ocultismo e o nosso pode se dizer "Ateismo", somos contra qualquer tipo de religião.


Como tem sido a recepção de “Omnia Mors Aequat” mundo afora?

Odium Hominum: O público tem curtido bastante, falam que está bem gravado e está com ar de banda gringa, isso nos dá bastante orgulho, mostrando que nós brasileiros conseguimos fazer algo de boa qualidade mesmo que com poucos recursos.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apóiam o trabalho da banda e leitores do blog, deixe seus contatos.


Odium Hominum: Nós só temos à agradecer, sem o público que nos curte a banda já teria morrido, o que nos fortalece são os grandes fãs de Metal e pessoas que batalham para que cena nunca morra, o Odium Hominum estará sempre fazendo um som pesado mesmo que tenha um Headbanger lá batendo cabeça, o que a gente curte, Valeu !!!!







quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Entrevista - Dehumanized Deity (Canadá)

Confira a entrevista que fizemos com essa grande entidade extrema canadense chamada Dehumanized Deity.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Dehumanized Deity e quais são os planos para o futuro?

Rhett Anderson: Obrigado por fazer esta entrevista comigo. Agradeço muito todo o apoio que recebo. 2017 foi um bom ano para mim musicalmente. Lançamos Cemetery Souls, meu terceiro álbum e aquele com o qual estou mais orgulhoso. Eu também estou chegando ao final do processo de composição para um próximo quarto album completo. É uma evolução adicional do meu som que eu acho que começou com Cemetery Souls no início deste ano. 


Quais são suas maiores influências musicais?

Rhett Anderson: Minhas maiores influências atualmente estão mais na veia musical progressista e vanguardista. Bandas como Opeth, Mastodon, Enslaved, Agalloch, Triptykon, Baronesa, Wolves in the Throne Room, Inquistion, Gojira. Eles começaram a desempenhar um papel muito maior na formação de minhas idéias. Admiro bandas que tomam uma fórmula antiga e fazem algo novo e único com ela.


Como tem sido a recepção de "Cemetery Souls" mundo afora?

Rhett Anderson: Esta foi a minha versão mais bem sucedida até à data tanto pessoal como comercialmente. Eu vi muito mais pessoas tomando nota e ajudando a compartilhar e promover o álbum em vários sites em todo o mundo. A maior parte da recepção foi positiva e isso sempre é bom. Você nunca vai agradar a todos, mas se algumas pessoas gostam e se conectem com isso, como eu, isso é ótimo!


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Rhett Anderson: Estive ouvindo muito Agalloch recentemente. Eu acho que eles eram uma banda maravilhosamente talentosa e a música que eles escrevem parece se alinhar com meus próprios pensamentos e idéias. Mastodon e Enslaved também encontraram muito tempo no meu CD player também. Eu também gosto de trocar alguns dos meus discos favoritos do Black Dahlia Murder, Dissection, Behemoth, Burzum, Death, Dark Funeral, Aborted, etc.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Rhett Anderson: Quando comecei, escrevi letras sobre os clichês habituais de death metal como assassinato, morte, política e maldade, mas no meu último álbum Cemetery Souls e no novo que estou escrevendo também, escrevi letras muito pessoais. Eu acho a escuridão no meu coração e na minha vida diária pode ser muito mais assustador e real do que qualquer história composta sobre Satanás. A música sempre foi minha maneira de exorcizar meus demônios e agora as letras também funcionam.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Rhett Anderson: Novo álbum em breve, provavelmente, no início de 2018. Espere que seja um pouco diferente do Cemetery Souls. Mais melódico e thrash. Menos black mais death metal. E a desgraça também se aproxima um pouco. Obrigado por todo o apoio e promoção que eu aprecio tanto. Você pode me encontrar no Facebook ou no SoundCloud e pode verificar minha discografia completa para download gratuito em dehumanizeddeity.bandcamp.com












quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Entrevista - Binah (Inglaterra)

Confira a entrevista que fizemos com essa obscura banda de death metal britânica chamada Binah.



Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Binah e quais são os planos para o futuro?

Binah: Obrigado. 2017 foi ruim e bom, e foi muito rápido. Nossos planos para o futuro são principalmente tentar não ficar muito preocupado com a morte.


Quais são suas principais influências musicais?

Binah: Steely Dan, Scorpions, Joe Satriani (somente a época do "Flying in a Blue Dream" ), Allan Holdsworth, Franco Battiato e Profanatica.


Como tem sido a recepção de "Triad of Plagues" mundo afora?

Binah: Muito receptivo, mas ouvimos que outras pragas foram melhores do que as nossas.


Como tem sido a parceria com o selo "Dark Descent Records"?

Binah: Muito boa

Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Binah: Oranssi Pazuzu, The Cars, Blut Aus Nord e The War on Drugs. E Plastique Noir, de Fortaleza - ótimas músicas.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Binah: Principalmente coisas relacionadas à morte e à morte. Nós podemos ser a banda mais chata que você já entrevistou, desculpe!


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas conclusões finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Binah: Todos estamos correndo contra a morte. Não importa quantas conclusões excelentes e intelectuais nós desenhemos durante nossas vidas, sabemos que elas são todas apenas feitas pelo homem, como Deus. Começo a me perguntar onde tudo leva. O que você pode fazer, exceto fazer o que você pode fazer o melhor que você sabe?

(John Hurt).













quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Entrevista - Decrepid (Inglaterra)

Decrepid é uma banda furiosa diretamente do Reino Unido, praticando o death metal da velha escola, confira a entrevista que fizemos com o Cristhyano: 





Saudações Cristhyano, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-lo, como foi o ano de 2016 para a banda Decrepid e quais são os planos para o futuro?

Cristhyano Bassan: 2016 foi muito produtivo para banda, realizamos uma turnê no leste/sul europeu, tocamos um mini festival na Alemanha e alguns shows no Reino Unido. Os planos para o futuro no momento é nos concentrar em finalizar a composição do nosso terceiro álbum que será gravado em meados de 2018.


Quais são suas principais influências musicais?

Cristhyano Bassan: As influencias da banda variam muito, mas nos concentramos no old school death metal(Bolt Thrower, Morbid Angel, Deicide...) como principal influencia do Decrepid. Minhas influencias pessoais são muito extensas, desde o clássico Sabbath, Judas e Iron ate o mais sujo Death e Black Metal.




Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Cristhyano Bassan: São vários temas, mas todos tem um foco principal em torno da morte, generalizando seriam temas de guerra, anti-religião, atrocidades, assassinatos, canibalismo e por ai vai!


Como tem sido a recepção de “Osseous Empire” mundo afora?

Cristhyano Bassan: Eu diria que foi muito positiva, tivemos varias resenhas feitas sobre o álbum e nenhuma delas foi ruim, um site americano chegou dar a nota 10/10 para o álbum, nós da banda ficamos felizes com o resultado também, mas sempre nos empurramos para fazermos melhor, e esse e o foco principal para a composição do novo álbum, nunca deixando a crua agressividade de lado.


Como tem sido a parceria com o selo “Xtreem Music”?

Cristhyano Bassan: Desde que entramos no selo as coisas melhoram para a Banda, a Xtreem tem um rede de divulgação muito forte e isso e uma grande ajuda, na nossa próxima turnê em abril faremos alguns shows com outra banda da Xtreem na Itália e Dave Rotten, dono da Xtreem, tem nos ajudado a conseguir algumas datas, nosso próximo álbum também sairá pela Xtreem.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Cristhyano Bassan: Tenho o costume de ouvir sempre as mesmas bandas que ouço desde adolescente que giram em torno dos clássicos death metal do começo dos anos 90, mas para citar algumas bandas novas que ando escutando elas seriam, Dead Congregation, Grond, Thulcandra, Mgla, Bolzer, Cruciamentum... para destacar somente algumas .


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apóiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Cristhyano Bassan: Quero primeiramente agradecer a oportunidade da entrevista, a honra e toda minha, blogs de metal sempre são um grande apoio as bandas underground e consideramos o seu trabalho muito importante. Uma salva a todos os Deathbangers que nos acompanham mundo afora e apoio sempre as bandas undeground. Hail the true death metal!

Decrepid contato:










sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Entrevista - Sectasys (Venezuela)

Confira a entrevista que fizemos com essa sombria e caótica horda venezuelana chamada Sectasys:




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Sectasys e quais são os planos para o futuro?

Sectasys: Em primeiro lugar, uma saudação para todos os seguidores do seu blog e a você por ajudar a promover a banda nesta entrevista também é uma honra estar no seu blog.
Foi muito bom que nos concentramos na composição de novas musicas para o nosso próximo álbum nas letras e na parte instrumental.


Quais são suas principais influências musicais?

Sectasys: Nossas influências musicais são mais do que todas as grandes bandas Death metal e Black metal como: Behemoth, Belphegor, Dissection, Marduk e Dark Funeral, entre outras, que nos deram essa inspiração para fazer nossa música e trazer nossas hordas o mais negro Black / Death Metal do fim do mundo.





Como tem sido a recepção de "Brotherhood of Chaos" mundo afora?

Sectasys: Muito boa, para os fãs terem gostado de nossa música, tenham comprado nosso álbum e estão aguardando o próximo, tivemos uma recepção excelente em alguns países da Europa e esperamos tocar em breve neles.


Como tem sido a parceria com o selo "Satanath Records"?

Sectasys: Excelente. O selo tem sido um grande impulso para a banda, nos fez sermos conhecidos na Europa e temos uma boa aceitação graças aos seus esforços, além de reconhecer que o seu trabalho é sério e que abriu as portas para a nossa música transcender as fronteiras e alcançar todos os nossos seguidores.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Sectasys: Nós gostamos das novas obras do Behemoth, Belphegor, Dark Funeral, também de bandas de death metal como Krisiun, Amon Amarth e Carcass entre outras e nós as usamos como influência.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Sectasys: Nossas inspirações são baseadas no anticristianismo, na mitologia, no ocultismo, no satanismo e na literatura sombria.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Sectasys: Obrigado a você pela entrevista e uma saudação a todos os seguidores da banda e lembre-se que pode nos seguir através de nossas redes sociais: Facebook, Twitter, Youtube e nosso e-mail Sectasysband@Gmail.com.










sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Entrevista - Spirits Way (Polônia)

Banda Polonesa muito violenta com seu death metal podre, pesado e insano, confira a entrevista que fizemos com a banda Spirits Way.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Spirits Way e quais são os planos para o futuro?

Spirits Way: Este ano foi uma série de mudanças, mas isso é muito bom! Novos membros na banda, shows, novas ideias etc.
Planos para o futuro ? Como sempre ! Fazer muitos shows e lançar um novo álbum!


Quais são suas principais influências musicais?

Spirits Way: Eu toco death metal. Eu sou inspirado por Vital Remains, Churchburn, Infernal War e muitas outras bandas ... Eu amo a música e o jeito de tocar. Eu escuto um monte de estilos musicais ... Blues, Country, Death Metal, Black Metal. É minha religião!





Como foi a recepção de "Devoid of Morality" mundo afora?

Spirits Way: Muito Muito Boa, Isso é tudo! Simples! Eu estou orgulhoso desse álbum!


Como tem sido a parceria com o selo "Godeater Records"?

Spirits Way: hmm Não foi ruim ... mas o próximo álbum que lançaremos por outra gravadora.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Spirits Way: Yes,Talk Talk ,The Winery Dogs,Black Label Society.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Spirits Way: Meu amigo Jakub Tokaj (Deivos) é responsável pelas letras. É a visão dele sobre psique humana, emoções e contra a religião.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Spirits Way: Ave Satan! Greetings from Poland! Polish Death Metal is the best!













sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Entrevista - Into Coffin (Alemanha)

Das profundezas das terras germânicas vem a banda Into Coffin, com sua sonoridade extremamente obscura, é uma experiência cósmica, espiritual, algo além do espaço/tempo, confira a entrevista que fizemos com a banda.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Into Coffin e quais são os planos para o futuro?

Into Coffin: Hails, foi um bom ano para nós. Nós tocamos alguns shows legais, nosso álbum "Into a Pyramid of Doom" saiu no formato DLP pela Terror From Hell Records. Mas o ano ainda não acabou, então há mais por vir.
Em 4 de dezembro de 2017, nosso novo EP "The Majestic Supremacy of Cosmic Chaos" será lançado como sempre pela Terror From Hell Records.


Quais são suas principais influências musicais?

Into Coffin: Nossas principais influências são com certeza as bandas underground de Death / Black / Doom Metal da velha escola.





Como tem sido a recepção de "Into a Pyramid of Doom" mundo afora?

Into Coffin: Oh, boa pergunta, o que você diz sobre isso? eheh.
Todos os comentários que recebemos são muito positivos e estamos muito felizes com isso.


Como foi a parceria com o selo "Caligari Records"?

Into Coffin: Com a Caligari temos boas lembranças. Eles fizeram um excelente trabalho de promoção e distribuição para nós, por isso estamos ainda agradecidos pela boa colaboração.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Into Coffin: Cada membro do Into Coffin escuta músicas diferentes, mas com certeza todos nós estamos ouvindo bandas como Incantation, Dead Congregation, Cruciamentum, Archgoat e Fuoco Fatuo.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Into Coffin: As principais inspirações? Com certeza tudo sobre o cosmos, ocultismo, história e, claro, H.P.Lovecraft!


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Into Coffin: Nosso prazer! Gostaríamos de convidar todos os Guerreiros Cósmicos para apoiar e ouvir o nosso novo ep quando lançado (algum preview será publicado nas próximas semanas) e a nos seguir no Facebook.
COSMIC DOOM TO DEATH!












terça-feira, 24 de outubro de 2017

Entrevista - Demonic Obedience (Grécia)

A sonoridade dessa banda vem das profundezas, da escuridão da noite, Death metal com muita personalidade, confira a entrevista que fizemos com a banda Demonic Obedience.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Demonic Obedience e quais são os planos para o futuro?

Demonic Obedience: Olá pessoal. A honra e o prazer são todos meus. 2017 foi e ainda é um ano emocionante e curto de ocupado. Dois músicos muito talentosos (Kruxator e Mark) se juntaram à banda e juntos gravamos nosso novo e terceiro álbum, chamado 'Fatalistic Uprisal of Abhorrent Creation'. O álbum agora está no processo de mixagem / masterização e será matador. Estamos trabalhando novamente com os estúdios de Achillman e Achillman e, uma vez que tudo estiver pronto, o lançaremos assim que uma gravadora se interessar. Depois disso, promoveremos o álbum da melhor maneira possível.


Quais são suas principais influências musicais?

Demonic Obedience: Eu acho que minhas influências são bastante óbvias. Eu sou um grande fã de death e black metal old school. Estou fortemente inspirado por bandas como Immolation, Incantation, Dead Congregation e Morbid Angel de death metal e Marduk e Mayhem de black metal. Também adoro o bom heavy metal antigo.





Como tem sido a recepção de "Nocturnal Hymns to the Fallen" mundo afora?

Demonic Obedience: As pessoas parecem ter gostado de "Nocturnal Hymns...". A maioria dos comentários foi de muito bom a fantástico. Claro, também houve alguns maus, mas você não pode agradar a todos. Satanath Records fez um trabalho incrível com a promoção do álbum, que infelizmente não aconteceu com nossa primeira gravadora que lançou o álbum de estréia.


Como tem sido a parceria com o selo "Satanath Records"?

Demonic Obedience: Aleksey é um ótimo cara. Ele foi muito útil e nunca causou nenhum problema para nós. Tudo foi muito suave. Como já disse, ele promoveu o álbum muito e ele conseguiu reservar algumas entrevistas para mim. Espero que possamos trabalhar com ele e a Satanath no futuro próximo novamente.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Demonic Obedience: Hum, vamos ver. Exceto as bandas que eu estou ouvindo a tantos anos agora, adorei o "For the Fallen" do Memoriam, o novo álbum do Akercocke e, claro, os novos álbuns do Immolation e Incantation. Todos eles estão na minha playlist diária. Eu também gostei recentemente do álbum de estréia do War Possession e do EP of Promethean Reign.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Demonic Obedience: Essa é difícil. Eu nunca sou responsável pelas letras. Estou sempre focado na música. Em geral, nossas letras são obscuras. O novo álbum, por exemplo, o conceito é a história de uma presença obscura que vem à vida a partir de um encantamento e vem trazer destruição ao mundo.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Demonic Obedience: Obrigado, caras, por seu interesse no Demonic Obedience. Espero que você curta o nosso novo álbum e não se esqueça de apoiar a cena metálica underground. Você pode entrar em contato conosco em nossa página oficial no Facebook. Mantenha o Espirito do Death Metal Vivo!







segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Entrevista - Putrid Offal (França)

Uma das melhores bandas francesas de todos os tempos retornou recentemente para explodir os seus ouvidos, confira a entrevista que fizemos com a banda Putrid Offal.





Obs: Entrevista realizada em 2016.

Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-los, como foi o ano de 2016 para a banda Putrid Offal e quais são os planos para o futuro?

Fred: Foi um ano muito bom. Tocamos em vários festivais europeus, como Underground Remains (Alemanha), Stonehenge (Holanda), Brutalmeria (Espanha) e muitas datas na França. Também trabalhamos no nosso próximo álbum que será gravado logo após a nossa turnê européia com o Mercyless (França) em novembro. Ano muito ocupado, mas adoramos isso !!!
Nosso novo álbum, a Sickness Obsession, estará disponível no início de 2017. Estamos trabalhando nisso e também prepararemos muitos shows para 2017. Por falar nisso, vamos tocar pela primeira vez nos EUA (Las Vegas, Chicago).


Quais são suas principais influências musicais?

Fred: As principais são o primeiro período da Carcass (três primeiros álbuns). Também fomos influenciados pelo início do Napalm Death, Terrorizer principalmente.





Como tem sido a recepção "Mature Necropsy" mundo afora?

Fred: Muito muito boa ! O disco foi censurado duas vezes !!! Então, é uma coisa boa. A resposta foi muito boa na Europa, mas também no Japão e no Canadá.


Como tem sido a parceria com o selo "Kaotoxin Records"?

Fred: Nico, o dono do selo, é um fã absoluto do Putrid Offal. Quando decidimos voltar para a cena underground em 2013, ele foi o primeiro a nos oferecer um excelente contrato de gravação. Então, trabalhamos com ele e não nos arrependemos dessa decisão.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Fred: Depende. Nós amamos as bandas com as quais crescemos (Carcass, Napalm Death, Grave, Entombed, Haemorrhage, General Surgery, Benighted ....), mas também novas como Firespawn, Deserted Fear, Ad Patres, Memoriam ... Elas são tão numerosas.


Quais as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Fred: Na década de 1990, eram coisas gore basicamente. Hoje em dia, é inspirado na história médica, como a medicina medieval, a primeira cirurgia e coisas assim.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Fred: Obrigado pelo seu apoio e interesse. Continue apoiando a cena underground onde quer que seja. Vá aos shows e tenha um boa diversão. Ouça o Mature Necropsy e deixe sua cabeça ser quebrada por um rolo compressor! Stay Putrid.

https://www.facebook.com/putridoffal/









sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Entrevista - Munkill (Argentina)

Munkill é na minha opinião uma das melhores bandas argentinas da atualidade, metal extremo direto, brutal e sem frescura com muita fúria e agressividade no som, confira a entrevista que fizemos com a banda.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Munkill e quais são os planos para o futuro?

Munkill: Saudações!! Antes de tudo, quero agradecer-lhe esta entrevista e o interesse em nós.
Este ano de 2017, ficamos longe das apresentações ao vivo, estamos dedicados exclusivamente à composição do novo álbum. O resultado foi ótimo porque, afinal, criamos dois álbuns; nós escolhemos apenas metade das músicas para polir um pouco mais antes de gravá-las no estúdio.
Nosso objetivo é registrar um bom material para fazer uma turnê na Europa e na América Latina, razão pela qual estamos atrasando a gravação; Queremos que seja um material de excelente nível.


Quais são suas principais influências musicais?

Munkill: Nossas principais influências são de grandes expoentes como: Morbid Angel, Kreator, Deicide, Slayer, Sepultura, Asesino.





Como tem sido a recepção de "Suicide or Homicide" mundo afora?

Munkill: Bom o suficiente, eles nos criticaram um pouco a qualidade do som, mas removendo esse detalhe, ficamos parabenizados e realmente tiveram excelentes comentários. Estamos muito felizes e gratos por isso. Nosso único objetivo no início dos ensaios foi fazer com que nossa música fosse conhecida pelo mundo e se acrescentarmos a nossa música que eles gostam, é realmente gratificante. Mesmo assim, não queremos fraudar ninguém com o novo material; estamos colocando toda a energia na composição de um material brutal.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Munkill: Ultimamente eu tenho ouvido bandas como: Cryptopsy, Belphegor, Rings Of Saturn, Septic Flesh, Vader, Krimh, Conquering Dystophia.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Munkill: As letras da banda são todas sobre misantropia. Nossa visão sobre como o ser humano perde o que ele herda da natureza.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Munkill: Estamos plenamente conscientes de quão importante são esses tipos de entrevistas para as bandas underground serem conhecidas em todo o mundo.
Oferecemos nosso apoio ao "Questões e Argumentos" e contamos aos leitores que ouvirem sobre nós em breve.
Obrigado pelo seu interesse em conhecer e apoiar bandas novas.
Você pode entrar em contato conosco pelas seguintes maneiras:


www.facebook.com/MUNKILLbrc

agusdemogorgon@gmail.com