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sábado, 27 de setembro de 2014

WORST

Confiram a entrevista que fizemos com a banda Worst, que faz um Hardcore moderno e pesadíssimo, monstruoso mesmo, impressionante a produção do som dos caras, para fãs de Hatebreed e semelhantes, confiram a entrevista que fizemos com o Ricardo.




Saudações Ricardo, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2014 para a banda Worst e quais os planos para o futuro?
Ricardo: Fala galera do Blog!!! O ano de 2014 foi muito produtivo, apesar de conturbado no começo devido a saída do Douglas, lançamos o CD “Cada vez pior” e com ele pintaram muitos shows, estamos com a agenda lotada até o final do ano, sobrando poucas datas; todos os shows tem lotado e a galera está respondendo bem a proposta da banda, sem refresco no Moshpit. Pro futuro, gravar o disco novo, gravar outro fullset, novos clipes e muitos shows, porque é o que a gente gosta de fazer.


Onde é possível adquirir material de merchandise da banda? Cd’s, camisetas, etc..?
Ricardo: Tem tudo no site: http://www.worsthcsp.com
E nos shows também a gente leva o Merch é só colar!!!


Quais os próximos shows da banda? Deixe as datas para nossos leitores.

11/10 – Rio Branco – Acre
18/10 – Franco da Rocha – SP
26/10 – Sesc Belenzinho – SP
31/10 a 09/11 – Norte/Nordeste Tour
21/11 – Santos – SP
22/11 – Curitiba – PR
23/11 – Clube Outs – SP
28/11 – Vila Velha – ES
30/11 – Rio de Janeiro – RJ
06/12 – Zona Leste – SP
21/12 – Festival com várias bandas no Clube Ozzie - SP



Quais as principais inspirações para as composições das letras da banda?
Ricardo: A cabeça insana do Monstrinho, nosso vocal...Kkkkkk ele cuida disso com maestria


Quais bandas nacionais/internacionais você tem ouvido ultimamente?
Ricardo: Ouço muito Hatebreed, Napalm Death, LionHeart, The Acacia Strain, Pantera, Cannibal Corpse, Pain no Respect.Nacionais tenho ouvido muito o Puritan, Mais que Palavras, DPR, Paúra, Bayside kings, Sétimo Round, Confronto, P46, John Wayne, Marca de Honra.


Worst


Quais são suas principais influências musicais?
Ricardo: Comecei a tocar baixo com 14 anos e o responsável por isso foi o Gezzer Butler do Black Sabbath, até hoje acho as linhas de baixo dele fudidas... Depois disso Tom Araya, Rex Brown, são baixistas que mais influenciaram meu jeito de pensar e tocar baixo.


Como tem sido a repercussão de “Cada vez pior” mundo afora?
Ricardo: Recentemente foi lançado nos EUA pela To The Point Records e fora isso estamos saindo em uma coletânea da HCWW, o maior canal na net de Hardcore da Europa, onde o ano passado ficamos com 2 clipes entre os 20 mais acessados pelo canal no mundo todo.
Temos contatos com fãs no mundo inteiro, na Austrália, Japão, América do Sul, Europa e etc, muita gente acessa nossos canais e querem ver o WORST tocando, e a gente quer tocar em todos esses países também!


Quais selos lançam/distribuem o material da banda no Brasil e exterior?
Ricardo: No Brasil pela Against Records
Nos EUA pela To The Point records


Qual a sensação de ver fãs com tatuagens da banda?
Ricardo: Hahahaha...é demais, quer dizer que isso faz parte da vida desses fãs, que para sempre lembrarão do WORST, assim como eu, pois eu também tenho Worst tatuado!!!


Ricardo


Como foi o processo de gravação do videoclipe “Acreditar”, onde ele foi filmado? Quem foi responsável pela produção?
Ricardo: Gravamos com o pessoal da Fuerza Filmes, que estão conosco desde o começo da banda, o clipe foi gravado de madrugada no Viaduto do Chá em São Paulo.



Ricardo, muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para os fãs da banda e leitores do blog, deixe seus contatos.
Ricardo: Porra...Eu é que agradeço a todos pelo apoio e por acreditarem na gente, colem nos shows, comprem as camisetas, vamos crescendo cada vez mais e cada vez pior!!!
Para falar conosco é só acessar em todos os canais por worsthcsp
Valeu galera do “Questões e Argumentos” Parabéns pelo Blog que tá fudido!!!!
É Nóizzz.







quarta-feira, 17 de setembro de 2014

UGANGA

Confiram a entrevista que fizemos com a banda Uganga, som extremamente original com muito grave com a cara do som dos anos 90, vale a pena conferiri o som desses caras, confiram a entrevista que fiz com Manu "Joker" Henriques.


Saudações Manu, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos” é uma honra entrevista-lo. Como está sendo o ano de 2014 para a banda Uganga e quais os planos para o futuro?
Manu “Joker”Henriques: Eu que agradeço a oportunidade de falar sobre o Uganga mano! 2014 tem sido um ano excelente pra banda, estamos lançando nosso novo e melhor álbum (“Opressor”), renovamos nosso contrato com a Sapólio Rádio (selo de Uberaba-MG), porém com distribuição da Hellion e da Voice , estamos lançando um clip novo para a faixa “Casa” e até janeiro lançaremos nosso DVD de 20 anos. De negativo tivemos a pausa do nosso guitarrista Christian para tratar da saúde mas conseguimos manter a banda na ativa com nosso chapa Murcego González (Canábicos) fazendo dupla com o Thiago e mantendo a qualidade nos riffs. Enfim, está sendo um ano de conquistas, aprendizado e fortalecimento.


A banda foi formada em 1993, como você vê esses mais de 20 anos de banda, quais os acontecimentos mais significativos até o momento?
Manu “Joker”: Muita coisa aconteceu cara! Posso citar por exemplo a estabilização da formação atual, que com exceção do Thiago já está junta a mais de 12 anos. Foi só com a vinda desses caras que o Uganga passou a soar como soa hoje, definitivamente mais pesado que nos primeiros dias onde a banda era mais um laboratório para pirar sem limites (risos).Olhando pra trás acho que conseguimos muita coisa, lançamos 4 albuns elogiados por crítica e público, fizemos duas bem documentadas tours na Europa e lançamos nossos cds por lá...Um inclusive gravado na Alemanha com 600 pessoas pirando com a banda! Tocamos ao lado de vários e variados artistas como Ratos de Porão, Krisiun, Tim “Ripper” Owens, André Matos, Cathedral, Racionais MC’s, Dead Fish, Marcelo D2, Vulcano, Mystifier, Macbeth, Dr. Sim, Garage Fuzz o que nos fez dialogar com platéias diferentes sem ter que mudar uma vírgula de nossa música. Só tenho a agradecer por esses 20 anos, mas diria que a nossa melhor fase com certeza está por vir.


Quais as principais inspirações para as composições da banda?
Manu “Joker”: Cara nossas raízes vem do metal e do hardcore, mas ouvimos muita coisa e temos gostos variados entre os integrantes. O que nos inspira é tocar nossa música de forma livre, sem pagar pau pra cena, rótulo, moda, ou seja, lá o que for. Fazemos rock sempre pesado, às vezes rápido, cantado em português. Nossas letras são inspiradas em nossas vivências e nossa casa é o Triângulo Mineiro.


Quais são suas principais influências musicais?
Manu “Joker”: Black Sabbath e Beatles sempre serão minhas bandas preferidas e minhas maiores influências apesar de fazer uma música mais extrema que ambas. Minha base tem muito do thrash/crossover dos anos 80, mas não dou a mímina pra essa onda saudosista que tá rolando. Acho algumas bandas legais outras um lixo, mas no geral é bom o thrash estar forte de novo... Hardcore punk também é parte da minha formação musical assim como algumas bandas dos anos 90 como Pantera, Faith No More, Alice In Chains, Rollins Band, Helmet... E tem as referências mais distantes musicalmente, mas que me influenciam da mesma maneira como o Dub, Rap , Jazz, música clássica entre outros estilos. Ouço até algumas bandas pop como The Police ou Survivor numa boa. Música pra mim ou é boa ou ruim, o estilo não importa.

 Uganga

Como tem sido a parceria com a Metal Soldiers Records?
Manu “Joker”:Excelente! O Fernando é antes de tudo um amigo e fã do Uganga. Ele prensa nosso cd por lá, nos paga a nossa parte e ajuda a banda a se promover na Europa. É um lance simples, mas que vem dando certo. Ele já lançou o “Vol.03: Caos Carma Conceito” e está lançando agora o “Eurocaos – Ao Vivo”. Logo vamos conversar sobre o “Opressor” e ver o que rola.


Como foi pra você participar do medley para “Pegasus Fantasy”, fale um pouco sobre seu interesse pela série “Os cavaleiros do zodíaco” e que outros desenhos/animes você tem assistido atualmente, quais você mais curte?
Manu “Joker”: Vou ser 100% sincero com você mano! Nunca assisti um desenho da série (risos)! O Christian (guitarra) sabe tudo e é muito fã desse desenho, mas como o lance era para vocalistas sobrou pra mim (risos)! Curto quadrinhos, inclusive Mangás tipo Akira, mas o CDZ ainda é uma novidade que preciso conhecer...Lá vem a avalanche de xingamentos (risos)! Sobre a participação achei bem da hora e me senti honrado de estar gritando ao lado de vocalistas tão técnicos e talentosos. Curti muito o cara do Massacration e aquela Japinha!


Pra quando podemos ter em mãos o “Opressor”, onde ele foi gravado, quem foi responsável pela produção? Fale um pouco sobre o processo de gravação do álbum.
Manu “Joker”: O cd foi gravado em Goiânia no Rocklab Estúdio com co-produção da banda e Gustavo Vazquez que já trabalhou com Hellbenders, Krow, DFC, Macaco Bong entre outras bandas. Segundo nosso selo o cd deve estar chegando no final de outubro e o vinil no começo de 2015. O processo de gravação foi bem tranqüilo, creio que tudo tenha levado em torno de um mês.


Qual foi a sua reação em ver CJ Ramone com uma camiseta do Uganga?
Manu “Joker”: Cara eu realmente fiquei muito feliz! O CJ é um ícone, um mestre e fez aquilo na brodagem e na humildade. Serei eternamente grato por isso e por outras prezas que ídolos de bandas como Agnostic Front e Bad Brains já fizeram pro Uganga. Salve os Ramones!


Quais são os próximos shows da banda? Deixe as datas para nossos leitores.
Manu “Joker”: Estamos focados na mixagem e finalização do nosso DVD de 20 anos. Muita coisa pra cuidar, áudio, vídeo, arte... Ainda teve a transição temporária do Morcego pra guitarra solo, isso tudo gerou uma adaptação que felizmente já rolou. Agora estamos voltando com tudo e o próximo show será em novembro no festival Udi Rock Scene em Uberlândia ao lado de outras bandas como Leave Me Out e Galinha Preta. Também temos o lançamento do “Opressor” em Uberaba casa do nosso selo e uma tour no nordeste que logo daremos mais detalhes. O Uganga tá de volta a estrada!

Manu "Joker" 

Como foi ter gravado um cover para “Who are the true” do Vulcano?
Manu “Joker”: Uma honra e uma grande responsabilidade, pois trata-se de uma das bandas mais importantes do metal nacional em todos os tempos. Adoro esse som e acho a letra muito atual. E ter as participações do Ralf Klein (Macbeth – Alemanha) e do Murillo do Genocídio foi a cereja do bolo! 


Quem foi responsável pela capa de “Opressor”?
Manu “Joker”: A capa quem fez foi o Beto Andrade, um artista de BH que tá mandando muito bem e já tinha feito a arte da camiseta da nossa segunda tour na Europa. Eu passei a idéia pra ele que foi fazendo esboços até chegar no que a gente buscava e estamos 100% satisfeitos, ele detonou! O encarte ficou com meu irmão Marco (baterista do Uganga) que também se superou. Ele havia feito toda a arte dos nossos 3 cds anteriores e está cada vez melhor. Foi foda poder contar com os 2 nesse trabalho, ainda mais que o Beto veio por indicação dele.


Fale um pouco sobre a Angel Butcher, existe planos para novos materiais da banda?
Manu “Joker”: Não temos nada certo. A banda iria gravar algo com a nova formação, mas machuquei meu pulso e ficarei um tempo sem poder tocar, então por hora estamos parados já que lá toco batera e canto. Acho que ainda gravaremos algo, mas não sei quando ainda. Nosso trampo mais recente foi o ep “25 Years Bleeding Ears” que saiu em 2010 aqui e na Europa.


Como foi a experiência de ter gravado um dos melhores materiais de death/black metal de todos os tempos, Sarcófago-Rotting, quais recordações você tem dessa época?
Manu “Joker”: Foi uma experiência única, memorável e que irá me acompanhar por toda vida com certeza. Sou muito amigo dos caras até hoje, em especial do Wagner e do Jhasko , e sempre nos encontramos pra tomar umas brejas. Lembro-me que estávamos muito ansiosos para começar a gravar logo e nos comprometemos muito na pré-produção do álbum , que foi feita na minha casa em Araguari. Já faz um bom tempo, mas ainda me espanto com a influência desse trabalho na cena extrema. Só posso me sentir muito orgulhoso por isso!


Como foi pra você a experiência de ter tocado com o tributo ao Sarcófago?
Manu “Joker”: Foi legal, apesar de alguns picaretas que topamos no caminho. O mais foda foi tocar no Chile e ficar amigo do Jeff Becerra (Possessed), esse foi o destaque desse tributo junto ao show do Warfare Noise Festival em BH. De ruim só alguns aproveitadores querendo vender a banda como a volta do Sarcófago, algo que sempre recriminamos e negamos... Mas foda-se, eu me diverti (risos).


Como foi o processo de gravação do vídeo clipe “Guerra” onde ele foi filmado, quem foi responsável pela produção?
Manu “Joker”: O clipe foi filmado na Europa pelo nosso camarada Eddie Shumway (Travesseiro Discos/ Lower East Studio) e as locações foram um centro cultural em Maribor na Eslovênia, o museu da segunda guerra na Cracóvia , um castelo na região de Zawiercie e imagens nas ruas de Poznan todas cidades da Polônia com ligação direta com a segunda guerra. Também filmamos imagens da banda tocando num bar de Budapeste chamado Showbarlang e misturamos isso a cenas de guerras, algumas recentes e outras antigas. Filmar isso foi uma puta correria, a gente chegava num local pra tocar e quando dava tempo gravávamos algo. O Eddie nos acompanhou por toda essa tour e logo sairá um documentário completo desse rolê.




Confira também:


http://questoeseargumentos.blogspot.com.br/2014/09/entrevista-dfc.html
Entrevista DFC

http://questoeseargumentos.blogspot.com.br/2014/10/acao-direta.html
Entrevista Ação Direta

http://questoeseargumentos.blogspot.com.br/2014/10/alto-teor-de-revolta.html
Entrevista Alto Teor de Revolta





http://hotmart.net.br/show.html?a=A2255675I&ap=032e

domingo, 14 de setembro de 2014

DFC

Confiram a entrevista que fizemos com a banda DFC, uma das bandas de Hardcore/Crossover mais insanas que se tem notícia, muito foda o som desses caras. Confiram a entrevista que fiz com o Túlio.


Saudações Tulio, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos” é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2014 para a banda DFC e quais os planos para o futuro?
Tulio: É um prazer poder participar do blog. Está sendo um ótimo ano, pois finalmente lançamos nosso sétimo álbum após um período só lançando EPs e splits desde 2005. O futuro é tocar, viajar e gravar mais discos com mais com canções de amor.

Como está sendo a repercussão de “Seqüências animalescas de bicudas e giratórias” mundo afora?
Tulio: Apesar de fazer pouco tempo que foi lançado o novo disco já está muito bem recebido e. muita gente está escrevendo e elogiando. Essa semana chegou o vinil pra nós que tem uma gravação diferente da gravação do CD. É muito satisfatório saber que o povo está curtindo a barulheira. 

Vocês são de Brasília-DF, como você vê a cena na sua região? Quais bandas destacaria?
Tulio: Os shows undergrounds são organizados quase que heroicamente como em vários outros locais do Brasil. Não temos uma boa infra para shows por aqui e também não temos casas de shows. O público, embora bem comprometido com a cena, nunca é lá muito grande. Costumo dizer que temos mais bandas do que público por aqui. Não deixe de ouvi-las: Low Life, Os Maltrapilhos, ARD, Macakongs 2099, Mais Que Palavras, Deceivers, Terror Revolucionário, Phrenesy, Galinha Preta, More Tools, Podreira, NW77, Detrito Federal, Satans Prey, Crushed Bones, Os Cabelo Duro, Deceivers, Ameaça Cigana, Death Slam, The Squintz e várias outras.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?
Tulio: Falamos das situações do dia-a-dia como violência, religião e pelo fato de vivermos no centro político do país, a política e toda a sujeira que ela traz consigo é assunto inevitável pra nós. A corrupção e ladroagem aqui não tem fim então rendem muitas letras.

Quais são suas principais influências musicais?
Tulio: É principalmente bandas de hardcore e crossover dos anos 80 como DRI, RDP, Discharge, Cryptyc Slaughter, SOD, Suicidal Tendencies e também algo de metal como Slayer e Napalm Death. 



A Banda foi formada em 1993, como você vê esses mais de 20 anos de carreira da banda? Quais foram os acontecimentos mais significativos?
Tulio: É muito satisfatório manter a banda ininterruptamente por todo esse tempo. Tocamos muito, gravamos bastante, lançamentos em vários países, fizemos turnês no Brasil e na Europa e o mais satisfatório são mesmo as amizades que fizemos e encontramos em cada show ou viagem. Isso não tem preço e é o que faz todo esse tempo valer a pena.

Quais as expectativas da banda para o show com o Olho Seco?
Tulio: É sempre um prazer tocar com uma banda que nos inspirou e somos fãs até hoje. Participamos do disco Tributo a Olho Seco em 1999 e já tive o privilégio de assisti-los algumas vezes. Será uma honra dividir o palco com eles.

Quais festivais vocês mais gostaram de tocar até o momento? Quais bandas mais gostaram de dividir o palco?
Tulio: Tocamos no Abril Pro Rock em Recife-PE ano passado ao lado dos Dead Kennedys e do Sodom e foi sensacional. É muito bom tocar no Hangar110 em SP também onde somos sempre bem recebidos. Dividir o palco com bandas gringas que somos fãs e também em cada cidade as bandas da região com quem dividimos o palco também é muito satisfatório.

Tulio

Quais bandas nacionais/internacionais vocês tem ouvido ultimamente?
Tulio: Ouço mais coisas velhas como Excel, Circle Jerks e Napalm Death. De nacional o novo disco dos Ratos de Porão, Presto?, Calibre 12 e gostei muito do Cemitério.

Quais selos lançam/distribuem o material da banda atualmente?
Tulio: Laja Records do Espirito Santo, Silvia Music aqui de Brasília, Pecúlio Discos de SP e 53HC de Belo Horizonte.

Quais os próximos shows da banda? Deixe as datas para nossos leitores.
Tulio: Além desse do Olho Seco, tem o Festival Ta Na Lata aqui em Brasília e estamos fechando Natal, Fortaleza, Curitiba (com o DRI), Joinville e Florianópolis até o fim do ano.

Túlio, muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para os fãs da banda e leitores do blog, deixe seus contatos.
Tulio: Obrigado você pelo apoio. Grande abraço a todos!
 


 
Confira também:


http://questoeseargumentos.blogspot.com.br/2014/10/acao-direta.html
Entrevista Ação Direta

http://questoeseargumentos.blogspot.com.br/2014/09/uganga.html
Entrevista Uganga

http://questoeseargumentos.blogspot.com.br/2014/10/alto-teor-de-revolta.html
Alto Teor de Revolta





http://hotmart.net.br/show.html?a=A2255675I&ap=032e

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

RATOS DE PORÃO

Confira essa entrevista com essa lendária banda chamada Ratos de Porão, entrevistamos o guitarrista Jão, um dos fundadores da banda, banda essa totalmente pioneira no Brasil no movimento Punk/Hardcore e uma das primeiras bandas a praticar o que hoje conhecemos como Crossover na América Latina, confira a entrevista abaixo:


1- Saudações Jão, é uma honra entrevistá-lo, muito obrigado por nos ceder essa entrevista para nosso blog Questões e Argumentos, como está indo as gravações para o novo do Ratos de Porão, intitulado “Século Sinistro”?
Jão - A gravação do disco está finalizada, só falta masterizar e ir pra fábrica.

2- Vocês estão desde 1981 em atividade, quais foram os fatores que mais contribuíram pra uma carreira tão duradoura?
Jão - Acho que o primeiro fator é realmente gostar do que fazemos, outro fator importante também foi não criar muita expectativa com resultados, assim evita-se frustrações.

3- Acho que você é uma fonte inesgotável de riffs matadores, acho que pouquíssimos caras tocaram guitarra durante 30 anos sem pisar no freio que nem você, sem mudar de estilo, evoluindo apenas na mesma proposta de antes, você simplesmente mantém a mesma energia, intensidade dos anos 80, eu vejo você como uma grande referencia no estilo, quais suas maiores influencias musicais? Como funciona seu método de composição?
Jão - Mano obrigado pelas palavras, minhas influências musicais são muito diversas, vão desde rock 70, até thrash metal, passando obviamente pelo punk e hard core, que são a minha base musical, quanto ao método de composição geralmente no ratos eu apareço com um riff ou base e fazemos a partir dali, todo mundo compõe no ratos então vamos aperfeiçoando até a música chegar naquilo que queremos, já no periferia s/a muitas vezes eu faço a letra primeiro e depois crio a base em cima disso

4- Qual foi o álbum que da banda que você mais gostou de gravar até o momento?
Jão - Cara, o disco Brasil na época foi muito desafiador pra mim, porque gravamos em Berlin com um produtor (Harris Johns) que já tinha produzido muita coisa e eu era muito jovem então tinha aquele frio na barriga tipo será que vai dar certo isso? rs

5- Como você vê a cena underground atual? Quais bandas nacionais/internacionais têm ouvido?
Jão - A cena underground no Brasil ta muito bem no sentido de termos ótimas bandas dos mais variados estilos, carecemos ainda de mais lugares de shows Brasil afora direcionado para o underground, mas até aí nenhuma novidade né? Terra do samba do funk do axé nós aqui estamos remando contra a maré sempre, em todos os estilos do punk ao metal temos bandas top Krisiun, Facada, Agrotóxico, Baixo Calão e por aí vai da pra citar um monte.

6- A banda tem um material de merchandise muito legal (camisetas, adesivos, canecas, quem cuida dessa parte)?
Jão - Quem cuida dessa parte é o gordo e a mulher dele

7- Como tem sido a repercussão de “No Money, No English” mundo afora?
Jão - Cara o no money.. São sobras de estúdio e foi feito mais para salvar o material que tínhamos e que não tinha sido lançado em lugar nenhum, não sei se esse disco é muito conhecido lá fora.]


      Ratos de Porão

8- Ratos de Porão sempre foi uma banda com fortes criticas sociais em suas letras, qual a sua opinião sobre o governo Dilma e sobre a atual situação política do Brasil?
Jão - Cara entra governo sai governo e tudo fica sempre a mesma bosta, eu sou descrente dessa raça de políticos profissionais dessa terra, pt psdb ptb pdt é tudo farinha do mesmo saco.

9- Vocês incluíram nas gravações o porquinho Atum, quem teve inicialmente essa idéia?
Jão - Essa idéia foi do Gordo, o porquinho é dele também rs

10- Vocês fizeram varias turnês ao redor do mundo, quais os lugares que você mais gostou de tocar até hoje?
Jão - Eu gosto de tocar em qualquer lugar, mas claro que quando você vai pra outro país e vê pessoas que conhecem seu som isso é muito gratificante, eu gosto de tocar na europa pela estrutura que o underground tem lá.

11- Quais foram as experiências mais engraçadas, mais marcantes desses mais de 30 anos com a banda?
Jão - Cara, em 30 anos passamos muitos momentos hilários, na estrada sempre acontecem fatos engraçados, conhecemos pessoas engraçadas, fica difícil apontar momentos marcantes, já que sempre passamos por novas experiências.

12- Agora em 2014 o clássico álbum “Crucificados pelo Sistema”, completa 30 anos, vocês planejam algum material comemorativo, algum relançamento especial?
Jão - O crucificados é um disco marcante para o underground latino americano pelo simples fato de ser o primeiro de uma banda do estilo que se tem notícia, nós vamos juntar a formação que gravou esse disco para alguns shows este ano inicialmente temos um show marcado com essa formação no cine jóia aqui em sp , no circo voador no rj e pensamos em fazer um dvd disto , vamos ver...

    No Money, No English

13- Jão, muito obrigado pela entrevista, deixe um recado especial para os fãs da banda que estão lendo essa entrevista.
Jão - Espero que tenham gostado dessa entrevista e aguardem, esse ano tem muitas novidades, vai sair o novo cd do ratos "século sinistro", vai sair o dvd de 30 anos da banda, vai sair o novo do periferia s/a banda que além de guitarra faço vocal e vai sair também o cd do trassas , banda da minha esposa que eu toco guitarra já a 2 anos, então aguardem saúde a todos valeu.