terça-feira, 26 de agosto de 2014

PANNDORA

Confira a entrevista que fizemos com essa grande banda de Heavy Metal brasileira, formada em 2000 na cidade de Maringá-PR com a ideia de tocar Heavy Metal com influência das bandas clássicas dos anos 80, vale a pena conhecer o trabalho da Panndora, confiram!!


Saudações Adrismith, muito obrigado por ceder essa entrevista ao nosso blog Questões e Argumentos, é uma honra entrevistá-la, como foram as coisas para a banda no ano de 2013 e quais são os planos para 2014?
Adrismith: Eu que agradeço a oportunidade! No ano de 2013, a banda lançou um vídeo clipe da música Cold Eyes. E no mesmo ano, entra a guitarrista Paula Carregosa (Musas do Metal). Ainda em 2013, a Panndora lançou seu segundo video clipe - Partners in Crime (Behind the Crime, EP), produzido pela mesma produtora carioca do primeiro vídeo clipe. Em 2014 a gravadora Grega - Supreme Music Creations - lança um EP no formato 7' LP. A idéia é que no final do ano a gente grave nosso segundo álbum.

Esse ano a banda está completando 14 anos de existência, como você vê a evolução e a carreira da banda em todo esse tempo?
 Adrismith: Neste ano de 2014 a banda, em agosto, vai completar 15 anos! É uma vitória para mim, pois quem está nesse meio, sabe que não é fácil manter uma banda! Acho que a banda evoluiu muito musicalmente, estamos mais profissionais, mas ainda tem muito a melhorar!

Como está sendo a divulgação de Behind the Crime e os demais materiais da banda?
Adrismith: O pessoal tem pedido muito nossos materiais. Nosso Cd "Heretic's Box" já esgotou e uma gravadora portuguesa irá lançar mês que vem uma coletânea de nosso álbum e EP.

Como tem sido a repercussão do vídeo clipe da musica Partners in crime? Música excelente e clipe muito bom também, quem foram os responsáveis pela produção?
Adrismith: Muito obrigada! A produção foi feita pela Metal Busted, do Rio de Janeiro e temos recebido ótimas críticas pelo vídeo. Tentamos retratar de uma forma visual, tudo o que a letra aborda!

                                      Adrismith 

Quais bandas nacionais e internacionais da atualidade você tem ouvido?
Adrismith: Nacional tenho escutado muito Syntz, Fire Strike, dentre outras. Internacional a lista seria imensa (risos). Mas tudo o que me agrada eu escuto, vario muito as bandas!

Quais são as principais influências musicais da banda?
 Adrismith: Bandas do metal anos 80 e hard rock.

Como funciona o processo de composição de vocês? Quais são as inspirações para compor as letras?
Adrismith: Todas as integrantes participam do processo de gravação. Já compomos com a vocalista (que mora em outro estado) ao telefone pra você ter uma idéia. As letras tentamos retratar nossos sentimentos, emoções, idéias, revoltar, medos, angustias, etc.

Vocês têm um vídeo anterior a Partners in crime, chamado Cold Eyes, como foi a experiência de gravar um vídeo clipe pela primeira vez?
Adrismith: Foi interessante e um pouco cansativa, porque a gente não grava só uma vez, são vários takes repetindo a música. É mais cansativo que um show, pois a cada take, você tem que dar tudo de si, para que a gente consiga transmitir no video, nossa energia.

Quais cidades vocês mais gostaram de tocar até o momento?
Adrismith: varias foram legais, mas eu posso destacar Brasilia-DF, Rio Branco-AC, Timbó - SC, São Paulo-SP.

No Youtube, tem um vídeo de vocês tocando em Araxá-MG um cover de Electric Eye do Judas Priest, excelente cover, vocês costumam tocar covers de outras bandas nos shows?
Adrismith: Sempre tocamos de 1 a 3 covers por shows. É uma forma de homenagear as bandas que nos influenciaram.

Como foi a recepção da banda no Paraguai? Como foi a experiência de tocar por lá?
Adrismith: Foi muito legal, a galera de lá trata muito bem e nos sentimos estrelas (risos).


Adrismith, muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais, e um recado para os fãs da banda.
Adrismith: gostaria de agradecer essa oportunidade e para quem se interessar conhecer melhor nosso trabalho, entrem em contato!

Contatos:
E-mail: panndora@panndora.net













terça-feira, 15 de julho de 2014

Analisando Celtic Frost – Morbid Tales (1984)

Morbid Tales da banda suíça Celtic Frost, foi concerteza o álbum que mais influenciou tanto o death quanto o black metal nas ultimas 3 décadas, ele continha muitos elementos inéditos para a musica extrema.
            Fenriz do Darkthrone cita esse álbum no encarte do Panzerfaust, clássico do Darkthrone, juntamente com o Under the signo f the black Mark do Bathory e a demo Necrolust do Vader com umas de suas principais inspirações.
            Lançado em Novembro de 1984, originalmente como um mini-album com apenas 6 faixas, na sua primeira prensagem pela Metal Blade nos EUA foram acrescentadas 2 faixas.

Faixas (Versão Européia):
01 – Into the Crypts of Rays
02 – Visions of Mortality
03 – Procreation (Of the Wicked)
04 – Return to the Eve
05 – Danse Macabre
06 – Nocturnal Fear

(Versão Norte-Americana):
01 – Into the Crypts of Rays
02 – Visions of Mortality
03 – Dethroned Emperor
04 – Morbid Tales
05 – Procreation (Of the Wicked)
06 – Return to the Eve
07 – Danse Macabre
08 – Nocturnal Fear

Formação:

Tom Gabriel Fischer – Guitarra/Vocal
Martin Eric Ain – Baixo
Stephen Priestly – Bateria


segunda-feira, 7 de julho de 2014

Analisando Sarcófago – I.N.R. I (1987)

I.N.R. I é o primeiro álbum da banda brasileira Sarcófago, pioneira no metal extremo mundial, e que influenciou e influencia milhares de bandas ao redor do mundo, nesse álbum podemos ver alguns elementos que seriam de grande impacto e influente daquele momento em diante, como a pintura facial que hoje é conhecida com corpse paint, visual carregado cheio de braceletes, prego, cinturões com balas de fuzil, um visual macabro, mórbido, que seria a principal inspiração para as bandas de Black metal nos anos 90.
A essência do metal extremo está nesse álbum, aqui não há a preocupação que as bandas de hoje em dia tem, em ser bem produzidas, atingirem um mercado, ganhar dinheiro com isso, aqui é a mais pura sujeira, brutalidade sonora, visual, blasfemo até as ultimas conseqüências, extremamente inspirador, todas as bandas que tive na vida usei esse álbum como principal referencia, a intenção clara desses mineiros que na época eram apenas adolescentes era de fazer a musica mais agressiva da face da terra, e duvido que em 1987 existisse som mais brutal que o deles no mundo, até hoje não vi. Influenciados pelas primeiras bandas de metal extremo como Venom, Hellhammer/Celtic Frost, Bathory, Slayer e pelo Hardcore Punk da Finlândia como Rattus e Terveet Kadet, quem curte barulheira de verdade, sabe do que se trata. Nesse clássico também foi um dos primeiros senão o primeiro a ter o uso continuo de blast beats na bateria, DD Crazy pioneiro dessa técnica no mundo todo.
I.N.R.I é um marco absoluto na história do metal extremo, indicado para aqueles que gostam de som extremo de verdade mas com aquela crueza do punk e aquela essência verdadeira que o só o metal dos anos 80 tinha, simplesmente imperdível.


Faixas:

01 – Satanic Lust
02 – Desecration of Virgin
03 – Nightmare
04 – I.N.R.I
05 – Christ’s Death
06 – Satanas
07 –Ready to Fuck
08 – Deaththrash
09 – The Last Slaughter

Formação:
Antichrist – Vocais
Incubus – Baixo
Butcher – Guitarra
D.D. Crazy – Bateria.



quarta-feira, 25 de junho de 2014

Analisando Judas Priest – British Steel (1980)

British Steel é o álbum definitivo do Judas Priest, ele define o que é Judas Priest, o que é Heavy Metal, meu preferido dessa banda, sendo o sexto álbum da banda, colocou o Judas como gigantes globais do rock, e como uma das principais precursoras da N.O.W.B.H. M (New Wave of British Heavy Metal), Breaking The Law e Living After Midnight viraram hinos nos EUA. Esse disco foi premiado com disco de ouro pela RIAA em 1982, e disco de platina em 1989.
            Gravaram pra esse álbum dois clipes para as musicas Breaking The Law e Living After Midnight.
            Se você não conhece esse álbum você não pode ser considerar um fã de verdade de heavy metal.
            Confira o quanto antes esse clássico absoluto.

Faixas:
01 – Rapid Fire
02 – Metal Gods
03 – Breaking the Law
04 – Grinder
05 – United
06 – You don’t have to be Old to be Wise
07 – Living after Midnight
08 – The Rage
09 –Steeler

Formação:
Rob Halford – Vocais
K.K. Downing – Guitarras
Glenn Tipton – Guitarras
Ian Hill – Baixo
Dave Holland – Bateria.


Analisando Anthrax – Fistful of Metal (1984)

Fistful of Metal é o primeiro e melhor álbum do Anthrax, lançado pela Megaforce Records em 6 de fevereiro de 1984, foi um dos pioneiros do Thrash Metal, para aqueles que nunca ouviram esse Anthrax “diferente” do Anthrax que todo mundo conhece. Em 1988 esse álbum foi relançado juntamente com o EP Armed and Dangerous pela SPV, material indispensável na coleção de qualquer um que curta metal dos anos 80. A musica “I’m Eighteen” cover do Alice Cooper do álbum Love it to Death, está presente nesse álbum, e esse disco é o único da banda que consta com Neil Turbin nos vocais e Dan Lilker no baixo.
Danny Lilker e Scott Ian fundaram a banda, mas Dan acabou sendo expulso após a banda lançar o material, a banda teve inúmeras razões para demiti-lo, especialmente porque a banda percebeu que ele era muito devagar, preguiçoso, muito amador, enrolado, não pagando sua parte do aluguel para as sessões de ensaio da banda e levou 2 dias para gravar “I’m Eighteen”.
Considerada banda pioneira no estilo Thrash Metal, mesmo fora da região da Bay Side, onde o gênero surgiu, a banda também tinha uma pega mais voltada para o Speed Metal fortemente influenciada por Judas Priest, principalmente os vocais de Neil Turbin.
Confira esse álbum e não se arrependerá!

Faixas:

01 – Deathrider
02 – Metal Thrashing Mad
03 – I’m Eighteen (Alice Cooper cover)
04 – Panic
05 – Subjulgator
06 – Soldiers of Metal
07 – Death from Above
08 - Anthrax
09 – Across the River
10 – Howling Furies

Formação:
Neil Turbin – Vocal
Scott Ian – Guitarra
Dan Spitz – Guitarra
Danny Lilker – Baixo
Charlie Benante – Bateria

Produção:
Carl Canedy – Produtor
Chris Bubacz – Engenheiro
Alex Perialas – Engenheiro Assistente
Jack Skinner – Masterização
Jon Zazula – Produtor Executivo



domingo, 8 de junho de 2014

MURDER WORSHIP

Essa banda de death metal de Patos de Minas – MG, vocês tem que ouvir, qualidade e profissionalismo acima da média, Murder Worship disponibiliza o debut “Hate Celebration” para aqueles que apreciam death metal brutal, pesado, técnico de alto impacto com uma produção nítida e clara, realmente vale a pena conferir, entrevistei Diegö Murray, guitarrista e vocalista da banda, um cara muito gente fina que tenho uma grande admiração e respeito, e uma amizade de mais ou menos uma década, confiram abaixo a entrevista.

Saudações Diego, muito obrigado por ceder essa entrevista ao nosso blog Questões e Argumentos, como está sendo o ano de 2014 para o Murder Worship?

Diegö Mürray: Saudações meu grande amigo Isaias, quanto tempo hein? (rs) É uma satisfação imensa manter contato contigo novamente! Eu é que lhe agradeço primeiramente pela oportunidade e pelo espaço cedido ao Murder Worship, ficamos muito lisonjeados por tudo! Muito obrigado, é um prazer ceder essa entrevista para você e o teu blog!
O ano de 2014 tem sido muito bom para o Murder Worship, várias oportunidades estão surgindo, estamos com alguns shows já marcados, e são shows muito bons e importantes tanto para nós quanto para a banda.  Estamos com nova formação. Tudo corre com muito ânimo, compromisso e seriedade. E esperamos que daqui pra frente seja cada vez melhor.

                 Debut “Hate Celebration”


Como foi o processo de gravação do1º Full Lenght Official de vocês “Hate Celebration”, visto que o trabalho tem uma produção muito boa, muito clara e nítida de cada instrumento, sem perder a brutalidade e o peso típico do death metal old school, gostaria de parabenizá-los por isso, em qual estúdio ele foi gravado?

Diegö Mürray: Muito obrigado pelos votos de parabéns e de positividade ao Murder Worship! Bom o processo foi um pouco cansativo, como todo músico sabe como é um processo de gravação, seja ele qual for, de álbum, debut, vídeo..., mas foi muito bom e o resultado nos surpreendeu muito mais do que esperávamos! Pois, foi um período muito rápido de gravação acredite ou não, gastamos se não me engano no máximo 1 mês. Mas desde o início, foi um trabalho super duro e intenso. Ficamos muito satisfeitos com o resultado principalmente pela clareza, nitidez e pela essência em que o álbum ficou, conseguimos muito bem fazer nosso som como queríamos, seguindo bem a proposta e identidade da banda e do estilo. As gravações aconteceram em um “Home Studio” de um amigo nosso chamado Desolation Records aqui em Patos mesmo. Acho que ficou um trabalho excelente e bem profissional.
                           Diegö Murray – Guitarra/Vocal.


Quais equipamentos de guitarra você utilizou na gravação, e qual seria a afinação de guitarra utilizada nas musicas: Hate Celebration e Murder Worship disponíveis no Soundcloud da banda?

Diegö Mürray: O set que usamos nas gravações foi uma guitarra Cort – EVL K4 com captador EMG 81X ativo na ponte, acordoamento 0.12. Os amps foram, um Peavey 5150 e um JCM 800 um para cada guia de guitarra, com a distorção própria de cada um deles,  e achei fantástico o brilho que o JCM 800 conseguiu deixar nos riffs e nos solos, após juntar-se os dois amps, ficou perfeito. A afinação padrão do Murder Worship é em C (Dó).
  
                  Murder Worship.

  
Quais foram as principais dificuldades da banda no inicio?

Diegö Mürray: Em primeiro lugar acho que essa dificuldade há em todos os lugares , principalmente quando se trata de alguma cidade do interior onde é muito difícil você achar pessoas que realmente gostam e levam a sério o Metal e pessoas também que tocam e que queiram e pretendem montar alguma banda para seguir um trabalho sério, independe se ele seja apenas um hobby. A primeira dificuldade é formar ou encontrar as pessoas que queiram o mesmo que você e formar uma banda e o principal, que dêem certo com você e com os outros membros, digamos, a harmonia entre todos na banda. No início as dificuldades foram até bem razoáveis, não foram tão difíceis assim, pois, estávamos muito empenhados e foi tudo bem de vagar, digamos, parte por parte. Primeiro eu e Guilherme (Batera) demos início ao projeto, começamos a ensaiar algumas músicas e riffs que eu já tinha prontos em casa feitos em 2006/2007 se não me engano, a partir de então, começamos a pensar em nomes e quem chamar para se unir a nós e dar continuidade ao mesmo com a mesma proposta, seriedade e compromisso que nós tínhamos e propomos. Sendo assim, conseguimos dois amigos nossos Diogo (Guitarra) e Pepe (Baixo), no qual a banda firmou sua primeira formação até a gravação do nosso primeiro álbum. 

O Que você acha da cena atual do death metal, te agrada as produções atuais?

Diegö Mürray: Acho simplesmente fantástico e perfeito Isaias! Mas, claro que nada se compara aos anos 90 que na minha opinião foi o ano do berço do Death Metal mundial.
Existem bandas hoje que tem tanta criatividade, tanta brutalidade,  que as vezes quando estamos escutando alguma perguntamos para nós mesmo, como assim? É possível mesmo que tocam isso tudo? (Rsrs)
Eu gosto mais da produção “Old School” mas as produções atuais me agradam demais. Pra te ser sincero, algumas bandas hoje pra mim com seus trabalhos novos e mais modernos, soam bem melhor do que antigamente. Hoje em dia uma coisa que eu acho super bacana é o seguinte, antigamente todos sabemos o quão difícil era para se gravar e produzir algo, pois, não existiam tantos recursos como hoje, antes era tudo praticamente analógico e hoje digital, antes era na famosa fita k7, vinil e hoje é no CD, DVD e tudo mais, ou seja, antigamente exigia-se muito mais para gravar algo, tocar algo, criar algo, pois era tudo praticamente novo. Então o trabalho era muito mais intenso. Hoje já é uma coisa mais fácil pela questão de tecnologia e recursos que o músico tem, porque com um computador, alguns plugins, uma placa de áudio e um programa de gravação com licença compra, você consegue ter um mini estúdio para gravar tua própria música e banda. Muitas bandas hoje usam o recurso de ter o próprio Home Studio para gravar seus trabalhos, que ficam excepcionais do que ter que pagar um estúdio. Mas com a modernidade de hoje, não quer dizer que você não precisar saber fazer ou tocar nada, é claro que você vai ter que ter ou desenvolver uma qualidade muito boa para tua banda, pois, os recursos facilitaram, deixaram as coisas mais fáceis e exigem menos, mas, criatividade e qualidade é você quem sempre tem que ter e fazer.

Quais são as principais influencias musicais da banda?

Diegö Mürray: Nossas influências são baseadas bastante na cena Americana e Sueca dos anos 90. Bandas como: Grave, Dismember, Unleashed, Morbid Angel, Deicide, Autopsy, Necrophobic, Gorefest (Hol), Massacre, Death e por ai vai.

Quais as inspirações para a composição das letras?

Diegö Mürray: As inspirações vem de muitas coisas, como, a manipulação e farsa cristã, filmes de terror, a decadência humana, etc.

Quais bandas da sua região você aprecia e indicaria para nossos leitores?

Diegö Mürray: Hammerthrash (Thrash), Krow (Death/Thrash), Scourge (Death Metal), Pato Junkie (Hardcore/Punk), Roxxy (Hard Rock)……Tem muitas outras, só que no momento não lembro de todas.

Qual é a atual formação da banda? Como tem sido a recepção do àlbum  Hate Celebration no underground nacional e internacional?

Diegö Mürray: A atual formação da banda agora é:

- Eu (Diegö Mürray) – Guitarra base/solo e vocal principal;
- Adriano”Necrohammer” – Baixo e vocais;
- Kitaaro “Infernnalist” – Guitarra base e vocais;
- Guilherme “Cannibal” – Bateria

A recepção tem sido muito boa, as pessoas tem gostado muito principalmente os apreciadores do Death Metal, temos recebido muitas críticas boas, isso tem sido muito satisfatório para nós.

Quais são os planos futuros da banda? Pra quando podemos esperar um próximo material?

Diegö Mürray: Bom Isaias, temos muitos planos e metas com a banda. Iremos abraçando cada objetivo e meta de pouco em pouco e de cada vez, de acordo com a banda e com a capacidade de cada membro, nada precipitado, tudo bem tranqüilo e devagar. No momento estamos muito focados em promover nosso primeiro álbum bem promovido, divulgado e lançado como queremos.

Mesmo estando focados na promoção e divulgação do nosso álbum, já estamos trabalhando em músicas novas para o nosso próximo trabalho. Temos músicas prontas para serem tocadas e tiradas na banda e temos muitas letras, riffs, arranjos que estamos trabalhando para o nosso futuro material. No momento não sabemos dizer quando será um próximo material novo do Murder, pois, tem muita coisa pela frente e muito trabalho duro, e também lançamos recentemente nosso primeiro álbum, mas, se conseguirmos todas as nossas metas, planos e objetivos com a banda, em breve lançaremos um material novo, seja ele um álbum, ep ou vídeo.

Dia 10/05/2014 será o rock de garagem, vocês tocarão junto com Torture Squad, qual a expectativa de tocar nesse evento?

Diegö Mürray: A expectativa está muito grande, será uma grande e excelente oportunidade para o Murder Worship, um prazer e uma honra imensa pra nós! O Torture Squad é uma banda excepcional do cenário nacional, e poder ter essa oportunidade de abrir o show deles aqui em Patos é um grande prazer e uma honra imensa.Estamos muito ansiosos para que esse dia chegue. Ainda mais que estamos divulgando e promovendo nosso primeiro CD, esse show será muito importante para nós!

Diego, muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para os leitores e fãs da banda.

Diegö Mürray: Isaias, muito obrigado pela oportunidade e pelo espaço, foi um prazer grande fazer essa entrevista com você e para o teu blog. Gostaria de lhe agradecer pelo apoio e pela força ao Murder Worship. Espero sempre manter contato contigo, boa sorte e que tudo dê certo com o teu novo blog, um grande abraço meu amigo!

Aos fãs do Murder Worship: Muito obrigado por todo o apoio, força, prestígio que todos têm nos dado e temos uma frase para todos vocês:

THE ANNIHILATION IS COMING!!!!

Death Metal Victory! \../








domingo, 25 de maio de 2014

MEGADETH

Analisando Megadeth - Killing is my Business... and Business is Good (1985)




Falo Hoje sobre o album Primeiro Fazer Megadeth, um álbum de metais lançado Thrash / Speed ​​Pela Combat Records los 1985. Gravado Entre o final de 1984 de e o inicio de 1985.
Não Índigo Ranch Studios, Malibu, Califórnia, com um orçamento inicial de EUA $ 8,000, isso não foi suficiente e receberam mais UCE $ 4.000,00, que foi gasto na sua maior Contradição com Drogas, Álcool e Alimentos, uma decisão não muito inteligente dos caras é claro, o opaco pra piorar uma situação ainda forçou a banda a demitir o produtor inicial, fazendo opaco que uma banda ficasse responsável pela produção, meio pobre, mais ai Opaco está uma graça, muitos materiais clássicos tem uma produção meio limitada, isso os torna únicos.
Dois meses depois de Dave Mustaine ter sido chutado e fazer Metallica, senão tivesse ocorrido a demissão dele, nós.
Não teríamos clássicos como esse, alias ​​tudo que o Megadeth fez até 1990 é perfeito na minha opinião, depois aí já outra história.
Depois de procurar por vocalistas durante um bom tempo, o jeito foi Mustaine com sua voz "diferenciada", assumir vocais da banda.No inicio de 1984 o Megadeth gravou demos três boas demos, chamaram a atenção da gravadora Combat Records.
Álbum esse razoavelmente bem sucedido comercialmente, atingindo a casa de 200.000 cópias vendidas, nada mal, vale a pena conferir esse Clássico.

FAIXAS:

01 - Last Rites / Loved to Death
02 - Killing Is My Business ... E o negocio e bom!
03 - The Skull Beneath the Skin
Estás botas - 04
05 - Rattlehead
06 - Escolhidos
07 - Olhar parágrafo Baixo da Cruz
08 - Mechanix.

Formação Opaco gravou o álbum:

Dave Mustaine - Vocal / Guitarra e Piano
Chris Poland - Guitarra
David Ellefson - Baixo

Gar Samuelson - Bateria.


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quarta-feira, 21 de maio de 2014

METALLICA


Analisando Metallica – Kill ‘em All


Este álbum dá inicio a carreira do Metallica, e também um dos álbuns que deram inicio ao que hoje conhecemos com Thrash metal, inicialmente esse álbum se chamaria “Metal up Your Ass”, mas como volta e meia a censura ataca, o pessoal da Megaforce, achou melhor mudar esse nome e o álbum foi batizado de Kill ‘em All.

A formação que iria gravar esse material era James Hetfield (guitarra/vocal), Lars Ulrich (bateria), Ron McGovney (baixo, Dave Mustaine (guitarra solo, backing vocal), antes da gravação Ron McGovney ficou sabendo que James e Lars pretendiam substituí-lo por Cliff Burton, ele completamente revoltado saiu da banda.

Dave Mustaine foi outro que saiu da banda antes da gravação, ele tinha seus conflitos de personalidade com James, acho que a banda não podia ter 2 pessoas que nem eles na mesma banda, uma vez saíram na porra por causa do cachorro de Mustaine que estava arranhando a pintura do carro de McGovney, Hetfield irritado e bêbado, foi e deu um chute no cachorro.

No fim das contas Mustaine foi creditado como em quatro das dez musicas contidas no álbum, The Four Horsemen, foi composta originalmente por Mustaine e se chamava The Mechanix. Após a saída de Mustaine, para substituir ele foi chamado para a banda Kirk Hammett que veio do Exodus. Um tempinho depois Mustaine incluiu essa musica no álbum Killing Is my Business... And Business is Good, primeiro álbum do Megadeth.

Hetfield e Ulrich alegam que a saída de Mustaine tenha sido pelo seu problema com álcool e drogas.
Esse é com certeza o meu álbum preferido do Metallica, e um dos meus álbuns favoritos de todos os tempos, top 10 da historia do Metal.

Faixas:
01 - Hit the Lights
02 – The Four Horsemen
03 – Motorbreath
04 – Jump in the Fire
05 – (Anesthesia) Pulling Teeth (Instrumental)
06 - Whiplash
07 – Phantom Lord
08 – No Remorse
09 – Seek & Destroy
10 - Metal Militia


Confira também:

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sexta-feira, 2 de maio de 2014

SLAYER

















Analisando Slayer - Show no Mercy (1983)

Álbum de estréia da banda Slayer, lançado em 1983, um dos primeiros e mais influentes álbuns do Thrash metal mundial, um dos melhores debut’s que uma banda pode ter álbum marcante em todos os sentidos.

            Esse álbum difere dos demais da banda por ter a banda com o visual mais agressivo, que serviu de inspiração pra muitas bandas de Black metal que vieram posteriormente e também por ser o único álbum do Slayer em que as guitarras foram gravadas com afinação padrão, outro fator também é que é o álbum onde o Slayer mais aborda temas como magia negra.
            Todo o instrumental nesse álbum é direto, sem frescura, riffs rápidos, vocais desesperados com os gritos agudos característicos de Tom Araya, solos de guitarras vigorosos fortemente influenciados por Iron Maiden, esse álbum foi inicialmente lançado pelo selo underground Metal Blade Records.
           Antes de gravar o álbum a banda estava abrindo o show da banda Bitch, nessa época tocavam muitos covers, incluindo o cover de Phantom of the Opera do Iron Maiden, cover este que chamou a atenção de Brian Slagel, antigo jornalista de musica, que tinha acabado de fundar a Metal Blade Records, nisso ele convidou a banda para participar de uma compilação chamada Metal Massacre III e a banda aceitou a proposta.
          A gravação de Show no mercy foi financiada pela própria banda, juntando o dinheiro que Tom Araya tinha juntado trabalhando como terapeuta respiratório, e com o dinheiro emprestado do pai de Kerry King, em termos de influencias musicais do álbum a própria banda cita como influencia: Venom, Judas Priest, Iron Maiden, Mercyful Fate como influencias principalmente no visual agressivo de Kerry King.
            Gene Hoglan, baterista do Dark Angel gravou os backing vocals na musica “Evil Has no Boundaries”, musica de abertura, junto com os demais músicos e com alguns convidados para dar uma ênfase maior nesse refrão.
          

Faixas:
01-  Evil Has no Boundaries
02-  The Antichrist
03-  Die by the Sword
04-  Fight `Till Death
05-  Metal Storm /Face the Slayer
06-  Black Magic
07-  Tormentor
08-  The Final Command
09-  Crionics
10-  Show no Mercy

Formação:
Tom Araya – Vocal/baixo
Jeff Hanneman – Guitarra base/solo
Kerry King – Guitarra base/solo
Dave Lombardo – Bateria


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 Entrevista Jackdevil

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 Entrevista KroW





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domingo, 27 de abril de 2014

CONHECIMENTOS AMPLIAM OPORTUNIDADES

Atualmente somente ter uma Graduação não garante um bom emprego, é claro que ter um diploma é ótimo, mas estagnar não adianta, é preciso aprender a aprender, cursos de capacitação não só agregam mais conhecimentos, como ampliam oportunidades e aumento de salários.

Lista de alguns cursos e site, online e presencial, gratuitos e pagos:


1. http://www.veduca.com.br/

2. http://sisutec.mec.gov.br/

3. http://www.cursos24horas.com.br/

4. http://pronatec.mec.gov.br/

5. http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos

6. http://www.sp.senac.br

7. http://www.iped.com.br/cursos-gratis

8. http://bolsas.estudar.org.br/?gclid=CMmsnMzlgb4CFU9p7AodFmQAMg

9. http://hypescience.com/cursos-gratis-universidade-de-stanford/

10. http://www5.usp.br/tag/curso-de-especializacao/

11. http://iese.edu/en/ad/landings/MBA.asp?utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_term=top%20mba&utm_content=Top%20MBA&utm_campaign=MBA-Sao%20Paulo

12. http://www.saintpaul.com.br/mba/financas/NYIF.html?gclid=CIOG-PXmgb4CFRIV7AodDFMAbA

13. http://www.sp.senai.br/senaisp/

14. http://www.vestibulinhoetec.com.br/home/


domingo, 6 de abril de 2014

SOCIOLOGICAMENTE PERDIDOS

Como anda seu comportamento humano, como anda sua vida social? Até que ponto os demais indivíduos podem interferir no seu bom humor? Será que andamos psicologicamente saudáveis, muito estresse, muita correria, muitas vezes não compreendemos nem respeitamos as diferenças de cada um, muitas vezes as pessoas têm preconceitos contra tudo que é diferente que é minoria, talvez esteja cada vez mais difícil o convívio humano, principalmente nas grandes cidades, muito empurra-empurra, muitos palavrões, muitas buzinas, trânsito infernal, correria pra tudo, fila pra tudo, ônibus lotado, metrô lotado.
Perdemos também o valor do amor familiar, das verdadeiras amizades, mentir, ser falso, parece ter se tornado algo aceitável, em que podemos confiar? Tudo gira em torno de ganhar mais e mais dinheiro, maior produção em massa, maiores números, maiores resultados, e os sentimentos? E a natureza? E as coisas simples, verdadeiras? Onde elas ficam? A hipocrisia reina absoluta, o fingimento alarmante, creio que tudo isso a sociedade herdou da podridão da política e da religião, onde a maioria de seus lideres, são mentirosos, ladrões, hipócritas, autoritários, controladores, que asfixiam a tudo e a todos.
Também muita coisa é maquiada, disfarçada, como o racismo, discriminação com os mais pobres, com todo o tipo de minoria, aqueles que são diferentes esteticamente, será que realmente vivemos numa chamada democracia ou vivemos na ditadura da maioria?
Será que temos empregos ou vivemos numa escravidão remunerada? Será que as pessoas passam a maior parte de suas vidas nervosas e infelizes? Pense nisso...

(Autor: Isaias Bueno)

sábado, 5 de abril de 2014

SHAMPOO BOMBA - MONOVIN A E BEPANTOL LÍQUIDO

Olá, pesquisei na internet a respeito do "Shampoo Bomba", Monovin A e Bepantol!!


Alertamos que Monovin vitamina A, desenvolvida para animais, é um medicamento de uso veterinário, não tem nenhum estudo que comprove o uso em corpo humano, se tratando de vitamina A (Monovin).

Faremos uma comparação Arovit que é utilizado em humanos é mais fraco que Monovin A, usado para animais, a quantidade de vitamina A que contém no Monovin é:

  • Cada 100 ml de Monovin A, contém 2.000.000 UI ( Duas milhões de unidades em cada 100 ml), porém o frasco tem 20 ml, ou seja, 1/5 de 100ml, logo o frasco de Monovin A, que é de 20 ml contém 400.000 UI,  ( Quatrocentas mil unidades em 20 ml) de vitamina A.
  • Uma ampola de 1 ML de arovit contém 300.000 UI(Trezentas mil unidades em 1 ml) de Vitamina A.
Ele realmente faz o cabelo crescer, mas deve-se tomar muito cuidado, misturar no máximo 1% do frasco de seu shampoo ou seja, se seu shampoo tem 300ml você mistura 3ml no shampoo, não misture em cremes ou máscara ou condicionador, somente no shampoo, pra um melhor resultado use shampoo de boa qualidade de preferencia sem adição de sal, caso o shampoo que você comprar já contiver vitamina A, não misture pois anulará o efeito. cuidado, use no máximo durante três meses lavando seu cabelo como de costume, de uma pausa de 3 meses. Cuidado, prefira lavar somente os cabelos pois poderá surtir efeito no restante do corpo, e você terá crescimento de pelos em outros lugares que você não precisa que cresça. A media de crescimento pode chegar a 7cm no período de uso. Vale lembrar, é um medicamento de uso veterinário, não tem nenhum estudo em corpo humano, mesmo se tratando de vitamina A. 

Bepantol Líquido para tratamento capilar manter a aparência sempre impecável hoje em dia é algo muito complicado, a maioria das pessoas não tem, um produto milagroso, porém todo e qualquer tipo de produto químico usado em excesso, pode ser prejudicial, bepantol ajuda a hidratar o cabelo.


A receita para o shampoo bomba é a seguinte: 

  • 10 ampolas de arovit (1 ml cada - 10 ml no total), que pode ser substituída por 2ml Monovin A; 
  • 1 vidro de bepantol líquido; 
  • 1 soro glicosado de 500 ml; 
  • 1 xampu sem sal de 500 ml. 
















                                                                                                           

terça-feira, 18 de março de 2014

NOSFERATU

Sinceramente não tem como não gostar dessa banda, se você é um fã de metal dos anos 80 e de NWOBHM, você com certeza vai gostar do som desses caras, eles estão aí a mais de uma década fiéis a sonoridade clássica do metal, quando você coloca o som pra tocar você sente como se tivesse sido gravado no inicio dos anos 80, entrevistamos a banda Nosferatu, respostas muito inteligentes e com muito humor, falando sobre bandas, cena, gravações, dificuldades, conquistas da banda, confiram abaixo:


01- Saudações Hussein, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, como vão as coisas com a banda Nosferatu? Quais são as novidades que podemos aguardar pra esse ano de 2014?
Hussein: Saudações Cassius e aos leitores do blog Questões e Argumentos.
A banda está a todo vapor, estamos nos preparando para gravar o nosso primeiro vídeo clipe oficial para a música Blessed by flames of hell, música na qual fizemos parte no split LP junto com a banda Deathhammer da Noruega.
Faltam apenas alguns detalhes e em breve começaremos as filmagens.
Estamos em estúdio gravando o nosso debut álbum.
Nós começamos a gravá-lo em 2009, havíamos gravado toda a parte instrumental e iríamos começar a gravar as vozes, mas tivemos problemas com o estúdio, o dono havia vendido e comprou um bar.
Aí nesse meio tempo a banda mudou de formação diversas vezes e não havíamos gostado do som da bateria e do baixo.
Nós arrumamos outro estúdio, já gravamos a bateria e como vai dar mais trabalho ficar editando as guitarras em cima dela nós preferimos gravar tudo de novo, pois esse estúdio é bem melhor que o anterior.
Em breve estaremos gravando os outros instrumentos.
São 10 músicas, 2 delas sairão em um single 7Ep, será uma co-produção dos selos alemães Destruktion Records e Anger of metal records.
As músicas serão Infected city e Law of the streets.
Esperamos fazer mais shows esse ano em locais diferentes.

02- Vocês são de Campinas – SP, como é a cena no interior de SP, quais bandas da sua região você gosta e poderia citar para os nossos leitores?
Hussein: A cena do interior de SP tem muitas bandas boas, mas confesso que a alguns anos atrás estava melhor.
Muitas bandas acabaram por vários fatores, mas a maioria foi por falta de apoio mesmo.
Algumas casas de shows fecharam, as poucas que sobraram na maioria das vezes rola mais eventos de bandas covers, eles tem que fazer isso senão não conseguem manter o estabelecimento, pois nesses eventos lota de público.
Alguns organizadores de shows parece que perderam o interesse também, pois o público não estava mais comparecendo igual comparecia antes.
Lojas especializadas fecharam, pois o público já não estava mais comprando CDs, etc...
Tem vários fatores, mas espero que a situação melhore.

Do interior eu posso citar algumas bandas, Mortage, Hellish War, Slippery, Tempestilence que são da minha cidade, Havok (Salto), Lecher (Sorocaba), Licantropos (Indaiatuba), Desdominus (Americana) e muitas outras que agora não vem na minha cabeça, mas eu sei que vou lembrar depois que responder a entrevista hehehe.

                     Hussein Salim

03- Quais são as principais influências musicais da banda?
Hussein: Bom, escutamos muitas coisas dentro do rock/metal inclusive algumas coisas fora disso também.
Mas as principais influências são as bandas de Heavy Metal tradicional dos anos 80, principalmente da NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal). Vou citar as bandas que fizeram montar a minha hehe Iron Maiden (antigo), Judas Priest, Black Sabbath, Mercyful Fate, Sepultura (essa não como uma influência musical pra banda, mas sim como um exemplo a ser seguido, de que é possível tocar metal no Brasil).
Tem muitas outras, mas é mais como exemplo mesmo.

04- Como tem sido a recepção do split com a banda Deathhammer? É um grande material, união de 2 bandas muito fodas.
Hussein: Está sendo muito boa, melhor do que imaginávamos.
As cópias se esgotaram muito rápido e pudemos divulgar a banda em lugares que nunca havíamos divulgado.
Muita gente passou a ter conhecimento do nosso som.
O material saiu com uma qualidade de primeira, capa feita por um desenhista muito bom, encarte legal, pôster, adesivo, patches.
 A divulgação e distribuição foi muito boa.
Nós tivemos muitos problemas com a gravação, problemas no estúdio, o cara enrolou a gente 9 meses, aí tivemos que terminar em outro lugar, tivemos baixa na formação e vários problemas pessoais, esse material quando saiu compensou toda a desgraça hehe


05- Quais os lugares que vocês mais gostaram de tocar até o momento?
Hussein: Pior que é difícil listar alguns lugares, porque foram muitos.
Aqui na nossa cidade tivemos muitos shows legais, em São Paulo, Porto Ferreira, Indaiatuba, Salto, Minas Gerais.
Se fosse pra listar os que mais marcaram acho que foram os nossos primeiros shows no condomínio que eu morava, pois era tudo novidade e aquilo era mágico pra gente e quando a gente foi a banda de abertura no show do Paul di’anno que teve aqui na nossa cidade. Nós fomos tocar meio com a pulga atrás da orelha achando que a galera não estaria nem aí pra gente, querendo ver apenas a banda principal e quebramos a cara, de uma forma boa claro hehe Nos trataram de igual pra igual, a casa tava lotada, todo mundo agitando e teve gente que veio falar que curtiu mais o nosso show do que a banda principal, esse vai ficar na memória hehe

06- Quais são as principais inspirações para compor as letras da banda?
Hussein: Ah, pode vir de qualquer lugar, um livro, filme, notícia etc... Ás vezes vem do nosso cotidiano, problemas que enfrentamos no dia a dia, mas aí deixamos de uma forma que não fique tão pessoal. Fique mais como uma história mesmo.
No nosso próximo cd, por exemplo, têm várias letras que eu escrevi baseada em experiências pessoais, muitas vezes uma forma de extravasar a minha raiva ou indignação com determinado assunto kkk, mas como eu disse, a gente acaba dando uma “enfeitada” pra não ficar tão na cara assim.

07- Como você vê a cena underground atual no Brasil? Quais os aspectos positivos e o que você acha que pode ser melhorado?
Hussein: Temos excelentes bandas surgindo a cada dia, mas infelizmente muita gente encara a coisa de uma forma muito amadora.
Pessoas organizam eventos com equipamento precário prejudicando as bandas, não querem ajudar muitas vezes nem com dinheiro de gasolina.
Tem lugar que até a água que você vai beber querem cobrar.
Tem lugar que querem te pagar dando uma caixa de cerveja. Porra, então o cara vai trampar o mês inteiro e na hora de receber o salário ganha tudo em cerveja?
Tem gente que gostaria de ganhar tudo em cerveja, mas aí é outro caso hehehe
Tipo, a gente não toca pensando no dinheiro, a gente faz por amor ao som mesmo, mas é tipo casamento, só o amor não paga as contas kk
Muita gente que ta nos eventos não sabe o que se passa e acha que as bandas estão ganhando cachês, que estão com frescura quando reclamam de algo, mas não é bem assim, o buraco é bem mais embaixo.
Muita banda boa acabando por falta de estrutura e muita banda ruim sendo super valorizada porque tem dinheiro e investe numa puta divulgação socando guéla abaixo um som de qualidade muitas vezes duvidosa.
Tem muita coisa que precisa melhorar, não vou dizer que não tem coisa boa, claro que tem, mas se a coisa for levada mais a sério, sem atraso, por exemplo, seria bem melhor.
Tem evento que começa 2 ou 3 horas depois do previsto, a última banda se fode, toca pra meia-dúzia de gatos pingados e por aí vai.
Bandas gastam puta grana pra gravar os seus materiais e às vezes vendem o seu cd barato e o povo prefere fazer download.
Aí à coisa fica difícil mesmo.
Mas temos que continuar lutando pra fazer o underground se profissionalizar cada vez mais, com isso todos terão a ganhar.
Pode ser uma utopia, mas vamos continuar lutando pra melhorar cada vez mais.

                     Nosferatu

08- Qual a sua opinião sobre esse movimento revival dos anos 80, surgido na ultima década? Você acha que isso é algo bom ou ruim?
Hussein: Bom, acredito que como toda moda isso passa.
Uns anos atrás teve uma moda de Black Metal a lá Cradle of Filth e Dimmu Borgir, depois bandas góticas com vocais femininos, bandas de Power metal melódico, aí depois tivemos essa onda de Thrash metal que surgiu bem na época que a internet tava bombando com redes sociais e sites para downloads.
Aí a galera pirou, todo mundo passou a ser “o conhecedor” o old school, sendo que uns tempos atrás estavam escutando slipknot e coisas do tipo kkk
Disso aí pro crossover foi um pulinho. É só analizar como o povo é modista, todo mundo do nada começou a andar de colete com patch até no rabo, aí mudaram e começaram a usar boné com aba pra cima.
Tinha banda punk que nada tinha a ver com Thrash metal e crossover e começaram a se intitular como tal pra se envolver nos eventos etc...
Virou uma zona.
Mulecada com guarda-roupa propício pra cada ocasião, já vi mina um dia vestida de Hard rock glam/slease/farofa etc... kkk no outro de visual crossover, aí no outro true heavy metal, no outro Black metal norueguês misantropo e por aí vai.
Aí usava peita anti-groupie não sei o que lá, mas dava pra todo mundo do role kkk
Aí depois fica queimada, mal falada, vira patricinha ou senão crente e fala que não ta mais nessa.
O que eu vou falar de uma pessoa desse tipo? Kkkk
É aquele negócio, a pessoa acha que todo mundo é alienado, menos ela, fica usando discursinhos manjados achando que é a diferente e no final das contas é a mais alienada de todas.
Antigamente você via nego usando visual, você sabia quem era realmente do movimento, que fazia corres de material, que curtia/conhecia as bandas, dava valor pra uma simples fitinha k7 conseguida na base do suor, trocas através de cartas, zines etc... e não essa moda de pintar a camiseta da demo gravada na casa da tia avó do baterista de determinada banda, só pra poder ser considerado no role e ficar só na bebedeira.
Bom sei lá, falei pra caralho aqui kk mas tipo, o lado bom?
Hum, talvez ajude a chegar coisa boa na mão de quem realmente curta e aos poucos a gente vê quem é modista e quem não é.
O lado ruim? Muita gente nada a ver tendo acesso a coisas que jamais teriam se não fosse a internet, banalização de toda uma ideologia, falta de radicalismo consciente.
Muita gente jogando certos princípios no ralo, é o certo tido como errado e vice versa, muita gente achando que o rock/metal é apenas mais um estilo musical e é aí que a bosta começa.

09- Como você resumiria essa mais de uma década da banda? Quais foram as melhores experiências em todo esse tempo? O que difere a banda dos primórdios para o que ela é atualmente?
Hussein: Tivemos muitos momentos bons e ruins todos esses anos. Tudo serviu como um aprendizado, não só musical, mas como ser humano também.
Conheci muitas pessoas legais nesses anos, tocamos com várias bandas que gostamos e aos trancos e barrancos fui realizando as metas e objetivos.
As coisas poderiam ser bem mais fáceis, mas infelizmente a gente escolheu o caminho mais difícil não se vendendo e não se submetendo a certas coisas como alguns dos ex-integrantes ou algumas pessoas gostariam que a gente fizesse.
Esse foi um dos grandes motivos de muitos saírem da banda, mas pelo menos eu posso deitar a minha cabeça no travesseiro e estar com a consciência limpa de saber que sempre fui verdadeiro comigo mesmo.
Bem, nos primórdios todos tinham a vontade de tocar, estávamos animados, mas a coisa era muito amadora ainda e não era todo mundo que estava a fim de se dedicar e levar a sério, não sabíamos tocar direito e não tínhamos nem equipamento hehe
Hoje as coisas melhoraram, a banda foi tomando um rumo mais sério, outras pessoas foram entrando e fazendo as coisas acontecer.
A garra e a vontade de tocar continuam a mesma hehe A única coisa é que hoje investimos mais em instrumentos, aprendemos a tocar mais e levamos mais a sério (embora alguns não levem e acabam desistindo).

10- Muito obrigado pela entrevista Hussein, deixe suas considerações finais, e um recado para os fãs da banda.
Hussein: Muito obrigado pelo espaço cedido, espero que os leitores tenham gostado da entrevista.
Em breve estaremos lançando novos materiais, fiquem ligados. Quem quiser conhecer mais sobre a banda é só entrar em contato conosco pelo facebook ou através do e-mail nosferatublood@bol.com.br. Tem o myspace da banda também www.myspace.com/nosferatubrazil e é só procurar no youtube que tem alguns vídeos da banda.
Valeu!
Abraço!



Confira também:

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 Entrevista The Unhaligäst

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Entrevista Breakout

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Entrevista Fire Strike






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