sexta-feira, 13 de julho de 2018
Resenha – Manipulation – The Future of Immortality (Satanath Records) (2017)
Alguns álbuns ditam os novos rumos que determinados estilos musicais tomarão a partir daquele momento, acredito que esse material “The Future of Immortality” carrega essa missão, de trazer novos elementos, produção moderna, técnica musical muito apurada, são alguns dos elementos que criam a monumentalidade sonora da banda Manipulation.
O som futurista não é apenas na musicalidade, mas também em seu conceito lírico traz uma considerável, empolgante e cativante perspectiva do momento atual, do passado e do futuro da humanidade, da mente humana, da ciência, dos paradigmas psicológicos.
O álbum tem tudo para ser um clássico dessa década, que será sem sombra de dúvidas uma forte referência no futuro para o estilo, mantendo a tradição do estilo, mas com olhos atentos para o futuro, um clássico contemporâneo com certeza.
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quinta-feira, 28 de junho de 2018
Resenha – Aksaya – Kepler (Satanath Records) (2016)
Eu costumo dizer que “Apenas a experiência pode explicar a
experiência”, é assim que funciona a audição, a viagem sonora que é o Kepler da
banda Aksaya, que é um death/black metal francês que mantém a tradição do
estilo, mas traz uma gama de possibilidades sonoras mais modernas, é uma
verdadeira viagem em outros planos, em outras dimensões, é uma experiência
espiritual na escuridão.
Existem diversos climas, atmosferas, harmonias originais e
diferenciadas nos aspectos sonoros, melódicos e caóticos da musicalidade artística
dessa grande banda, muita criatividade, simplicidade, complexidade, ousadia,
tradição, por incrível que pareça convivendo pacificamente no mesmo ambiente
sonoro.
As afinações mais baixas, típicas de guitarras de 7 cordas,
que na minha opinião são a melhor invenção da história do metal, elas dão o
peso descomunal que é encontrado em algumas faixas mais modernas e futuristas,
os teclados são a cor, o formato, a coluna vertebral da musicalidade, embora
eles não estejam presentes o tempo todo, vocais rasgados influenciados pelas
bandas de black metal escandinavas, bateria e baixo são de extrema competência,
tudo muito acima da média, assim como é a belíssima capa, e suas letras em
francês.
Um dos candidatos a melhor álbum lançado no ano de 2016,
extremamente recomendável, beira a perfeição.
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quarta-feira, 27 de junho de 2018
Resenha – Dark Phantom – Nation of Dogs (Satanath Records) (2016)
Banda cheia de sangue nos olhos no seu death/thrash metal
visceral, odioso, desesperado, fora de controle, mas com muita ambição e
profissionalismo na produção.
Os riffs de guitarra são mais calcados no Thrash Metal, em
muitas partes com melodias de heavy metal tradicional que lembra muitas coisas
de bandas como o Judas Priest, e solos com influência do Iron Maiden, Yngwie
Malmsteen, Scorpions, entre outros grandes mestres dos primórdios do metal, mas
o vocal é absurdamente gutural para fãs de Malevolent Creation, Monstrosity,
Vader, os trabalhos de guitarra são um dos maiores destaques desse opus.
As influências musicais do oriente médio também marcam
presença por aqui, fato curioso a banda ser do Iraque, uma agradável surpresa
musical vinda do oriente médio, cada vez mais bandas vem surpreendendo nossos
ouvidos ocidentais, os vocais limpos no estilo Nevermore deixam a cara oriental
do álbum mais evidente.
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sexta-feira, 22 de junho de 2018
Resenha – Suffer Yourself – Ectoplasm (2016) (Satanath Records)
Grande banda de Funeral Doom/Death Metal, com muito peso nas
guitarras, baixo e bateria ritmando a escuridão sonora, belíssimos vocais
femininos líricos para apreciadores de sopranos, vocais guturais e rasgados
marcam presença nessa obra soturna.
As músicas são belíssimas peças para se cultuar a noite, a
misantropia, a escuridão, a solidão, será um grande clássico no futuro esse álbum,
com certeza, se tivesse saído nos anos 90, hoje seria uma clássico da história
do Doom Metal.
As letras são poéticas e de muito bom gosto, toda a produção
musical é maravilhosa, toda a harmonia, ritmo, melodias desse grande artefato
obscuro vindo diretamente do Leste Europeu, da grande Polônia.
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segunda-feira, 18 de junho de 2018
Resenha NordWitch - Mørk profeti (Satanath Records) (2016)
NordWicth é uma banda que faz um Death/Black Metal muito
preciso, eficaz, eficiente, muito bem composto, tocado e produzido, e com
grande influência do Metal dos anos 80 nas guitarras de bandas como Metallica,
Queensryche, Iron Maiden, Judas Priest e Yngwie Malmsteen, muitas melodias
marcantes, esse cd você vai querer ouvir muitas e muitas vezes.
Vocais rasgados dão uma cara quase de death metal melódico
ao material, baixo e bateria dão o peso necessário enquanto as guitarras,
teclados e vocais dão a atmosfera e atmosfera.
Para fãs de bandas de black metal escandinavas como
Bewitched, Nifelheim, Aura Noir, que tem muitos elementos do metal oitentista
em sua sonoridade.
Banda que já começa com um material muito, mais muito acima
da média em termos de produção, talento, composição e produção musical, com
certeza será um grande nome do metal europeu nos próximos anos.
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quarta-feira, 13 de junho de 2018
Resenha – Dig Me no Grave – From Past Aeons (2011) (Satanath Records)
Com certeza o Dig me no Grave é uma das melhores bandas de
death metal surgidas no mundo nos últimos 10 anos, a combinação entre letras
bem feitas lovecraftianas e o peso e a brutalidade do death metal, sempre é bem
vinda.
Os riffs são muito cativantes, pesados, sólidos, as
guitarras e os vocais guturais se destacam nessa gravação, bateria e baixo
cumprem seu papel com uma precisão cirúrgica.
Banda de grande personalidade, originalidade e que vem
fazendo um trabalho muito sólido, sincero e verdadeiro dentro do death metal.
Esse relançamento ainda conta com 2 Bonus Tracks Ao vivo:
Cosmic Cult e Forbidden.
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sexta-feira, 8 de junho de 2018
Resenha – Hellcraft – Apotheosis of War (Satanath Records) (2017)
Grande banda de death metal vinda diretamente da Ucrânia, com
influências de grandes bandas dos anos 90 como: Sinister, Immolation,
Monstrosity, Malevolent Creation, Deicide, entre outros grandes clássicos.
São 8 músicas muito bem trabalhadas, pesadas, rápidas e técnicas,
com destaque para a segunda faixa “Apotheosis of War” com participação do lendário
"Adrie Kloosterwaard” do Sinister.
As guitarras são bem rápidas e certeiras, sempre lembrando a
receita do Malevolent Creation, Sinister, a bateria é bem evidente como era nos
clássicos dessas bandas no começo dos anos 90.
O Vocal é tenebroso e o baixo preciso, dando o clima e o
peso necessário desse grande trabalho, um dos melhores álbuns de 2017 com
certeza.
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segunda-feira, 4 de junho de 2018
Resenha – Neter – Inferus (Satanath Records) (2018)
As influências da música egípcia e de várias culturas/épocas e regiões do oriente médio, somadas a influência e produção musical no mesmo nível de grandes nomes do metal extremo mundial como Nile, Behemoth, Vader, Hate, Azarath, Maat, Belphegor, Morbid Angel, Krisiun entre outros gigantes da brutalidade ao redor do mundo.
A produção é primorosa, clara e cristalina não devendo nada as produções das grandes bandas, dos grandes produtores e das grandes gravadoras do metal extremo.
As letras são de grande criatividade, de profundo conhecimento das crenças egípcias, do paganismo, do ocultismo, de filosofia, é uma arte muito acima da média do que é feito no underground atual.
Essa é mais uma grande banda que já está pronta para desestruturar os pilares do metal extremo em todo o mundo.
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quarta-feira, 30 de maio de 2018
Resenha Moribundo – Raiz Amarga (Satanath Records) (2017)
Doom/Death metal espanhol cantado espanhol muito pesado,
melancólico, atmosférico para fãs de Katatonia, Tiamat, Amorphis, Sentenced,
Incantation, Asphyx, entre outros grandes bandas dos anos 90.
A fúria, o ódio é mesclado com a tristeza, solidão,
misantropia nesse opus cavernoso e fúnebre.
Durante a audição desse material você será surpreendido várias
vezes com a musicalidade desses espanhóis, é de arrepiar tamanha criatividade e
beleza nas composições, os teclados marcam presença dando uma atmosfera inigualável.
Todos os instrumentistas dessa banda são muito talentosos,
versáteis e criativos, é uma belíssima peça do metal espanhol, entra pra
galeria das minhas bandas preferidas desse maravilhoso país e sua incrível cena
metálica.
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segunda-feira, 28 de maio de 2018
Resenha – Mouldered – Chronology of a Rotten Mind (Satanath Records) (2017)
A Colômbia com certeza é o país que mais se produz bandas
com temática Horror/Gore na América Latina, acredito que boa parte das bandas
mais podres desse continente venham desse país.
Você que gosta dos primeiros do Dying Fetus, de Sinister,
Malevolent Creation, Monstrosity e Cannibal Corpse com o Chris Barnes no vocal,
você não pode mais perder nenhum segundo da sua vida sem ouvir essa banda
chamada “Mouldered”.
É muito fudido isso aqui! A banda está de parabéns, espero
que em breve essa banda seja grande, que faça grandes turnês no mundo todo,
pois profissionalmente falando eles já estão mais que prontos.
Eu estou verdadeiramente viciado nas guitarras desse
material, lembram também as guitarras do Aborted, é tudo muito bem tocado,
executado, intenso, insano, é de encher os ouvidos do fã de death metal.
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sexta-feira, 25 de maio de 2018
Resenha – Verthebral – Regeneration (Satanath Records) (2017)
Para os fãs de Obituary, Asphyx, Death(até Spiritual
Healing), Benediction, Bolt Thrower, é muito recomendável essa banda paraguaia
chamada Verthebral.
Riffs insanos que quebraram o seu pescoço e irão explodir
seus ouvidos, não deixando nada nem ninguém vivo, muito impiedoso, é pesado
como o death metal sempre deveria ser.
Vocal cavernoso típico da América do Sul, a bateria muito
semelhante a bateria do Cannibal Corpse, o que é raro de ser, geralmente a
banda tem aquela batida mais tradicional típica do metal dos anos 80 ou o blast
beast mais rápido e técnico possível.
O álbum é sólido, é mortífero, é das cavernas, primitivo
mesmo para os ogros apreciadores da velha escola do death metal do fim dos anos
80 e começo dos anos 90.
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quinta-feira, 24 de maio de 2018
Resenha – Necroheresy – Asylum (Satanath Records) (2017)
Uma grande surpresa vinda da Eslováquia, de uma sonoridade
insanamente perversa, obscura, melancólica, misantrópica, pesada, faltam
adjetivos para definir essa grande obra, um dos melhores álbuns lançados no
mundo todo no ano de 2017 em minha opinião.
É uma produção musical muito clara e definida, mas sem
perder o peso, a sujeira, a atmosfera necessária para se ter um grande trabalho
dentro do metal extremo.
Um dos grandes desse negro artefato é um cover do glorioso
Bathory, do hino “Satan my Master”, que combina muito bem com todo o clima
musical dessa obra da escuridão.
Se você gosta de Death/Black/Thrash metal em suas vertentes
mais podres, insanas e cavernosas, o Necroheresy é mais que recomendável.
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quarta-feira, 23 de maio de 2018
Resenha Humanity Zero – Withered in Isolation (2017) (Satanath Records)
Grande banda de Death/Doom Metal diretamente da Grécia, para
fãs dos álbuns antigos do Sentenced, Tiamat, Edge of Sanity, Amorphis, Opeth,
My Dying Bride, Katatonia, Paradise Lost, entre tantas outras bandas do início
dos anos 90.
O Álbum tem toda uma atmosfera fria, melancólica, fúnebre,
que vemos cada vez menos na cena underground atual, mas algumas bandas
simplesmente resgatam aquele sentimento nostálgico, mágico e único daquela
gloriosa época.
Cada nota musical desse artefato é de um belíssimo bom
gosto, as letras são verdadeiros cultos ao isolamento e a misantropia.
Todos os intrumentos são muito bem executados, com destaques
para a guitarra, teclados e vocais, que dão a maior parte do clima obscuro
dessa obra, bateria e baixo cumprem muito bem o seu papel de dar o ritmo
cadenciado e lento de grande parte dessas belas composições.
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segunda-feira, 14 de maio de 2018
Resenha - Conceived by Hate - Death & Beyond (2016) (Satanath Records)
O Conceived by Hate é uma banda de Death/Thrash de El
Salvador que faz um som que é um mix de Death/Black e Thrash Metal dos anos 80,
para fãs de Sodom, Kreator, Destruction, Assassin, Violent Force, Minotaur,
Darkness e de bandas dos anos 90 como Desaster, Nifelheim e Bewitched.
É um resgate ao metal antigo, mas ao mesmo tempo tem uma
cara de metal do século XXI, essa fórmula sempre funciona, o que realmente
importa é que a banda é do caralho, que é um puta som, se for pra reinventar a
roda, que seja algo realmente bom no fim das contas.
Um grande destaque para as passagens de teclado, são o
tempero necessário e que dão uma identidade maior musical para a banda.
Prepare as cervejas, os cintos de balas e os spikes e sua
jaqueta aborratada de patches para curtir essa grande banda latina.
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terça-feira, 8 de maio de 2018
Resenha - Plasmodium - Entheognosis (2016) (Satanath Records)
Você consegue imaginar uma banda de black metal no estilo
das bandas escandinavas dos anos 90, só que com uma forte influência da
psicodelia dos anos 60/70 e isso sair algo muito interessante de se ouvir e uma
das coisas mais originais dos últimos tempos?
Pode ser difícil de imaginar essa
sonoridade, mas foi uma grande surpresa pra mim, essa banda chamada Plasmodium,
tente aí imagina uma mistura de Darkthrone, Mayhem, Immortal, Samael, Impaled
Nazarene, Satyricon com elementos psicodélicos/progressivos de bandas como Jimi
Hendrix, Blue Cheer, Black Sabbath, Pink Floyd, Cream, só que com uma atmosfera
muito niilista, misantrópica e obscura.
Há muito tempo não ouvia uma banda
tão original e surpreendente, diria que tem alguns elementos góticos/eletrônicos
também, mas pode confiar em mim, a mistura é sensacional.
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quarta-feira, 2 de maio de 2018
Resenha - Cult of the Horns - Chapter I - Domination (2017)
Banda de Death/Black metal profano e cheio de ódio,
recomendando para fãs de Belphegor, Arkhon Infaustus, Morbid Angel, Behemoth,
Immolation entre outros.
Guitarras muito pesadas típicas do death metal dos anos 90 mas com toda uma atmosfera de black metal, eu diria que esse é o encontro perfeito entre os 2 estilos.
Bateria impiedosa, com uma sonoridade que dá o clima necessário
de desespero sonoro, de uma atmosfera cheia de misantropia e ódio.
Os vocais vociferam blasfêmias durante todo esse álbum, que
com certeza é um dos melhores vindos da França dos últimos 10 anos, banda que
tem tudo para se tornar cada vez mais no underground mundial, fique de olho no Cult
of the Horns.
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terça-feira, 24 de abril de 2018
Resenha - Dig Me no Grave - Immemorial Curse (Satanath Records) (2017)
HP Lovecraft e death metal sempre é uma combinação
interessante, é uma viagem cósmica, em se tratando de death metal old school de
ótima qualidade, gravação impressiona, conheça essa banda russa chamada Dig me
no Grave, que é uma das melhores bandas russas da atualidade.
Com vocais típicos de bandas como Benediction, Autopsy,
Sinister e outros gigantes do death metal dos anos 90, bateria precisa, baixo
muito presente e guitarras muito, mas muito pesadas, do jeito que o estilo
realmente deve ser.
Com algumas pitadas de Doom Metal e grindcore daquela mesma época maravilhosa o começo dos anos 90, também indicado para fãs dos trabalhos antigos de bandas como Amorphis, Katatonia, Napalm Death.
Lançamento do selo russo Satanath Records, adquira já a sua
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Banda: Dig Me No Grave
País: Russia
Selo: Satanath Records
Ano de Lançamento: 2017
Formato: CD(Digipack)
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Entrevista - Valgrind (Itália)
Uma das melhores, mais barulhentas, pesadas e insanas bandas italianas de todos os tempos, marcam presença aqui no blog, confira a entrevista que fizemos com o lendário Valgrind.
Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como foi o ano de 2017 para a banda Valgrind e quais são os planos para o futuro?
Daniele: Obrigado pela entrevista, é um prazer! Foi um ano importante para a banda, tocamos alguns shows matadores, melhoramos nossas performances ao vivo e fizemos novos amigos em toda a Europa! O plano para 2018 é lançar o novo álbum em que estamos trabalhando e divulgá-lo com datas maciças em todos os lugares. Penso que será um ano emocionante.
Quais são suas principais influências musicais?
Daniele: Death Metal do começo dos anos 90 representa a nossa principal fonte de inspiração desde o primeiro dia, mas nossos ouvidos não se limitam a isso. Nós também gostamos de um clássico Heavy Metal e de Progressive Rock, e acho que nosso som reflete o fato de ter essa influência clássica em nossas veias.
Como tem sido a recepção de "Seal of Phobos" mundo afora?
Daniele: Foi ótima, mesmo que as produções dividissem um pouco a multidão. Considerando que é apenas um Ep, estamos satisfeitos com os resultados e já vimos apenas avaliações positivas. Foi o passo certo antes do lançamento do novo álbum.
Como foi a parceria com o selo "Everlasting Spew Records"?
Daniele: Até agora foi muito boa. Ambas as partes estão fazendo o seu melhor para fazer os progressos necessários. Não posso esperar para ver o que o futuro nos aguarda.
Quais bandas vocês tem ouvido ultimamente?
Daniele: Só posso falar por mim mesmo, é claro. Apreciei muito o mais recente do Dead Congregation e Cruciamentum. Estou aguardando o novo álbum Necrophobic ansiosamente, ouvi algumas amostras e eles estão bem. Outra banda que me impressionou é Horrendous, adoro o álbum "Anareta"!
Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?
Daniele: Principalmente o mundo antigo. Fatos, lendas, mitologia ... é uma fonte interminável de inspiração. No novo álbum, você vai ouvir algum material de ficção científica, escrevi uma pequena novela que compõe uma trilogia baseada em diários estranhos escritos pelo almirante Byrd. Fique atento para descobrir o que eu estou falando sobre ehehe.
Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.
Daniele: Muito obrigado! Confira a nossa página do Facebook em www.facebook.com/valgrind e os links da bancamp em www.valgrindband.bandcamp.com e www.everlastingspewrecords.bandcamp.com
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Entrevista - Pighead (Alemanha)
A Nova geração do Brutal Death Metal alemão continua revelando bandas insanamente brutais, técnicas e pesadas, confira a entrevista que fizemos com a banda Pighead.
Entrevista realizada em 2016.
Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como tem sido o ano de 2016 para a banda e quais são os planos para o futuro?
Pighead: Olá e obrigado por nos entrevistar! O ano de 2016 foi muito bom para nós. Tivemos muitos shows dentro e fora da Alemanha, fomos no nosso primeiro turnê noturna através de grandes partes da Europa (com as bandas Gorgasm, Rectal Smegma e NervoChaos), lançamos um videoclipe e também lançamos nosso último disco "Until All Flesh Decays" via Rising Nemesis Records. Nossos planos para o futuro são mais shows, turnês e compor o próximo album.
Quais são suas principais influências musicais?
Pighead: Em primeiro lugar, claro, os clássicos do Brutal Death Metal, como Suffocation, Devourment, Dying Fetus ... Essas bandas são nossas principais influências. Mas também ouvimos outros tipos de gêneros dentro do metal ou mesmo de estilos completamente diferentes que têm um certo impacto sobre nós de certa forma. Apenas ouça "The Piggrinder" ou "Corrupted" do nosso último álbum e você ouvirá algumas influências mais amplas, mesmo que essas músicas ainda sejam Brutal Death Metal.
Como tem sido a recepção de "Rotten Body Reanimation" mundo afora?
Pighead: Ele divulgou o nome do Pighead em toda a cena do Death Metal e abriu novas possibilidades, como visitar os EUA, a Rússia e muitos países europeus e alguns grandes festivais. As pessoas estão nos dando comentários muito positivos sobre esse álbum, o que é muito gratificante. O mesmo se aplica ao nosso último lançamento.
Como foi a parceria com o selo "Morbid Generation Records"?
Pighead: A MGR fez a distribuição para o nosso primeiro full-length e também lançou o segundo. Foi nosso primeiro selo e eles nos ajudaram a evoluir. Tivemos um grande momento juntos e ainda somos amigos desses caras.
Quais bandas vocês tem ouvido ultimamente?
Conor: Eu principalmente escuto o Death Metal Old School dos anos 90 como Morbid Angel, Suffocation, Malevolent Creation, Immolation e também muitas coisas obscuras e insanas como Cruciamentum, Primitive Man e Ulcerate. Além disso, eu estou no Black Metal, Grind, Hardcore / Beatdown e Irish Folk haha.
Denny: Eu gosto de ouvir tudo o que é insano e / ou brutal. Dying Fetus, Devourment, Putrid Pile, Insidious Decrepancy/Viral Load, Heinous Killings, Abominable Putridity, Aborted, Exhumed, Plebian Grandstand, Wormrot, Insect Warfare.... ... a lista é quase infinita.
Clemens: Eu ainda ouço regularmente todos os primeiros lançamentos do Unique Leader Records e Unmatched Brutality Records e muito de Grindcore como Discordance Axis, Terrorizer e Assück. Além disso, estive na maior parte ouvindo o dissonant (Death) Metal como Pyrrhon, Coma Cluster Void, Imperial Triumphant e Cleric, John Zorn e Colin Marston, projetos relacionados e muito Fusion. Minha lista de reprodução atual varia de bandas como Abnormal Inhumane, Priapus and Noise Trail Immersion over Exivious and Spiral Architect para iNFiNiEN, Gary Thomas, Steve Coleman e Coltrane clássico ou Sun Ra para Yugen, Birds & Buildings e volta.
Phil: Eu escuto bandas como: Thy Art Is Murder, Despiced Icon, The Black Dahlia Murder, Emmure, The Ghost Inside, Nasty and Brothers Till We Die a maior parte do tempo.
Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.
Pighead: Obrigado por nos apoiar! Se você curti Brutal Death Metal, confira o nosso último lançamento "Until All Flesh Decays", você irá gostar! Você também pode assistir nosso último vídeo musical aqui:
youtube.com/watch?v=DkZS0NbHVJk
Cheers // Pighead
facebook.com/PigheadOfficial
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
Resenha - Rebel Souls - The Force of Darkness (2017)
Uma fantástica introdução de violão com uma sombria atmosfera dá inicio a esse petardo sonoro da banda Rebel Souls, album intitulado "The Force of Darkness".
Tudo aqui é muito pesado e definido, é uma produção impecável, é extraordinária, tamanho cuidado que a banda teve nesse material.
Death Metal com fortes influências de Thrash Metal, vocais guturais poderosos e certeiros, guitarras muito afiadas e certeiras, elas destruirão seus ouvidos.
Impressionante também o trabalho de baixo e bateria, com muitas partes candenciadas e muitas partes insamente rápidas e técnicas, a sonoridade da bateria é muito boa, com uma admirável ambiência, soando muito impactante porém bastante orgânica.
Adquira a sua cópia o quanto antes! Material recomendadíssimo.
Adquira diretamente com a banda, através da página oficial da banda:
https://www.facebook.com/rebelsouls.deathmetal/
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