quinta-feira, 6 de junho de 2019

Resenha - Excommunicated - Death Devout (2018) (Satanath Records)



Sabe quando você decide prestar uma bela homenagem as suas bandas preferidas, aquelas bandas que fizeram você decidir montar uma banda e fazer aquele som que você tanto ama, é como se você voltasse a ter 15 anos novamente, isso é muito divertido,é sensacional.

Você é um aficcionado no death metal e no grindcore dos anos 90, covers de algumas das suas bandas preferidas estão aqui nesse cd, imagine só uma banda lança um cd com covers muito bem feitos, muito bem executados de bandas lendárias como: Morgoth, Grave, Cannibal Corpse, Pungent Stench, entre outros grandes nomes.




As lendas nunca morrem, grandes bandas merecem ser lembradas por toda a eternidade por seu legado,por sua obra. Excommunicated está de parabéns por tijolada no crânio, se você realmente gosta do som extremo da melhor década de todas, a década de 90, não deixe de conferir esse petardo.

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segunda-feira, 27 de maio de 2019

Resenha - Pánico al Miedo (Formador) (2018) (Satanath Records)



Esse é aquela banda que já chama atenção de cara pela arte da capa, se você olhando essa capa suspeitou ser uma arte do lendário Ed Repka que fez dezenas de capas clássicas do metal mundial, um dos artistas mais respeitados desse genero musical.

Thrash/Death Metal em espanhol, com vocal bem agressivo, bateria muito evidente na gravação, baixo marcando muita presença nos alto falantes, recomendadíssimo para fãs de Sepultura antigo, Testament, Dew Scented, Unleashed, e outros grandes nomes do Thrash/Death mundial.




A produção é muito surpreendente, classe A mesmo, só mostra que essa banda não está de brincadeira, eles sabem exatamente o que querem e onde querem chegar, nível de profissionalismo absurdo, super indicado esse trabalho, tanto pela parte sonora quanto pela fantástica arte da capa, simplesmente sensacional!

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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Resenha - Hekata - Ruin (2018)



Banda que faz um grande death metal/grindcore, para fãs de Misery Index,Immolation, Brutal Truth, e os trabalhos mais recentes do Napalm Death.
A Produção é moderna,atual, clara,nítida, definida, o peso das guitarras é um fator que chama a atenção do ouvinte assim que o cd começa a rolar, bateria e baixo contribuem para esse terremoto sonoro. vocais são grandes destaques, eu particularmente gosto muito dessas combinações de vocais guturais/rasgados, produção digna dos mais renomados produtores do metal extremo mundial, trabalho impressionante feito pelo produtor Serge Ivanov.



É uma banda com muito potencial para ter seu nome cada vez mais presente no underground mundial, pois esse material é muito sólido e de uma qualidade muito acima da média.

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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Resenha – Taiga – Cosmos (Satanath Records) (2017)




A Melancolia, a misantropia, a nostalgia contidas nesse opus são gélidas, aterrorizantes, únicas. Que belas melodias de guitarra e teclado, associadas a todo o desespero e insanidade dos vocais, bateria soa extremamente bem, uma excelente sonorização do timbre da bateria durante as gravações.



Muitas partes de vocal limpo e “faladas” dão um toque poético e misterioso a esse grande álbum.
Para fãs de Graveland, Nocturnal Depression, Mütiilation, Moonblood, Nargaroth, Nokturnal Mortum, Vlad Tepes e outros grandes nomes do black metal mundial.
Ouvir esse álbum observando a natureza ou numa bela noite é muito recomendável.
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terça-feira, 2 de outubro de 2018

Resenha – Kashgar – Kashgar (2016) (Satanath Records)




Grande banda de metal extremo com elementos folk diretamente do Quirguistão, é como uma viagem no tempo,existe toda uma atmosfera épica, gloriosa, oriental, além do tempo em sua majestosa musicalidade.
As guitarras pesadas e certeiras são destaque, carregando também uma grande quantidade de criatividade e harmonia, a bateria muito competente e precisa.



Baixo em muitos momentos lembrando baixo de bandas como Iron Maiden, Black Sabbath, Mercyful Fate, mantendo a tradição e a essência do metal clássico.
Os vocais são como de bandas clássicas do Black Metal dos anos 90 como Rotting Christ, Mortuary Drape, Impaled Nazarene, Marduk, entre outras.
A banda detém muitas influências musicais, nisso faz com que a banda tenha um som muito próprio, é uma grande surpresa essa banda vinda desse país tão inesperado.
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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Resenha – Nadir – The Sixth Extinction (Satanath Records) (2017)




Nadir é uma banda húngara que faz um Death Metal mais moderno, que em muitos momentos pode ser denominado do que se tem chamado na última década de “Deathcore”.  Som polido, muito bem produzido, insanamente pesado, técnico e muito criativo.

Algumas passagens lentas dão uma melodia e harmonias muito interessantes, o álbum surpreenderá o ouvinte várias vezes durante sua audição, sugiro até que se escute mais vezes numa mesma semana para assimila-lo melhor.



As letras são reflexivas, muito inteligentes e questionadoras sobre vários aspectos da existência humana.

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terça-feira, 4 de setembro de 2018

Resenha – Solfernus – Neoantichrist (Satanath Records) (2017)



Black Metal ríspido, direto, sem modismos diretamente da República Tcheca na linha grandes hordas dos anos 90 Impaled Nazarene, Absu, Enthroned, Ancient Rites.

A gravação é muito bem feita, profissional, primeira classe, clássico e moderno, tem uma linha musical definida, porém com muita personalidade própria.

As melodias sombrias e macabras marcam presença nesse glorioso opus, vocais rasgados e insanos dão a direção tenebrosa dessa grande sinfonia maléfica.

Com certeza um dos melhores álbuns do Black Metal europeu lançados no ano de 2017.

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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Resenha – Enoquian – Llamas De Gloria Primera (2017) (Satanath Records)




 

Grande horda de black metal argentina, fazendo uma sonoridade primitiva, crua e infernal, como era feito nos primórdios do estilo nos anos 80/90, com influência clara também do metal brasileiro dos anos 90 como Vulcano e Sarcófago.

 

A atmosfera demoníaca, odiosa e ríspida desse opus é magnânima, é uma verdade experiência satânica, é uma viagem no tempo e além do espaço/tempo, as influências de hordas escandinavas como Darkthrone, Immortal, Gorgoroth e Marduk também marcam presença em sua profana musicalidade.

 

Uma grande saudação as grandes hordas do metal negro sul americano, que a chama negra continue acesa em nossas terras.


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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Resenha – Tyakrah – Wintergedanken (2017) (Satanath Records)


Grande horda alemã, com sua sonoridade gélida, depressiva, crua... Influenciada por grandes hordas dos anos 90 como: Darkthrone, Gorgoroth, Nargaroth, Graveland, Judas Iscariot, Immortal.

Todo o sentimento, toda a melancolia registrada nessa obra, são magníficos, são esplendorosos, harmonias de guitarra que dão todo o toque melódico e marcante deste negro artefato germânico.



A gravação é exatamente o que esse tipo de sonoridade, de intenção musical pede, black metal épico, congelante, atmosférico, recomendável para aqueles que sabem que o espírito underground do black metal dos anos 90 não morreu e nem nunca morrerá.

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terça-feira, 7 de agosto de 2018

Resenha Hak-Ed Damm – Holocaust Over Dresden (2017) (Satanath Records)




Grande horda de Black Metal canadense fortemente influenciada por bandas europeias de black metal dos anos 90 como Dark Funeral, Marduk, Setherial, Enthroned, os vocais tem aquele ódio, desespero típico dos vocais do Dark Funeral dos anos 90, a temática da banda já é mais voltada para temas sobre guerra e história.

A parte instrumental mais influenciada pela fase “Panzer Division Marduk” do Marduk e “Armoured Bestial Hell” do Enthroned, bateria muito insana e brutal.



Black Metal extremo, com personalidade, profissionalismo, ótima qualidade de gravação, sem comprometer a atmosfera que o estilo necessita pra se manter “obscuro” sonoramente.

Recomendadíssimo, foi uma grande surpresa em se tratando de black metal, um dos melhores álbuns que ouvi nos últimos anos.

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terça-feira, 24 de julho de 2018

Resenha – Evil Nerfal – Bellum Est Pater Omnium (2018) (Satanath Records).




Black Metal visceral, ríspido, diretamente da Colômbia, influenciados por bandas como Belphegor, Enthroned, Impaled Nazarene, Marduk, Setherial, Dark Funeral, Arkhon Infaustus, derramam todo o ódio contra o cristianismo em 10 hinos satânicos.

Solos de guitarra muito bem elaborados, melodiosos, calcados em influências do metal clássico dos anos 80, vocais rasgados muito competentes, bateria insana, baixo faz o acompanhamento necessário da escuridão sonora.



Material muito recomendado pra quem sente a nostalgia da época de ouro do black metal dos anos 90, onde o black metal era muito mais autêntico, sincero, obscuro, odioso do que nos dias atuais.

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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Resenha – Bestialord – Law of the Burning (Satanath Records) (2018)




Prepare seu pescoço para o som porrada que o Bestialord produz nesse grande álbum, uma eficiente mistura de Death/Thrash/Doom metal durante a execução deste material.

A gravação é mais típica das gravações do metal dos anos 80, o que eu sempre acho muito bom, acho as gravações dos anos 80/90 muito mais orgânicas, empolgantes e eficazes do que as produções modernas.


Existe toda uma atmosfera mais dark e macabra nesse registro, as guitarras são bem pesadas, os vocais rasgados com muita personalidade, baixo e bateria deixam o álbum mais sólido, refrões que ficarão na sua mente e te obrigarão a ouvir esse cd mais vezes.

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sexta-feira, 13 de julho de 2018

Resenha – Manipulation – The Future of Immortality (Satanath Records) (2017)



Alguns álbuns ditam os novos rumos que determinados estilos musicais tomarão a partir daquele momento, acredito que esse material “The Future of Immortality” carrega essa missão, de trazer novos elementos, produção moderna, técnica musical muito apurada, são alguns dos elementos que criam a monumentalidade sonora da banda Manipulation.

O som futurista não é apenas na musicalidade, mas também em seu conceito lírico traz uma considerável, empolgante e cativante perspectiva do momento atual, do passado e do futuro da humanidade, da mente humana, da ciência, dos paradigmas psicológicos.



O álbum tem tudo para ser um clássico dessa década, que será sem sombra de dúvidas uma forte referência no futuro para o estilo, mantendo a tradição do estilo, mas com olhos atentos para o futuro, um clássico contemporâneo com certeza.

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quinta-feira, 28 de junho de 2018

Resenha – Aksaya – Kepler (Satanath Records) (2016)




Eu costumo dizer que “Apenas a experiência pode explicar a experiência”, é assim que funciona a audição, a viagem sonora que é o Kepler da banda Aksaya, que é um death/black metal francês que mantém a tradição do estilo, mas traz uma gama de possibilidades sonoras mais modernas, é uma verdadeira viagem em outros planos, em outras dimensões, é uma experiência espiritual na escuridão.

Existem diversos climas, atmosferas, harmonias originais e diferenciadas nos aspectos sonoros, melódicos e caóticos da musicalidade artística dessa grande banda, muita criatividade, simplicidade, complexidade, ousadia, tradição, por incrível que pareça convivendo pacificamente no mesmo ambiente sonoro.



As afinações mais baixas, típicas de guitarras de 7 cordas, que na minha opinião são a melhor invenção da história do metal, elas dão o peso descomunal que é encontrado em algumas faixas mais modernas e futuristas, os teclados são a cor, o formato, a coluna vertebral da musicalidade, embora eles não estejam presentes o tempo todo, vocais rasgados influenciados pelas bandas de black metal escandinavas, bateria e baixo são de extrema competência, tudo muito acima da média, assim como é a belíssima capa, e suas letras em francês.

Um dos candidatos a melhor álbum lançado no ano de 2016, extremamente recomendável, beira a perfeição.

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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Resenha – Dark Phantom – Nation of Dogs (Satanath Records) (2016)




Banda cheia de sangue nos olhos no seu death/thrash metal visceral, odioso, desesperado, fora de controle, mas com muita ambição e profissionalismo na produção.

Os riffs de guitarra são mais calcados no Thrash Metal, em muitas partes com melodias de heavy metal tradicional que lembra muitas coisas de bandas como o Judas Priest, e solos com influência do Iron Maiden, Yngwie Malmsteen, Scorpions, entre outros grandes mestres dos primórdios do metal, mas o vocal é absurdamente gutural para fãs de Malevolent Creation, Monstrosity, Vader, os trabalhos de guitarra são um dos maiores destaques desse opus.



As influências musicais do oriente médio também marcam presença por aqui, fato curioso a banda ser do Iraque, uma agradável surpresa musical vinda do oriente médio, cada vez mais bandas vem surpreendendo nossos ouvidos ocidentais, os vocais limpos no estilo Nevermore deixam a cara oriental do álbum mais evidente.

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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Resenha – Suffer Yourself – Ectoplasm (2016) (Satanath Records)




Grande banda de Funeral Doom/Death Metal, com muito peso nas guitarras, baixo e bateria ritmando a escuridão sonora, belíssimos vocais femininos líricos para apreciadores de sopranos, vocais guturais e rasgados marcam presença nessa obra soturna.

As músicas são belíssimas peças para se cultuar a noite, a misantropia, a escuridão, a solidão, será um grande clássico no futuro esse álbum, com certeza, se tivesse saído nos anos 90, hoje seria uma clássico da história do Doom Metal.



As letras são poéticas e de muito bom gosto, toda a produção musical é maravilhosa, toda a harmonia, ritmo, melodias desse grande artefato obscuro vindo diretamente do Leste Europeu, da grande Polônia.

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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Resenha NordWitch - Mørk profeti (Satanath Records) (2016)




NordWicth é uma banda que faz um Death/Black Metal muito preciso, eficaz, eficiente, muito bem composto, tocado e produzido, e com grande influência do Metal dos anos 80 nas guitarras de bandas como Metallica, Queensryche, Iron Maiden, Judas Priest e Yngwie Malmsteen, muitas melodias marcantes, esse cd você vai querer ouvir muitas e muitas vezes.

Vocais rasgados dão uma cara quase de death metal melódico ao material, baixo e bateria dão o peso necessário enquanto as guitarras, teclados e vocais dão a atmosfera e atmosfera.



Para fãs de bandas de black metal escandinavas como Bewitched, Nifelheim, Aura Noir, que tem muitos elementos do metal oitentista em sua sonoridade.

Banda que já começa com um material muito, mais muito acima da média em termos de produção, talento, composição e produção musical, com certeza será um grande nome do metal europeu nos próximos anos.

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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Resenha – Dig Me no Grave – From Past Aeons (2011) (Satanath Records)




Com certeza o Dig me no Grave é uma das melhores bandas de death metal surgidas no mundo nos últimos 10 anos, a combinação entre letras bem feitas lovecraftianas e o peso e a brutalidade do death metal, sempre é bem vinda.

Os riffs são muito cativantes, pesados, sólidos, as guitarras e os vocais guturais se destacam nessa gravação, bateria e baixo cumprem seu papel com uma precisão cirúrgica.



Banda de grande personalidade, originalidade e que vem fazendo um trabalho muito sólido, sincero e verdadeiro dentro do death metal.

Esse relançamento ainda conta com 2 Bonus Tracks Ao vivo: Cosmic Cult e Forbidden.

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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Resenha – Hellcraft – Apotheosis of War (Satanath Records) (2017)




Grande banda de death metal vinda diretamente da Ucrânia, com influências de grandes bandas dos anos 90 como: Sinister, Immolation, Monstrosity, Malevolent Creation, Deicide, entre outros grandes clássicos.

São 8 músicas muito bem trabalhadas, pesadas, rápidas e técnicas, com destaque para a segunda faixa “Apotheosis of War” com participação do lendário "Adrie Kloosterwaard” do Sinister.


As guitarras são bem rápidas e certeiras, sempre lembrando a receita do Malevolent Creation, Sinister, a bateria é bem evidente como era nos clássicos dessas bandas no começo dos anos 90.

O Vocal é tenebroso e o baixo preciso, dando o clima e o peso necessário desse grande trabalho, um dos melhores álbuns de 2017 com certeza.

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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Resenha – Neter – Inferus (Satanath Records) (2018)



As influências da música egípcia e de várias culturas/épocas e regiões do oriente médio, somadas a influência e produção musical no mesmo nível de grandes nomes do metal extremo mundial como Nile, Behemoth, Vader, Hate, Azarath, Maat, Belphegor, Morbid Angel, Krisiun entre outros gigantes da brutalidade ao redor do mundo.

A produção é primorosa, clara e cristalina não devendo nada as produções das grandes bandas, dos grandes produtores e das grandes gravadoras do metal extremo.





As letras são de grande criatividade, de profundo conhecimento das crenças egípcias, do paganismo, do ocultismo, de filosofia, é uma arte muito acima da média do que é feito no underground atual.

Essa é mais uma grande banda que já está pronta para desestruturar os pilares do metal extremo em todo o mundo.

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