domingo, 4 de agosto de 2019
Resenha - Humanity Zero - Proselytism (2018) (Satanath Records)
Uma das melhores bandas de death/doom metal do mundo! Simples assim! Humanity Zero mostra nesse mais recente trabalho intitulado "Proselytism", que eles alcançaram o auge,o melhor momento de toda a sua ótima carreira com esse macabro, sinistro, melancólico álbum.
Para fãs dos trabalhos clássicos de Katatonia, Anathema, My Dying Bride, Amorphis, Sentenced, Septic Flesh, Asphyx, Incantation, entre grandes outros nomes do underground da melhor década da história da humanidade, que foram os inesquecíveis anos 90.
Teclados dão uma atmosfera única, os vocais e as guitarras fazem você se sentir novamente naqueles tempos que o doom estava no auge da sua criatividade musical, bateria e baixo dão o peso extra, pra deixar ainda mais monumental a atmosfera sonora contida nesse grande trabalho.
Um dos 10 melhores do ano de 2018? na minha opinião com certeza sim!
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domingo, 28 de julho de 2019
Resenha - Garhelenth - About Pessimistic Elements & Rebirth of Tragedy (2017) (Satanath Records)
Grande horda de Black Metal nos moldes das clássicas bandas da Noruega e da Suécia dos anos 90, muito influenciada por Gorgoroth, Mayhem, Immortal, Tsjuder, Satyricon, Marduk, Dark Funeral entre outras grandes do período mais importante do estilo que foi nos anos 90.
A banda tem a postura, o extremismo, a atitude, a sonoridade que eu acho que está um pouco em falta no cenário black metal atual, ela tem todos os elementos que fizeram com que eu achasse o black metal algo extremamente fascinante quando eu era adolescente, era um estilo único, de atmosfera única, era sensacional.
Se você é um grande fã das clássicas hordas do black metal escandinavo, com certeza Garhelenth é uma ótima pedida pra fazer parte da sua coleção.
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domingo, 21 de julho de 2019
Resenha - Demonic Obedience - Fatalistic Uprisal Of Abhorrent Creation (2018) (Satanath Records)
Banda européia de sonoridade fortemente influenciada pela cena Norte Americana do começo dos anos 90 de bandas como: Immolation, Monstrosity, Cannibal Corpse e Malevolent Creation, só que com uma gravação mais típica de 2000 pra cá, essa banda pratica o death metal old school porém com uma produção bastante atual, a qualidade da produção/masterização do álbum é magnifica.
Muita criatividade, diversidade e grande habilidade técnica nos riffs pesados, técnicos e brutais do monumental álbum "Fatalistic Uprisal Of Abhorrent Creation", as mudanças de ritmos/andamentos são muito surpreendentes, não é um album previsível e mais do mesmo de forma alguma, é sim um dos melhores lançamentos do ano de 2018 pra quem realmente gosta de death metal brutal, rápido, pesado, técnico e muito bem tocado, recomendadíssimo.
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terça-feira, 2 de julho de 2019
Resenha - Fervent Hate - Tales of Hate, Lust and Chaos (Satanath Records) (2018)
Essa é com certeza a banda peruana com a sonoridade mais sueca que eu ouvi em toda a minha vida, aquele típico som de Amplificador Marshall Jcm 800 ou 900 + Pedal Boss Heavy Metal de bandas como Entombed, Grave, Dismember entre outros gigantes do death metal sueco.
As sonoridades das guitarras me lembram muito quando eu fui num show do Dismember em São Paulo no ano de 2008, eu tenho a mesma sensação ao ouvir esse album, é como se eu voltasse no tempo, isso é incrível de verdade.
Se você é como eu, que aquela cena do death metal sueco do começo dos anos 90 faz parte da trilha sonora da sua vida, não perca tempo e adquira esse cd maravilhoso, eu ouvi ele 2 vezes seguidas de tanto que eu gostei (risos).
Fervent Hate foi uma monstruosa surpresa nos últimos tempos pra mim!
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segunda-feira, 1 de julho de 2019
Resenha - Godless Enthropia - Tetracyclic Dominion (2018) (Satanath Records)
O Death Metal italiano continua surpreendendo com excelentes bandas, é incrível o nível técnico, a brutalidade,o peso e a produção musical insana do Godless Enthropia, esse álbum é maravilhoso, é único, é um grande acontecimento musical na cena underground mundial .
Tem muita personalidade, é com certeza uma das bandas de death metal mais originais surgidas no mundo todo nos últimos 10 anos, as influências são muito diversificadas e eu diria que agradará os mais variados fãs dentro da musica extrema.
Um trabalho musical muito polido, de ótimo bom gosto nas composições, de uma complexidade musical absurda, não deixem de conferir o monumental "Tetracyclic Dominion", simplesmente imperdível.
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sábado, 22 de junho de 2019
Entrevista Insanitah (Brasil)
O Brasil cada vez mais tem excelentes bandas nos mais variados gêneros do Metal, um grande nome atual é o Insanitah, que faz um death/thrash metal cheio de profissionalismo, peso e qualidade acima da média, confira a entrevista que fizemos com o Paulo.
Saudações Paulo, muito obrigado por nos ceder essa
entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-lo,
como está sendo o ano de 2019 para a banda Insanitah e quais são os planos para
o futuro?
Paulo- O prazer é meu, muito obrigado pela oportunidade de conversar com você e a
galera que acompanha seu blog.
2019 está sendo um
ano de reciclagem para nós. No ano passado trocamos duas vezes de baterista,
então os planos todos sofreram um atraso, o EP ao vivo, que gravamos em abril
de 2018 acabou não sendo lançado por conta da primeira baixa, mudamos o plano
para um EP de estúdio quando o outro baterista entrou, mas devido ao segundo
desligamento acabou não acontecendo
embora tenhamos material para um full lenght. Essas trocas de integrantes mesmo
sendo necessárias em algumas circunstâncias, como foram no nosso caso, atrasam
demais os processos de produção de material, e no caso do Insanitah, por ter um
estilo bem definido, com influências tão especificas é muito difícil encontrar músicos
que “encaixem”. Estamos hoje, trabalhando essas músicas novas com o baterista
atual Osmar Oga Jr., e planejando o lançamento de um EP até o fim do ano para
em 2020 lançar o Full Lenght.
Quais são suas principais influências musicais?
Paulo- Minhas influências pessoais são
bem abrangentes, mas basicamente vão do Thrash ao Death. Kreator, Slayer,
Sodom, Destruction, Nuclear Assault indo ao death mais tradicional, como
Obituary, Bolt Thrower, Entombed,
Carcass e além, como o óbvio Death, Cynic, Atheist , Pestilence e Sadus, só pra
citar as que eu acho que aparecem mais na nossa música. Gosto de outras coisas
que não são evidentes para quem ouve, mas para mim, sim. Influências são
importantes na formação da identidade de qualquer banda.
Como tem sido a recepção de “The Mechanism of Forgotten
Ages” mundo afora?
Paulo- “The Mechanism...” foi lançado a 3 anos, maio de 2016, e
acho que foi bem proveitoso para nós, meio que nos trouxe de volta à cena e
abriu muitas possibilidades, como conhecer bandas, pessoas e casas onde
acabamos tocando eventualmente, fizemos entrevistas bem legais como esta aqui,
e isso nos possibilitou mostrar nosso trabalho para bastante gente. Foi bem
aceito e acho que o saldo dele é positivo, ouvimos e lemos críticas que na
maioria absoluta foram boas , então acho que a missão do EP nesse sentido foi
cumprida. Mostrou a intenção musical que temos desde o principio e foi
compreendido assim.
Quais bandas você tem ouvido ultimamente?
Paulo- Peguei bandas de metal que não
tinha dado a devida atenção até então,
como o Gorod, Obscura, banda que o Fernando Palmieri (baixista/vocal)
gosta muito mas eu ainda não tinha ouvido com calma, Psycroptic, entre outras,
além de coisas que têm pouco a ver com o estilo como Tom Waits, que é algo
constante para mim a bastante tempo. Tenho procurado ouvir bandas do
Underground brasileiro, e estamos de fato passando por um momento muito
produtivo, bandas muito competentes fazendo trabalhos poderosíssimos, com uma
qualidade que não deve nada para as bandas gringas.
Quais são as principais inspirações para as composições das
letras da banda?
Paulo- Temos letras minhas e do
Fernando nas nossas músicas, ele escreve letras mais incisivas, algumas
baseadas em críticas sociais, contra qualquer tipo de opressão. O gatilho para
despertar uma ideia é um livro, um filme, uma música, enfim, isso é muito
variado. Comigo acontece igual, os gatilhos
são os mesmos, livros, filmes, etc, também gosto de abordar contra opressões em
geral, mas coloco isso de maneira diferente, usando muito mais paralelos para
possibilitar dupla, às vezes tripla interpretação. Então nada do que está sendo
dito, pode ser lido ao pé da letra. Gosto de ocultismo, e acho que aparece um
pouco , mas não na superfície. E a ideia é exatamente essa.
Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações
finais e um recado para aqueles que apóiam a banda e leitores do blog, deixe
seus contatos.
Paulo- Muito obrigado, Isaias, pela
oportunidade de conversar com você e seus leitores, poder estar em contato com
quem acompanha o desenvolvimento do Underground como vocês é sem dúvida um dos
maiores benefícios de fazer o que fazemos. Apoiem as bandas, divulguem os trabalhos
independentes e reúnam-se, só assim garantiremos o espaço tão importante para
todos nós. Um grande abraço a todos os nossos amigos, às bandas com quem
tivemos o prazer de dividir o palco, à cada um que como o Blog Questões e
Argumentos dá espaço para quem faz música cheia de honestidade e faz as
engrenagens continuarem rodando. Tem muita coisa boa e de qualidade
acontecendo,e cada um que se
envolve,divulgando, comparecendo a eventos,
comprando material , como quer que seja,
é importante. O Underground não é feito só de bandas.
Um abraço a
todos, nos vemos nos palcos!
terça-feira, 11 de junho de 2019
Resenha - Vomitile - Pure Eternal Hate (2018) (Satanath Records)
Guitarras de 7 cordas são a melhor invenção da história da musica na minha opinião, aliadas um vocal gutural, um baixo pesado e uma bateria insana, nada supera essa combinação,eu amo a sonoridade de bandas que sabem utilizar isso a serviço do peso e da brutalidade dentro do death metal.
Se você gosta de bandas como Morbid Angel, Behemoth, Vader, Cannibal Corpse, Krisiun, Hate, entre outras bandas que foram responsáveis pela "modernização" do death metal no fim dos anos 90, trazendo uma nova era de brutalidade e grandiosidade dentro do metal extremo, com toda certeza você irá adquirir esse petardo álbum chamado "Pure Eternal Hate" da excelente banda de death metal chamada Vomitile.
Se continuarem nesse caminho, em pouco tempo essa banda figurará entre os grandes do metal extremo mundial, a banda já está mais do que preparada para se tornar um grande nome no underground nos próximos anos.
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sexta-feira, 7 de junho de 2019
Resenha Wrathrone - Reflections of Torment (2018) (Satanath Records)
Grande revelação do death metal finlandês, com certeza uma das melhores bandas finlandesas dos últimos 10 anos, banda que pratica o death metal clássico influenciado principalmente pela cena sueca dos anos 90 e por bandas americanas como o Autopsy, Massacre, Obituary, fortes influências de grindcore de bandas como: Napalm Death, Terrorizer e Brutal Truth também são nítidas nesse grande Opus.
Wrathrone despeja toda a sua fúria sonora nesse magnífico material intitulado "Reflections of Torment", os vocais desse álbum são muito insanos, são viciantes, fazia um bom tempo que um vocalista não me impressionava dessa maneira.
As composições são furiosas, impiedosas, o disco é um verdadeiro furacão de brutalidade sonora, guitarras são cortantes, bateria muito pesada, baixo explodindo os auto falantes, banda indispensável na coleção de qualquer maniaco do death metal.
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quinta-feira, 6 de junho de 2019
Resenha - Excommunicated - Death Devout (2018) (Satanath Records)
Sabe quando você decide prestar uma bela homenagem as suas bandas preferidas, aquelas bandas que fizeram você decidir montar uma banda e fazer aquele som que você tanto ama, é como se você voltasse a ter 15 anos novamente, isso é muito divertido,é sensacional.
Você é um aficcionado no death metal e no grindcore dos anos 90, covers de algumas das suas bandas preferidas estão aqui nesse cd, imagine só uma banda lança um cd com covers muito bem feitos, muito bem executados de bandas lendárias como: Morgoth, Grave, Cannibal Corpse, Pungent Stench, entre outros grandes nomes.
As lendas nunca morrem, grandes bandas merecem ser lembradas por toda a eternidade por seu legado,por sua obra. Excommunicated está de parabéns por tijolada no crânio, se você realmente gosta do som extremo da melhor década de todas, a década de 90, não deixe de conferir esse petardo.
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segunda-feira, 27 de maio de 2019
Resenha - Pánico al Miedo (Formador) (2018) (Satanath Records)
Esse é aquela banda que já chama atenção de cara pela arte da capa, se você olhando essa capa suspeitou ser uma arte do lendário Ed Repka que fez dezenas de capas clássicas do metal mundial, um dos artistas mais respeitados desse genero musical.
Thrash/Death Metal em espanhol, com vocal bem agressivo, bateria muito evidente na gravação, baixo marcando muita presença nos alto falantes, recomendadíssimo para fãs de Sepultura antigo, Testament, Dew Scented, Unleashed, e outros grandes nomes do Thrash/Death mundial.
A produção é muito surpreendente, classe A mesmo, só mostra que essa banda não está de brincadeira, eles sabem exatamente o que querem e onde querem chegar, nível de profissionalismo absurdo, super indicado esse trabalho, tanto pela parte sonora quanto pela fantástica arte da capa, simplesmente sensacional!
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sexta-feira, 10 de maio de 2019
Resenha - Hekata - Ruin (2018)
Banda que faz um grande death metal/grindcore, para fãs de Misery Index,Immolation, Brutal Truth, e os trabalhos mais recentes do Napalm Death.
A Produção é moderna,atual, clara,nítida, definida, o peso das guitarras é um fator que chama a atenção do ouvinte assim que o cd começa a rolar, bateria e baixo contribuem para esse terremoto sonoro. vocais são grandes destaques, eu particularmente gosto muito dessas combinações de vocais guturais/rasgados, produção digna dos mais renomados produtores do metal extremo mundial, trabalho impressionante feito pelo produtor Serge Ivanov.
É uma banda com muito potencial para ter seu nome cada vez mais presente no underground mundial, pois esse material é muito sólido e de uma qualidade muito acima da média.
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sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Resenha – Taiga – Cosmos (Satanath Records) (2017)
A Melancolia, a misantropia, a nostalgia contidas nesse opus
são gélidas, aterrorizantes, únicas. Que belas melodias de guitarra e teclado,
associadas a todo o desespero e insanidade dos vocais, bateria soa extremamente
bem, uma excelente sonorização do timbre da bateria durante as gravações.
Muitas partes de vocal limpo e “faladas” dão um toque poético
e misterioso a esse grande álbum.
Para fãs de Graveland, Nocturnal Depression, Mütiilation, Moonblood,
Nargaroth, Nokturnal Mortum, Vlad Tepes e outros grandes nomes do black metal
mundial.
Ouvir esse álbum observando a natureza ou numa bela noite é
muito recomendável.
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terça-feira, 2 de outubro de 2018
Resenha – Kashgar – Kashgar (2016) (Satanath Records)
Grande banda de metal extremo com elementos folk diretamente
do Quirguistão, é como uma viagem no tempo,existe toda uma atmosfera épica,
gloriosa, oriental, além do tempo em sua majestosa musicalidade.
As guitarras pesadas e certeiras são destaque, carregando
também uma grande quantidade de criatividade e harmonia, a bateria muito
competente e precisa.
Baixo em muitos momentos lembrando baixo de bandas como Iron
Maiden, Black Sabbath, Mercyful Fate, mantendo a tradição e a essência do metal
clássico.
Os vocais são como de bandas clássicas do Black Metal dos
anos 90 como Rotting Christ, Mortuary Drape, Impaled Nazarene, Marduk, entre
outras.
A banda detém muitas influências musicais, nisso faz com que
a banda tenha um som muito próprio, é uma grande surpresa essa banda vinda
desse país tão inesperado.
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quinta-feira, 27 de setembro de 2018
Resenha – Nadir – The Sixth Extinction (Satanath Records) (2017)
Nadir é uma banda húngara que faz um Death Metal mais
moderno, que em muitos momentos pode ser denominado do que se tem chamado na última
década de “Deathcore”. Som polido, muito
bem produzido, insanamente pesado, técnico e muito criativo.
Algumas passagens lentas dão uma melodia e harmonias muito
interessantes, o álbum surpreenderá o ouvinte várias vezes durante sua audição,
sugiro até que se escute mais vezes numa mesma semana para assimila-lo melhor.
As letras são reflexivas, muito inteligentes e
questionadoras sobre vários aspectos da existência humana.
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terça-feira, 4 de setembro de 2018
Resenha – Solfernus – Neoantichrist (Satanath Records) (2017)
Black Metal ríspido, direto, sem modismos diretamente da República
Tcheca na linha grandes hordas dos anos 90 Impaled Nazarene, Absu, Enthroned,
Ancient Rites.
A gravação é muito bem feita, profissional, primeira classe,
clássico e moderno, tem uma linha musical definida, porém com muita
personalidade própria.
As melodias sombrias e macabras marcam presença nesse
glorioso opus, vocais rasgados e insanos dão a direção tenebrosa dessa grande
sinfonia maléfica.
Com certeza um dos melhores álbuns do Black Metal europeu
lançados no ano de 2017.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2018
Resenha – Enoquian – Llamas De Gloria Primera (2017) (Satanath Records)
Grande horda de
black metal argentina, fazendo uma sonoridade primitiva, crua e infernal, como
era feito nos primórdios do estilo nos anos 80/90, com influência clara também
do metal brasileiro dos anos 90 como Vulcano e Sarcófago.
A atmosfera
demoníaca, odiosa e ríspida desse opus é magnânima, é uma verdade experiência
satânica, é uma viagem no tempo e além do espaço/tempo, as influências de
hordas escandinavas como Darkthrone, Immortal, Gorgoroth e Marduk também marcam
presença em sua profana musicalidade.
Uma grande
saudação as grandes hordas do metal negro sul americano, que a chama negra
continue acesa em nossas terras.
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segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Resenha – Tyakrah – Wintergedanken (2017) (Satanath Records)
Grande horda alemã, com sua sonoridade gélida, depressiva,
crua... Influenciada por grandes hordas dos anos 90 como: Darkthrone,
Gorgoroth, Nargaroth, Graveland, Judas Iscariot, Immortal.
Todo o sentimento, toda a melancolia registrada nessa obra,
são magníficos, são esplendorosos, harmonias de guitarra que dão todo o toque
melódico e marcante deste negro artefato germânico.
A gravação é exatamente o que esse tipo de sonoridade, de intenção musical pede, black metal épico, congelante, atmosférico, recomendável para aqueles que sabem que o espírito underground do black metal dos anos 90 não morreu e nem nunca morrerá.
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terça-feira, 7 de agosto de 2018
Resenha Hak-Ed Damm – Holocaust Over Dresden (2017) (Satanath Records)
Grande horda de Black Metal canadense fortemente
influenciada por bandas europeias de black metal dos anos 90 como Dark Funeral,
Marduk, Setherial, Enthroned, os vocais tem aquele ódio, desespero típico dos
vocais do Dark Funeral dos anos 90,
a temática da banda já é mais voltada para temas sobre
guerra e história.
A parte instrumental mais influenciada pela fase “Panzer Division
Marduk” do Marduk e “Armoured Bestial Hell” do Enthroned, bateria muito insana
e brutal.
Black Metal extremo, com personalidade, profissionalismo, ótima
qualidade de gravação, sem comprometer a atmosfera que o estilo necessita pra
se manter “obscuro” sonoramente.
Recomendadíssimo, foi uma grande surpresa em se tratando de
black metal, um dos melhores álbuns que ouvi nos últimos anos.
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terça-feira, 24 de julho de 2018
Resenha – Evil Nerfal – Bellum Est Pater Omnium (2018) (Satanath Records).
Black Metal visceral, ríspido, diretamente da Colômbia,
influenciados por bandas como Belphegor, Enthroned, Impaled Nazarene, Marduk,
Setherial, Dark Funeral, Arkhon Infaustus, derramam todo o ódio contra o
cristianismo em 10 hinos satânicos.
Solos de guitarra muito bem elaborados, melodiosos, calcados
em influências do metal clássico dos anos 80, vocais rasgados muito
competentes, bateria insana, baixo faz o acompanhamento necessário da escuridão
sonora.
Material muito recomendado pra quem sente a nostalgia da época
de ouro do black metal dos anos 90, onde o black metal era muito mais autêntico,
sincero, obscuro, odioso do que nos dias atuais.
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sexta-feira, 20 de julho de 2018
Resenha – Bestialord – Law of the Burning (Satanath Records) (2018)
Prepare seu pescoço para o som porrada que o Bestialord
produz nesse grande álbum, uma eficiente mistura de Death/Thrash/Doom metal
durante a execução deste material.
A gravação é mais típica das gravações do metal dos anos 80,
o que eu sempre acho muito bom, acho as gravações dos anos 80/90 muito mais orgânicas,
empolgantes e eficazes do que as produções modernas.
Existe toda uma atmosfera mais dark e macabra nesse registro, as guitarras são bem pesadas, os vocais rasgados com muita personalidade, baixo e bateria deixam o álbum mais sólido, refrões que ficarão na sua mente e te obrigarão a ouvir esse cd mais vezes.
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