domingo, 4 de agosto de 2019

Resenha - Humanity Zero - Proselytism (2018) (Satanath Records)



Uma das melhores bandas de death/doom metal do mundo! Simples assim! Humanity Zero mostra nesse mais recente trabalho intitulado "Proselytism", que eles alcançaram o auge,o melhor momento de toda a sua ótima carreira com esse macabro, sinistro, melancólico álbum.

Para fãs dos trabalhos clássicos de Katatonia, Anathema, My Dying Bride, Amorphis, Sentenced, Septic Flesh, Asphyx, Incantation, entre grandes outros nomes do underground da melhor década da história da humanidade, que foram os inesquecíveis anos 90.



Teclados dão uma atmosfera única, os vocais e as guitarras fazem você se sentir novamente naqueles tempos que o doom estava no auge da sua criatividade musical, bateria e baixo dão o peso extra, pra deixar ainda mais monumental a atmosfera sonora contida nesse grande trabalho.

Um dos 10 melhores do ano de 2018? na minha opinião com certeza sim!

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domingo, 28 de julho de 2019

Resenha - Garhelenth - About Pessimistic Elements & Rebirth of Tragedy (2017) (Satanath Records)


Grande horda de Black Metal nos moldes das clássicas bandas da Noruega e da Suécia dos anos 90, muito influenciada por Gorgoroth, Mayhem, Immortal, Tsjuder, Satyricon, Marduk, Dark Funeral entre outras grandes do período mais importante do estilo que foi nos anos 90.





A banda tem a postura, o extremismo, a atitude, a sonoridade que eu acho que está um pouco em falta no cenário black metal atual, ela tem todos os elementos que fizeram com que eu achasse o black metal algo extremamente fascinante quando eu era adolescente, era um estilo único, de atmosfera única, era sensacional.

Se você é um grande fã das clássicas hordas do black metal escandinavo, com certeza Garhelenth é uma ótima pedida pra fazer parte da sua coleção.

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domingo, 21 de julho de 2019

Resenha - Demonic Obedience - Fatalistic Uprisal Of Abhorrent Creation (2018) (Satanath Records)



Banda européia de sonoridade fortemente influenciada pela cena Norte Americana do começo dos anos 90 de bandas como: Immolation, Monstrosity, Cannibal Corpse e Malevolent Creation, só que com uma gravação mais típica de 2000 pra cá, essa banda pratica o death metal old school porém com uma produção bastante atual, a qualidade da produção/masterização do álbum é magnifica.





Muita criatividade, diversidade e grande habilidade técnica nos riffs pesados, técnicos e brutais do monumental álbum "Fatalistic Uprisal Of Abhorrent Creation", as mudanças de ritmos/andamentos são muito surpreendentes, não é um album previsível e mais do mesmo de forma alguma, é sim um dos melhores lançamentos do ano de 2018 pra quem realmente gosta de death metal brutal, rápido, pesado, técnico e muito bem tocado, recomendadíssimo.

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terça-feira, 2 de julho de 2019

Resenha - Fervent Hate - Tales of Hate, Lust and Chaos (Satanath Records) (2018)


Essa é com certeza a banda peruana com a sonoridade mais sueca que eu ouvi em toda a minha vida, aquele típico som de Amplificador Marshall Jcm 800 ou 900 + Pedal Boss Heavy Metal de bandas como Entombed, Grave, Dismember entre outros gigantes do death metal sueco.

 As sonoridades das guitarras me lembram muito quando eu fui num show do Dismember em São Paulo no ano de 2008, eu tenho a mesma sensação ao ouvir esse album, é como se eu voltasse no tempo, isso é incrível de verdade.




Se você é como eu, que aquela cena do death metal sueco do começo dos anos 90 faz parte da trilha sonora da sua vida, não perca tempo e adquira esse cd maravilhoso, eu ouvi ele 2 vezes seguidas de tanto que eu gostei (risos).

Fervent Hate foi uma monstruosa surpresa nos últimos tempos pra mim!

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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Resenha - Godless Enthropia - Tetracyclic Dominion (2018) (Satanath Records)



O Death Metal italiano continua surpreendendo com excelentes bandas, é incrível o nível técnico, a brutalidade,o peso e a produção musical insana do Godless Enthropia, esse álbum é maravilhoso, é único, é um grande acontecimento musical na cena underground mundial .

Tem muita personalidade, é com certeza uma das bandas de death metal mais originais surgidas no mundo todo nos últimos 10 anos, as influências são muito diversificadas e eu diria que agradará os mais variados fãs dentro da musica extrema.



Um trabalho musical muito polido, de ótimo bom gosto nas composições, de uma complexidade musical absurda, não deixem de conferir o monumental "Tetracyclic Dominion", simplesmente imperdível.

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sábado, 22 de junho de 2019

Entrevista Insanitah (Brasil)

O Brasil cada vez mais tem excelentes bandas nos mais variados gêneros do Metal, um grande nome atual é o Insanitah, que faz um death/thrash metal cheio de profissionalismo, peso e qualidade acima da média, confira a entrevista que fizemos com o Paulo.



Saudações Paulo, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2019 para a banda Insanitah e quais são os planos para o futuro?

    Paulo- O prazer é meu, muito obrigado  pela oportunidade de conversar com você e a galera que acompanha seu blog.
    2019 está sendo um ano de reciclagem para nós. No ano passado trocamos duas vezes de baterista, então os planos todos sofreram um atraso, o EP ao vivo, que gravamos em abril de 2018 acabou não sendo lançado por conta da primeira baixa, mudamos o plano para um EP de estúdio quando o outro baterista entrou, mas devido ao segundo desligamento  acabou não acontecendo embora tenhamos material para um full lenght. Essas trocas de integrantes mesmo sendo necessárias em algumas circunstâncias, como foram no nosso caso, atrasam demais os processos de produção de material, e no caso do Insanitah, por ter um estilo bem definido, com influências tão especificas é muito difícil encontrar músicos que “encaixem”. Estamos hoje, trabalhando essas músicas novas com o baterista atual Osmar Oga Jr., e planejando o lançamento de um EP até o fim do ano para em 2020 lançar o Full Lenght.

Quais são suas principais influências musicais?

   Paulo- Minhas influências pessoais são bem abrangentes, mas basicamente vão do Thrash ao Death. Kreator, Slayer, Sodom, Destruction, Nuclear Assault indo ao death mais tradicional, como Obituary,  Bolt Thrower, Entombed, Carcass e além, como o óbvio Death, Cynic, Atheist , Pestilence e Sadus, só pra citar as que eu acho que aparecem mais na nossa música. Gosto de outras coisas que não são evidentes para quem ouve, mas para mim, sim. Influências são importantes na formação da identidade de qualquer banda.                      


Como tem sido a recepção de “The Mechanism of Forgotten Ages” mundo afora?

  Paulo- “The Mechanism...” foi lançado a 3 anos, maio de 2016, e acho que foi bem proveitoso para nós, meio que nos trouxe de volta à cena e abriu muitas possibilidades, como conhecer bandas, pessoas e casas onde acabamos tocando eventualmente, fizemos entrevistas bem legais como esta aqui, e isso nos possibilitou mostrar nosso trabalho para bastante gente. Foi bem aceito e acho que o saldo dele é positivo, ouvimos e lemos críticas que na maioria absoluta foram boas , então acho que a missão do EP nesse sentido foi cumprida. Mostrou a intenção musical que temos desde o principio e foi compreendido assim.




Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

    Paulo- Peguei bandas de metal que não tinha dado a devida atenção até então,  como o Gorod, Obscura, banda que o Fernando Palmieri (baixista/vocal) gosta muito mas eu ainda não tinha ouvido com calma, Psycroptic, entre outras, além de coisas que têm pouco a ver com o estilo como Tom Waits, que é algo constante para mim a bastante tempo. Tenho procurado ouvir bandas do Underground brasileiro, e estamos de fato passando por um momento muito produtivo, bandas muito competentes fazendo trabalhos poderosíssimos, com uma qualidade que não deve nada para as bandas gringas.

Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

   Paulo- Temos letras minhas e do Fernando nas nossas músicas, ele escreve letras mais incisivas, algumas baseadas em críticas sociais, contra qualquer tipo de opressão. O gatilho para despertar uma ideia é um livro, um filme, uma música, enfim, isso é muito variado.  Comigo acontece igual, os gatilhos são os mesmos, livros, filmes, etc, também gosto de abordar contra opressões em geral, mas coloco isso de maneira diferente, usando muito mais paralelos para possibilitar dupla, às vezes tripla interpretação. Então nada do que está sendo dito, pode ser lido ao pé da letra. Gosto de ocultismo, e acho que aparece um pouco , mas não na superfície. E a ideia é exatamente essa.

Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apóiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

   Paulo- Muito obrigado, Isaias, pela oportunidade de conversar com você e seus leitores, poder estar em contato com quem acompanha o desenvolvimento do Underground como vocês é sem dúvida um dos maiores benefícios de fazer o que fazemos. Apoiem as bandas, divulguem os trabalhos independentes e reúnam-se, só assim garantiremos o espaço tão importante para todos nós. Um grande abraço a todos os nossos amigos, às bandas com quem tivemos o prazer de dividir o palco, à cada um que como o Blog Questões e Argumentos dá espaço para quem faz música cheia de honestidade e faz as engrenagens continuarem rodando. Tem muita coisa boa e de qualidade acontecendo,e cada  um que se envolve,divulgando, comparecendo a eventos,  comprando material , como quer que seja,  é importante. O Underground não é feito só de bandas.
    Um abraço a todos,  nos vemos nos palcos!








terça-feira, 11 de junho de 2019

Resenha - Vomitile - Pure Eternal Hate (2018) (Satanath Records)



Guitarras de 7 cordas são a melhor invenção da história da musica na minha opinião, aliadas um vocal gutural, um baixo pesado e uma bateria insana, nada supera essa combinação,eu amo a sonoridade de bandas que sabem utilizar isso a serviço do peso e da brutalidade dentro do death metal.

Se você gosta de bandas como Morbid Angel, Behemoth, Vader, Cannibal Corpse, Krisiun, Hate, entre outras bandas que foram responsáveis pela "modernização" do death metal no fim dos anos 90, trazendo uma nova era de brutalidade e grandiosidade dentro do metal extremo, com toda certeza você irá adquirir esse petardo álbum chamado "Pure Eternal Hate" da excelente banda de death metal chamada Vomitile.


Se continuarem nesse caminho, em pouco tempo essa banda figurará entre os grandes do metal extremo mundial, a banda já está mais do que preparada para se tornar um grande nome no underground nos próximos anos.

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sexta-feira, 7 de junho de 2019

Resenha Wrathrone - Reflections of Torment (2018) (Satanath Records)



Grande revelação do death metal finlandês, com certeza uma das melhores bandas finlandesas dos últimos 10 anos, banda que pratica o death metal clássico influenciado principalmente pela cena sueca dos anos 90 e por bandas americanas como o Autopsy, Massacre, Obituary, fortes influências de grindcore de bandas como: Napalm Death, Terrorizer e Brutal Truth também são nítidas nesse grande Opus.

Wrathrone despeja toda a sua fúria sonora nesse magnífico material intitulado "Reflections of Torment", os vocais desse álbum são muito insanos, são viciantes, fazia um bom tempo que um vocalista não me impressionava dessa maneira.


As composições são furiosas, impiedosas, o disco é um verdadeiro furacão de brutalidade sonora, guitarras são cortantes, bateria muito pesada, baixo explodindo os auto falantes, banda indispensável na coleção de qualquer maniaco do death metal.

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quinta-feira, 6 de junho de 2019

Resenha - Excommunicated - Death Devout (2018) (Satanath Records)



Sabe quando você decide prestar uma bela homenagem as suas bandas preferidas, aquelas bandas que fizeram você decidir montar uma banda e fazer aquele som que você tanto ama, é como se você voltasse a ter 15 anos novamente, isso é muito divertido,é sensacional.

Você é um aficcionado no death metal e no grindcore dos anos 90, covers de algumas das suas bandas preferidas estão aqui nesse cd, imagine só uma banda lança um cd com covers muito bem feitos, muito bem executados de bandas lendárias como: Morgoth, Grave, Cannibal Corpse, Pungent Stench, entre outros grandes nomes.




As lendas nunca morrem, grandes bandas merecem ser lembradas por toda a eternidade por seu legado,por sua obra. Excommunicated está de parabéns por tijolada no crânio, se você realmente gosta do som extremo da melhor década de todas, a década de 90, não deixe de conferir esse petardo.

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segunda-feira, 27 de maio de 2019

Resenha - Pánico al Miedo (Formador) (2018) (Satanath Records)



Esse é aquela banda que já chama atenção de cara pela arte da capa, se você olhando essa capa suspeitou ser uma arte do lendário Ed Repka que fez dezenas de capas clássicas do metal mundial, um dos artistas mais respeitados desse genero musical.

Thrash/Death Metal em espanhol, com vocal bem agressivo, bateria muito evidente na gravação, baixo marcando muita presença nos alto falantes, recomendadíssimo para fãs de Sepultura antigo, Testament, Dew Scented, Unleashed, e outros grandes nomes do Thrash/Death mundial.




A produção é muito surpreendente, classe A mesmo, só mostra que essa banda não está de brincadeira, eles sabem exatamente o que querem e onde querem chegar, nível de profissionalismo absurdo, super indicado esse trabalho, tanto pela parte sonora quanto pela fantástica arte da capa, simplesmente sensacional!

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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Resenha - Hekata - Ruin (2018)



Banda que faz um grande death metal/grindcore, para fãs de Misery Index,Immolation, Brutal Truth, e os trabalhos mais recentes do Napalm Death.
A Produção é moderna,atual, clara,nítida, definida, o peso das guitarras é um fator que chama a atenção do ouvinte assim que o cd começa a rolar, bateria e baixo contribuem para esse terremoto sonoro. vocais são grandes destaques, eu particularmente gosto muito dessas combinações de vocais guturais/rasgados, produção digna dos mais renomados produtores do metal extremo mundial, trabalho impressionante feito pelo produtor Serge Ivanov.



É uma banda com muito potencial para ter seu nome cada vez mais presente no underground mundial, pois esse material é muito sólido e de uma qualidade muito acima da média.

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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Resenha – Taiga – Cosmos (Satanath Records) (2017)




A Melancolia, a misantropia, a nostalgia contidas nesse opus são gélidas, aterrorizantes, únicas. Que belas melodias de guitarra e teclado, associadas a todo o desespero e insanidade dos vocais, bateria soa extremamente bem, uma excelente sonorização do timbre da bateria durante as gravações.



Muitas partes de vocal limpo e “faladas” dão um toque poético e misterioso a esse grande álbum.
Para fãs de Graveland, Nocturnal Depression, Mütiilation, Moonblood, Nargaroth, Nokturnal Mortum, Vlad Tepes e outros grandes nomes do black metal mundial.
Ouvir esse álbum observando a natureza ou numa bela noite é muito recomendável.
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terça-feira, 2 de outubro de 2018

Resenha – Kashgar – Kashgar (2016) (Satanath Records)




Grande banda de metal extremo com elementos folk diretamente do Quirguistão, é como uma viagem no tempo,existe toda uma atmosfera épica, gloriosa, oriental, além do tempo em sua majestosa musicalidade.
As guitarras pesadas e certeiras são destaque, carregando também uma grande quantidade de criatividade e harmonia, a bateria muito competente e precisa.



Baixo em muitos momentos lembrando baixo de bandas como Iron Maiden, Black Sabbath, Mercyful Fate, mantendo a tradição e a essência do metal clássico.
Os vocais são como de bandas clássicas do Black Metal dos anos 90 como Rotting Christ, Mortuary Drape, Impaled Nazarene, Marduk, entre outras.
A banda detém muitas influências musicais, nisso faz com que a banda tenha um som muito próprio, é uma grande surpresa essa banda vinda desse país tão inesperado.
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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Resenha – Nadir – The Sixth Extinction (Satanath Records) (2017)




Nadir é uma banda húngara que faz um Death Metal mais moderno, que em muitos momentos pode ser denominado do que se tem chamado na última década de “Deathcore”.  Som polido, muito bem produzido, insanamente pesado, técnico e muito criativo.

Algumas passagens lentas dão uma melodia e harmonias muito interessantes, o álbum surpreenderá o ouvinte várias vezes durante sua audição, sugiro até que se escute mais vezes numa mesma semana para assimila-lo melhor.



As letras são reflexivas, muito inteligentes e questionadoras sobre vários aspectos da existência humana.

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terça-feira, 4 de setembro de 2018

Resenha – Solfernus – Neoantichrist (Satanath Records) (2017)



Black Metal ríspido, direto, sem modismos diretamente da República Tcheca na linha grandes hordas dos anos 90 Impaled Nazarene, Absu, Enthroned, Ancient Rites.

A gravação é muito bem feita, profissional, primeira classe, clássico e moderno, tem uma linha musical definida, porém com muita personalidade própria.

As melodias sombrias e macabras marcam presença nesse glorioso opus, vocais rasgados e insanos dão a direção tenebrosa dessa grande sinfonia maléfica.

Com certeza um dos melhores álbuns do Black Metal europeu lançados no ano de 2017.

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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Resenha – Enoquian – Llamas De Gloria Primera (2017) (Satanath Records)




 

Grande horda de black metal argentina, fazendo uma sonoridade primitiva, crua e infernal, como era feito nos primórdios do estilo nos anos 80/90, com influência clara também do metal brasileiro dos anos 90 como Vulcano e Sarcófago.

 

A atmosfera demoníaca, odiosa e ríspida desse opus é magnânima, é uma verdade experiência satânica, é uma viagem no tempo e além do espaço/tempo, as influências de hordas escandinavas como Darkthrone, Immortal, Gorgoroth e Marduk também marcam presença em sua profana musicalidade.

 

Uma grande saudação as grandes hordas do metal negro sul americano, que a chama negra continue acesa em nossas terras.


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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Resenha – Tyakrah – Wintergedanken (2017) (Satanath Records)


Grande horda alemã, com sua sonoridade gélida, depressiva, crua... Influenciada por grandes hordas dos anos 90 como: Darkthrone, Gorgoroth, Nargaroth, Graveland, Judas Iscariot, Immortal.

Todo o sentimento, toda a melancolia registrada nessa obra, são magníficos, são esplendorosos, harmonias de guitarra que dão todo o toque melódico e marcante deste negro artefato germânico.



A gravação é exatamente o que esse tipo de sonoridade, de intenção musical pede, black metal épico, congelante, atmosférico, recomendável para aqueles que sabem que o espírito underground do black metal dos anos 90 não morreu e nem nunca morrerá.

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terça-feira, 7 de agosto de 2018

Resenha Hak-Ed Damm – Holocaust Over Dresden (2017) (Satanath Records)




Grande horda de Black Metal canadense fortemente influenciada por bandas europeias de black metal dos anos 90 como Dark Funeral, Marduk, Setherial, Enthroned, os vocais tem aquele ódio, desespero típico dos vocais do Dark Funeral dos anos 90, a temática da banda já é mais voltada para temas sobre guerra e história.

A parte instrumental mais influenciada pela fase “Panzer Division Marduk” do Marduk e “Armoured Bestial Hell” do Enthroned, bateria muito insana e brutal.



Black Metal extremo, com personalidade, profissionalismo, ótima qualidade de gravação, sem comprometer a atmosfera que o estilo necessita pra se manter “obscuro” sonoramente.

Recomendadíssimo, foi uma grande surpresa em se tratando de black metal, um dos melhores álbuns que ouvi nos últimos anos.

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terça-feira, 24 de julho de 2018

Resenha – Evil Nerfal – Bellum Est Pater Omnium (2018) (Satanath Records).




Black Metal visceral, ríspido, diretamente da Colômbia, influenciados por bandas como Belphegor, Enthroned, Impaled Nazarene, Marduk, Setherial, Dark Funeral, Arkhon Infaustus, derramam todo o ódio contra o cristianismo em 10 hinos satânicos.

Solos de guitarra muito bem elaborados, melodiosos, calcados em influências do metal clássico dos anos 80, vocais rasgados muito competentes, bateria insana, baixo faz o acompanhamento necessário da escuridão sonora.



Material muito recomendado pra quem sente a nostalgia da época de ouro do black metal dos anos 90, onde o black metal era muito mais autêntico, sincero, obscuro, odioso do que nos dias atuais.

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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Resenha – Bestialord – Law of the Burning (Satanath Records) (2018)




Prepare seu pescoço para o som porrada que o Bestialord produz nesse grande álbum, uma eficiente mistura de Death/Thrash/Doom metal durante a execução deste material.

A gravação é mais típica das gravações do metal dos anos 80, o que eu sempre acho muito bom, acho as gravações dos anos 80/90 muito mais orgânicas, empolgantes e eficazes do que as produções modernas.


Existe toda uma atmosfera mais dark e macabra nesse registro, as guitarras são bem pesadas, os vocais rasgados com muita personalidade, baixo e bateria deixam o álbum mais sólido, refrões que ficarão na sua mente e te obrigarão a ouvir esse cd mais vezes.

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sexta-feira, 13 de julho de 2018

Resenha – Manipulation – The Future of Immortality (Satanath Records) (2017)



Alguns álbuns ditam os novos rumos que determinados estilos musicais tomarão a partir daquele momento, acredito que esse material “The Future of Immortality” carrega essa missão, de trazer novos elementos, produção moderna, técnica musical muito apurada, são alguns dos elementos que criam a monumentalidade sonora da banda Manipulation.

O som futurista não é apenas na musicalidade, mas também em seu conceito lírico traz uma considerável, empolgante e cativante perspectiva do momento atual, do passado e do futuro da humanidade, da mente humana, da ciência, dos paradigmas psicológicos.



O álbum tem tudo para ser um clássico dessa década, que será sem sombra de dúvidas uma forte referência no futuro para o estilo, mantendo a tradição do estilo, mas com olhos atentos para o futuro, um clássico contemporâneo com certeza.

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quinta-feira, 28 de junho de 2018

Resenha – Aksaya – Kepler (Satanath Records) (2016)




Eu costumo dizer que “Apenas a experiência pode explicar a experiência”, é assim que funciona a audição, a viagem sonora que é o Kepler da banda Aksaya, que é um death/black metal francês que mantém a tradição do estilo, mas traz uma gama de possibilidades sonoras mais modernas, é uma verdadeira viagem em outros planos, em outras dimensões, é uma experiência espiritual na escuridão.

Existem diversos climas, atmosferas, harmonias originais e diferenciadas nos aspectos sonoros, melódicos e caóticos da musicalidade artística dessa grande banda, muita criatividade, simplicidade, complexidade, ousadia, tradição, por incrível que pareça convivendo pacificamente no mesmo ambiente sonoro.



As afinações mais baixas, típicas de guitarras de 7 cordas, que na minha opinião são a melhor invenção da história do metal, elas dão o peso descomunal que é encontrado em algumas faixas mais modernas e futuristas, os teclados são a cor, o formato, a coluna vertebral da musicalidade, embora eles não estejam presentes o tempo todo, vocais rasgados influenciados pelas bandas de black metal escandinavas, bateria e baixo são de extrema competência, tudo muito acima da média, assim como é a belíssima capa, e suas letras em francês.

Um dos candidatos a melhor álbum lançado no ano de 2016, extremamente recomendável, beira a perfeição.

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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Resenha – Dark Phantom – Nation of Dogs (Satanath Records) (2016)




Banda cheia de sangue nos olhos no seu death/thrash metal visceral, odioso, desesperado, fora de controle, mas com muita ambição e profissionalismo na produção.

Os riffs de guitarra são mais calcados no Thrash Metal, em muitas partes com melodias de heavy metal tradicional que lembra muitas coisas de bandas como o Judas Priest, e solos com influência do Iron Maiden, Yngwie Malmsteen, Scorpions, entre outros grandes mestres dos primórdios do metal, mas o vocal é absurdamente gutural para fãs de Malevolent Creation, Monstrosity, Vader, os trabalhos de guitarra são um dos maiores destaques desse opus.



As influências musicais do oriente médio também marcam presença por aqui, fato curioso a banda ser do Iraque, uma agradável surpresa musical vinda do oriente médio, cada vez mais bandas vem surpreendendo nossos ouvidos ocidentais, os vocais limpos no estilo Nevermore deixam a cara oriental do álbum mais evidente.

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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Resenha – Suffer Yourself – Ectoplasm (2016) (Satanath Records)




Grande banda de Funeral Doom/Death Metal, com muito peso nas guitarras, baixo e bateria ritmando a escuridão sonora, belíssimos vocais femininos líricos para apreciadores de sopranos, vocais guturais e rasgados marcam presença nessa obra soturna.

As músicas são belíssimas peças para se cultuar a noite, a misantropia, a escuridão, a solidão, será um grande clássico no futuro esse álbum, com certeza, se tivesse saído nos anos 90, hoje seria uma clássico da história do Doom Metal.



As letras são poéticas e de muito bom gosto, toda a produção musical é maravilhosa, toda a harmonia, ritmo, melodias desse grande artefato obscuro vindo diretamente do Leste Europeu, da grande Polônia.

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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Resenha NordWitch - Mørk profeti (Satanath Records) (2016)




NordWicth é uma banda que faz um Death/Black Metal muito preciso, eficaz, eficiente, muito bem composto, tocado e produzido, e com grande influência do Metal dos anos 80 nas guitarras de bandas como Metallica, Queensryche, Iron Maiden, Judas Priest e Yngwie Malmsteen, muitas melodias marcantes, esse cd você vai querer ouvir muitas e muitas vezes.

Vocais rasgados dão uma cara quase de death metal melódico ao material, baixo e bateria dão o peso necessário enquanto as guitarras, teclados e vocais dão a atmosfera e atmosfera.



Para fãs de bandas de black metal escandinavas como Bewitched, Nifelheim, Aura Noir, que tem muitos elementos do metal oitentista em sua sonoridade.

Banda que já começa com um material muito, mais muito acima da média em termos de produção, talento, composição e produção musical, com certeza será um grande nome do metal europeu nos próximos anos.

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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Resenha – Dig Me no Grave – From Past Aeons (2011) (Satanath Records)




Com certeza o Dig me no Grave é uma das melhores bandas de death metal surgidas no mundo nos últimos 10 anos, a combinação entre letras bem feitas lovecraftianas e o peso e a brutalidade do death metal, sempre é bem vinda.

Os riffs são muito cativantes, pesados, sólidos, as guitarras e os vocais guturais se destacam nessa gravação, bateria e baixo cumprem seu papel com uma precisão cirúrgica.



Banda de grande personalidade, originalidade e que vem fazendo um trabalho muito sólido, sincero e verdadeiro dentro do death metal.

Esse relançamento ainda conta com 2 Bonus Tracks Ao vivo: Cosmic Cult e Forbidden.

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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Resenha – Hellcraft – Apotheosis of War (Satanath Records) (2017)




Grande banda de death metal vinda diretamente da Ucrânia, com influências de grandes bandas dos anos 90 como: Sinister, Immolation, Monstrosity, Malevolent Creation, Deicide, entre outros grandes clássicos.

São 8 músicas muito bem trabalhadas, pesadas, rápidas e técnicas, com destaque para a segunda faixa “Apotheosis of War” com participação do lendário "Adrie Kloosterwaard” do Sinister.


As guitarras são bem rápidas e certeiras, sempre lembrando a receita do Malevolent Creation, Sinister, a bateria é bem evidente como era nos clássicos dessas bandas no começo dos anos 90.

O Vocal é tenebroso e o baixo preciso, dando o clima e o peso necessário desse grande trabalho, um dos melhores álbuns de 2017 com certeza.

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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Resenha – Neter – Inferus (Satanath Records) (2018)



As influências da música egípcia e de várias culturas/épocas e regiões do oriente médio, somadas a influência e produção musical no mesmo nível de grandes nomes do metal extremo mundial como Nile, Behemoth, Vader, Hate, Azarath, Maat, Belphegor, Morbid Angel, Krisiun entre outros gigantes da brutalidade ao redor do mundo.

A produção é primorosa, clara e cristalina não devendo nada as produções das grandes bandas, dos grandes produtores e das grandes gravadoras do metal extremo.





As letras são de grande criatividade, de profundo conhecimento das crenças egípcias, do paganismo, do ocultismo, de filosofia, é uma arte muito acima da média do que é feito no underground atual.

Essa é mais uma grande banda que já está pronta para desestruturar os pilares do metal extremo em todo o mundo.

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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Resenha Moribundo – Raiz Amarga (Satanath Records) (2017)




Doom/Death metal espanhol cantado espanhol muito pesado, melancólico, atmosférico para fãs de Katatonia, Tiamat, Amorphis, Sentenced, Incantation, Asphyx, entre outros grandes bandas dos anos 90.

A fúria, o ódio é mesclado com a tristeza, solidão, misantropia nesse opus cavernoso e fúnebre.



Durante a audição desse material você será surpreendido várias vezes com a musicalidade desses espanhóis, é de arrepiar tamanha criatividade e beleza nas composições, os teclados marcam presença dando uma atmosfera inigualável.

Todos os instrumentistas dessa banda são muito talentosos, versáteis e criativos, é uma belíssima peça do metal espanhol, entra pra galeria das minhas bandas preferidas desse maravilhoso país e sua incrível cena metálica.

Adquira esse e outros grandes materiais do underground mundial através do site da Satanath Records:


segunda-feira, 28 de maio de 2018

Resenha – Mouldered – Chronology of a Rotten Mind (Satanath Records) (2017)




A Colômbia com certeza é o país que mais se produz bandas com temática Horror/Gore na América Latina, acredito que boa parte das bandas mais podres desse continente venham desse país.

Você que gosta dos primeiros do Dying Fetus, de Sinister, Malevolent Creation, Monstrosity e Cannibal Corpse com o Chris Barnes no vocal, você não pode mais perder nenhum segundo da sua vida sem ouvir essa banda chamada “Mouldered”.




É muito fudido isso aqui! A banda está de parabéns, espero que em breve essa banda seja grande, que faça grandes turnês no mundo todo, pois profissionalmente falando eles já estão mais que prontos.

Eu estou verdadeiramente viciado nas guitarras desse material, lembram também as guitarras do Aborted, é tudo muito bem tocado, executado, intenso, insano, é de encher os ouvidos do fã de death metal.

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