segunda-feira, 18 de junho de 2018

Resenha NordWitch - Mørk profeti (Satanath Records) (2016)




NordWicth é uma banda que faz um Death/Black Metal muito preciso, eficaz, eficiente, muito bem composto, tocado e produzido, e com grande influência do Metal dos anos 80 nas guitarras de bandas como Metallica, Queensryche, Iron Maiden, Judas Priest e Yngwie Malmsteen, muitas melodias marcantes, esse cd você vai querer ouvir muitas e muitas vezes.

Vocais rasgados dão uma cara quase de death metal melódico ao material, baixo e bateria dão o peso necessário enquanto as guitarras, teclados e vocais dão a atmosfera e atmosfera.



Para fãs de bandas de black metal escandinavas como Bewitched, Nifelheim, Aura Noir, que tem muitos elementos do metal oitentista em sua sonoridade.

Banda que já começa com um material muito, mais muito acima da média em termos de produção, talento, composição e produção musical, com certeza será um grande nome do metal europeu nos próximos anos.

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http://www.satanath.com/

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Resenha – Dig Me no Grave – From Past Aeons (2011) (Satanath Records)




Com certeza o Dig me no Grave é uma das melhores bandas de death metal surgidas no mundo nos últimos 10 anos, a combinação entre letras bem feitas lovecraftianas e o peso e a brutalidade do death metal, sempre é bem vinda.

Os riffs são muito cativantes, pesados, sólidos, as guitarras e os vocais guturais se destacam nessa gravação, bateria e baixo cumprem seu papel com uma precisão cirúrgica.



Banda de grande personalidade, originalidade e que vem fazendo um trabalho muito sólido, sincero e verdadeiro dentro do death metal.

Esse relançamento ainda conta com 2 Bonus Tracks Ao vivo: Cosmic Cult e Forbidden.

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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Resenha – Hellcraft – Apotheosis of War (Satanath Records) (2017)




Grande banda de death metal vinda diretamente da Ucrânia, com influências de grandes bandas dos anos 90 como: Sinister, Immolation, Monstrosity, Malevolent Creation, Deicide, entre outros grandes clássicos.

São 8 músicas muito bem trabalhadas, pesadas, rápidas e técnicas, com destaque para a segunda faixa “Apotheosis of War” com participação do lendário "Adrie Kloosterwaard” do Sinister.


As guitarras são bem rápidas e certeiras, sempre lembrando a receita do Malevolent Creation, Sinister, a bateria é bem evidente como era nos clássicos dessas bandas no começo dos anos 90.

O Vocal é tenebroso e o baixo preciso, dando o clima e o peso necessário desse grande trabalho, um dos melhores álbuns de 2017 com certeza.

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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Resenha – Neter – Inferus (Satanath Records) (2018)



As influências da música egípcia e de várias culturas/épocas e regiões do oriente médio, somadas a influência e produção musical no mesmo nível de grandes nomes do metal extremo mundial como Nile, Behemoth, Vader, Hate, Azarath, Maat, Belphegor, Morbid Angel, Krisiun entre outros gigantes da brutalidade ao redor do mundo.

A produção é primorosa, clara e cristalina não devendo nada as produções das grandes bandas, dos grandes produtores e das grandes gravadoras do metal extremo.





As letras são de grande criatividade, de profundo conhecimento das crenças egípcias, do paganismo, do ocultismo, de filosofia, é uma arte muito acima da média do que é feito no underground atual.

Essa é mais uma grande banda que já está pronta para desestruturar os pilares do metal extremo em todo o mundo.

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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Resenha Moribundo – Raiz Amarga (Satanath Records) (2017)




Doom/Death metal espanhol cantado espanhol muito pesado, melancólico, atmosférico para fãs de Katatonia, Tiamat, Amorphis, Sentenced, Incantation, Asphyx, entre outros grandes bandas dos anos 90.

A fúria, o ódio é mesclado com a tristeza, solidão, misantropia nesse opus cavernoso e fúnebre.



Durante a audição desse material você será surpreendido várias vezes com a musicalidade desses espanhóis, é de arrepiar tamanha criatividade e beleza nas composições, os teclados marcam presença dando uma atmosfera inigualável.

Todos os instrumentistas dessa banda são muito talentosos, versáteis e criativos, é uma belíssima peça do metal espanhol, entra pra galeria das minhas bandas preferidas desse maravilhoso país e sua incrível cena metálica.

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segunda-feira, 28 de maio de 2018

Resenha – Mouldered – Chronology of a Rotten Mind (Satanath Records) (2017)




A Colômbia com certeza é o país que mais se produz bandas com temática Horror/Gore na América Latina, acredito que boa parte das bandas mais podres desse continente venham desse país.

Você que gosta dos primeiros do Dying Fetus, de Sinister, Malevolent Creation, Monstrosity e Cannibal Corpse com o Chris Barnes no vocal, você não pode mais perder nenhum segundo da sua vida sem ouvir essa banda chamada “Mouldered”.




É muito fudido isso aqui! A banda está de parabéns, espero que em breve essa banda seja grande, que faça grandes turnês no mundo todo, pois profissionalmente falando eles já estão mais que prontos.

Eu estou verdadeiramente viciado nas guitarras desse material, lembram também as guitarras do Aborted, é tudo muito bem tocado, executado, intenso, insano, é de encher os ouvidos do fã de death metal.

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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Resenha – Verthebral – Regeneration (Satanath Records) (2017)




Para os fãs de Obituary, Asphyx, Death(até Spiritual Healing), Benediction, Bolt Thrower, é muito recomendável essa banda paraguaia chamada Verthebral.

Riffs insanos que quebraram o seu pescoço e irão explodir seus ouvidos, não deixando nada nem ninguém vivo, muito impiedoso, é pesado como o death metal sempre deveria ser.



Vocal cavernoso típico da América do Sul, a bateria muito semelhante a bateria do Cannibal Corpse, o que é raro de ser, geralmente a banda tem aquela batida mais tradicional típica do metal dos anos 80 ou o blast beast mais rápido e técnico possível.

O álbum é sólido, é mortífero, é das cavernas, primitivo mesmo para os ogros apreciadores da velha escola do death metal do fim dos anos 80 e começo dos anos 90.

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quinta-feira, 24 de maio de 2018

Resenha – Necroheresy – Asylum (Satanath Records) (2017)




Uma grande surpresa vinda da Eslováquia, de uma sonoridade insanamente perversa, obscura, melancólica, misantrópica, pesada, faltam adjetivos para definir essa grande obra, um dos melhores álbuns lançados no mundo todo no ano de 2017 em minha opinião.

É uma produção musical muito clara e definida, mas sem perder o peso, a sujeira, a atmosfera necessária para se ter um grande trabalho dentro do metal extremo.



Um dos grandes desse negro artefato é um cover do glorioso Bathory, do hino “Satan my Master”, que combina muito bem com todo o clima musical dessa obra da escuridão.

Se você gosta de Death/Black/Thrash metal em suas vertentes mais podres, insanas e cavernosas, o Necroheresy é mais que recomendável.

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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Resenha Humanity Zero – Withered in Isolation (2017) (Satanath Records)




Grande banda de Death/Doom Metal diretamente da Grécia, para fãs dos álbuns antigos do Sentenced, Tiamat, Edge of Sanity, Amorphis, Opeth, My Dying Bride, Katatonia, Paradise Lost, entre tantas outras bandas do início dos anos 90.

O Álbum tem toda uma atmosfera fria, melancólica, fúnebre, que vemos cada vez menos na cena underground atual, mas algumas bandas simplesmente resgatam aquele sentimento nostálgico, mágico e único daquela gloriosa época.



Cada nota musical desse artefato é de um belíssimo bom gosto, as letras são verdadeiros cultos ao isolamento e a misantropia.

Todos os intrumentos são muito bem executados, com destaques para a guitarra, teclados e vocais, que dão a maior parte do clima obscuro dessa obra, bateria e baixo cumprem muito bem o seu papel de dar o ritmo cadenciado e lento de grande parte dessas belas composições.

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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Resenha - Conceived by Hate - Death & Beyond (2016) (Satanath Records)




O Conceived by Hate é uma banda de Death/Thrash de El Salvador que faz um som que é um mix de Death/Black e Thrash Metal dos anos 80, para fãs de Sodom, Kreator, Destruction, Assassin, Violent Force, Minotaur, Darkness e de bandas dos anos 90 como Desaster, Nifelheim e Bewitched.

É um resgate ao metal antigo, mas ao mesmo tempo tem uma cara de metal do século XXI, essa fórmula sempre funciona, o que realmente importa é que a banda é do caralho, que é um puta som, se for pra reinventar a roda, que seja algo realmente bom no fim das contas.



Um grande destaque para as passagens de teclado, são o tempero necessário e que dão uma identidade maior musical para a banda.

Prepare as cervejas, os cintos de balas e os spikes e sua jaqueta aborratada de patches para curtir essa grande banda latina.

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terça-feira, 8 de maio de 2018

Resenha - Plasmodium - Entheognosis (2016) (Satanath Records)




Você consegue imaginar uma banda de black metal no estilo das bandas escandinavas dos anos 90, só que com uma forte influência da psicodelia dos anos 60/70 e isso sair algo muito interessante de se ouvir e uma das coisas mais originais dos últimos tempos?




Pode ser difícil de imaginar essa sonoridade, mas foi uma grande surpresa pra mim, essa banda chamada Plasmodium, tente aí imagina uma mistura de Darkthrone, Mayhem, Immortal, Samael, Impaled Nazarene, Satyricon com elementos psicodélicos/progressivos de bandas como Jimi Hendrix, Blue Cheer, Black Sabbath, Pink Floyd, Cream, só que com uma atmosfera muito niilista, misantrópica e obscura.
Há muito tempo não ouvia uma banda tão original e surpreendente, diria que tem alguns elementos góticos/eletrônicos também, mas pode confiar em mim, a mistura é sensacional.
Adquira já a sua cópia e outros grandes materiais do underground mundial através do site da Satanath Records.


quarta-feira, 2 de maio de 2018

Resenha - Cult of the Horns - Chapter I - Domination (2017)



Banda de Death/Black metal profano e cheio de ódio, recomendando para fãs de Belphegor, Arkhon Infaustus, Morbid Angel, Behemoth, Immolation entre outros.


Guitarras muito pesadas típicas do death metal dos anos 90 mas com toda uma atmosfera de black metal, eu diria que esse é o encontro perfeito entre os 2 estilos.

Bateria impiedosa, com uma sonoridade que dá o clima necessário de desespero sonoro, de uma atmosfera cheia de misantropia e ódio.

Os vocais vociferam blasfêmias durante todo esse álbum, que com certeza é um dos melhores vindos da França dos últimos 10 anos, banda que tem tudo para se tornar cada vez mais no underground mundial, fique de olho no Cult of the Horns.


Adquira já a sua cópia e outros grandes materiais do underground mundial, no site da Satanath Records:








terça-feira, 24 de abril de 2018

Resenha - Dig Me no Grave - Immemorial Curse (Satanath Records) (2017)




HP Lovecraft e death metal sempre é uma combinação interessante, é uma viagem cósmica, em se tratando de death metal old school de ótima qualidade, gravação impressiona, conheça essa banda russa chamada Dig me no Grave, que é uma das melhores bandas russas da atualidade.

Com vocais típicos de bandas como Benediction, Autopsy, Sinister e outros gigantes do death metal dos anos 90, bateria precisa, baixo muito presente e guitarras muito, mas muito pesadas, do jeito que o estilo realmente deve ser.




Com algumas pitadas de Doom Metal e grindcore daquela mesma época maravilhosa o começo dos anos 90, também indicado para fãs dos trabalhos antigos de bandas como Amorphis, Katatonia, Napalm Death.

Lançamento do selo russo Satanath Records, adquira já a sua cópia e outros grandes materiais do underground mundial, através do site:

http://www.satanath.com/

Banda: Dig Me No Grave
País: Russia
Selo: Satanath Records
Ano de Lançamento: 2017
Formato: CD(Digipack)










quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Entrevista - Valgrind (Itália)

Uma das melhores, mais barulhentas, pesadas e insanas bandas italianas de todos os tempos, marcam presença aqui no blog, confira a entrevista que fizemos com o lendário Valgrind.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como foi o ano de 2017 para a banda Valgrind e quais são os planos para o futuro? 

Daniele: Obrigado pela entrevista, é um prazer! Foi um ano importante para a banda, tocamos alguns shows matadores, melhoramos nossas performances ao vivo e fizemos novos amigos em toda a Europa! O plano para 2018 é lançar o novo álbum em que estamos trabalhando e divulgá-lo com datas maciças em todos os lugares. Penso que será um ano emocionante.


Quais são suas principais influências musicais?

Daniele: Death Metal do começo dos anos 90 representa a nossa principal fonte de inspiração desde o primeiro dia, mas nossos ouvidos não se limitam a isso. Nós também gostamos de um clássico Heavy Metal e de Progressive Rock, e acho que nosso som reflete o fato de ter essa influência clássica em nossas veias.





Como tem sido a recepção de "Seal of Phobos" mundo afora? 

Daniele: Foi ótima, mesmo que as produções dividissem um pouco a multidão. Considerando que é apenas um Ep, estamos satisfeitos com os resultados e já vimos apenas avaliações positivas. Foi o passo certo antes do lançamento do novo álbum.


Como foi a parceria com o selo "Everlasting Spew Records"?

Daniele: Até agora foi muito boa. Ambas as partes estão fazendo o seu melhor para fazer os progressos necessários. Não posso esperar para ver o que o futuro nos aguarda.


Quais bandas vocês tem ouvido ultimamente?

Daniele: Só posso falar por mim mesmo, é claro. Apreciei muito o mais recente do Dead Congregation e Cruciamentum. Estou aguardando o novo álbum Necrophobic ansiosamente, ouvi algumas amostras e eles estão bem. Outra banda que me impressionou é Horrendous, adoro o álbum "Anareta"!


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Daniele: Principalmente o mundo antigo. Fatos, lendas, mitologia ... é uma fonte interminável de inspiração. No novo álbum, você vai ouvir algum material de ficção científica, escrevi uma pequena novela que compõe uma trilogia baseada em diários estranhos escritos pelo almirante Byrd. Fique atento para descobrir o que eu estou falando sobre ehehe.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Daniele: Muito obrigado! Confira a nossa página do Facebook em www.facebook.com/valgrind e os links da bancamp em www.valgrindband.bandcamp.com e www.everlastingspewrecords.bandcamp.com









sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Entrevista - Pighead (Alemanha)

A Nova geração do Brutal Death Metal alemão continua revelando bandas insanamente brutais, técnicas e pesadas, confira a entrevista que fizemos com a banda Pighead.




Entrevista realizada em 2016.

Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como tem sido o ano de 2016 para a banda e quais são os planos para o futuro?

Pighead: Olá e obrigado por nos entrevistar! O ano de 2016 foi muito bom para nós. Tivemos muitos shows dentro e fora da Alemanha, fomos no nosso primeiro turnê noturna através de grandes partes da Europa (com as bandas Gorgasm, Rectal Smegma e NervoChaos), lançamos um videoclipe e também lançamos nosso último disco "Until All Flesh Decays" via Rising Nemesis Records. Nossos planos para o futuro são mais shows, turnês e compor o próximo album.


Quais são suas principais influências musicais?

Pighead: Em primeiro lugar, claro, os clássicos do Brutal Death Metal, como Suffocation, Devourment, Dying Fetus ... Essas bandas são nossas principais influências. Mas também ouvimos outros tipos de gêneros dentro do metal ou mesmo de estilos completamente diferentes que têm um certo impacto sobre nós de certa forma. Apenas ouça "The Piggrinder" ou "Corrupted" do nosso último álbum e você ouvirá algumas influências mais amplas, mesmo que essas músicas ainda sejam Brutal Death Metal.





Como tem sido a recepção de "Rotten Body Reanimation" mundo afora?

Pighead: Ele divulgou o nome do Pighead em toda a cena do Death Metal e abriu novas possibilidades, como visitar os EUA, a Rússia e muitos países europeus e alguns grandes festivais. As pessoas estão nos dando comentários muito positivos sobre esse álbum, o que é muito gratificante. O mesmo se aplica ao nosso último lançamento.


Como foi a parceria com o selo "Morbid Generation Records"?

Pighead: A MGR fez a distribuição para o nosso primeiro full-length e também lançou o segundo. Foi nosso primeiro selo e eles nos ajudaram a evoluir. Tivemos um grande momento juntos e ainda somos amigos desses caras.


Quais bandas vocês tem ouvido ultimamente?

Conor: Eu principalmente escuto o Death Metal Old School dos anos 90 como Morbid Angel, Suffocation, Malevolent Creation, Immolation e também muitas coisas obscuras e insanas como Cruciamentum, Primitive Man e Ulcerate. Além disso, eu estou no Black Metal, Grind, Hardcore / Beatdown e Irish Folk haha.


Denny: Eu gosto de ouvir tudo o que é insano e / ou brutal.  Dying Fetus, Devourment, Putrid Pile, Insidious Decrepancy/Viral Load, Heinous Killings, Abominable Putridity, Aborted, Exhumed, Plebian Grandstand, Wormrot, Insect Warfare....  ... a lista é quase infinita.


Clemens: Eu ainda ouço regularmente todos os primeiros lançamentos do Unique Leader Records e Unmatched Brutality Records e muito de Grindcore como Discordance Axis, Terrorizer e Assück. Além disso, estive na maior parte ouvindo o dissonant (Death) Metal como Pyrrhon, Coma Cluster Void, Imperial Triumphant e Cleric, John Zorn e Colin Marston, projetos relacionados e muito Fusion. Minha lista de reprodução atual varia de bandas como Abnormal Inhumane, Priapus and Noise Trail Immersion over Exivious and Spiral Architect  para iNFiNiEN, Gary Thomas, Steve Coleman e Coltrane clássico ou Sun Ra para Yugen, Birds & Buildings e volta.


Phil: Eu escuto bandas como: Thy Art Is Murder, Despiced Icon, The Black Dahlia Murder, Emmure, The Ghost Inside, Nasty and Brothers Till We Die  a maior parte do tempo.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Pighead: Obrigado por nos apoiar! Se você curti Brutal Death Metal, confira o nosso último lançamento "Until All Flesh Decays", você irá gostar! Você também pode assistir nosso último vídeo musical aqui:

youtube.com/watch?v=DkZS0NbHVJk

Cheers // Pighead

facebook.com/PigheadOfficial










sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Resenha - Rebel Souls - The Force of Darkness (2017)



Uma fantástica introdução de violão com uma sombria atmosfera dá inicio a esse petardo sonoro da banda Rebel Souls, album intitulado "The Force of Darkness".

Tudo aqui é muito pesado e definido, é uma produção impecável, é extraordinária, tamanho cuidado que a banda teve nesse material.

Death Metal com fortes influências de Thrash Metal, vocais guturais poderosos e certeiros, guitarras muito afiadas e certeiras, elas destruirão seus ouvidos.

Impressionante também o trabalho de baixo e bateria, com muitas partes candenciadas e muitas partes insamente rápidas e técnicas, a sonoridade da bateria é muito boa, com uma admirável ambiência, soando muito impactante porém bastante orgânica.

Adquira a sua cópia o quanto antes! Material recomendadíssimo.

Adquira diretamente com a banda, através da página oficial da banda:

https://www.facebook.com/rebelsouls.deathmetal/

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Entrevista - VHS (Canadá)

Desde o fim dos anos 80 e começo dos anos 90, a temática de filmes de terror combinam muito com o Death Metal, com o Grindcore, bandas como Impetigo, Necrophagia e Mortician, fizeram álbuns lendários seguindo essa receita, confira a entrevista que fizemos com essa excelente banda canadense chamada VHS.



Entrevista: Realizada em 2017.

Saudações Mike, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como foi o ano de 2016 para a banda e quais são os planos para o futuro?

Mike: Ei! Obrigado por nos contactar! 2016 foi um ótimo ano para o VHS. Nós lançamos o nosso album, Screaming Mad Gore, lançamos uma tonelada de merch, muitas excelentes críticas do álbum e, em geral, foi apenas um ano muito produtivo para o VHS. Os planos imediatos para o futuro é terminar o nosso segundo album que será chamado The New Batch e será lançado pelo Rotten Roll Rex em CD algum dia neste verão. Já estivemos em negociações para alguns splits, mas nada que seja sólido neste momento.


Quais são suas principais influências musicais?

Mike: Como um todo, todos nós escutamos muita música diferente, mas as principais influências que fazem do VHS o que é, seriam: Impetigo, Mortician, Exhumed e bandas como DRI, Cryptic Slaughter etc. Necrophagia também é uma grande influência. O VHS basicamente assume a influência de todas as bandas que amei como adolescente, basicamente muito death metal, grindcore e punk.





Como tem sido a recepção de "Screaming Mad Gore" mundo afora?

Mike: A recepção foi incrível. Muitas ótimas críticas e muitas pessoas ao redor do mundo estão realmente curtindo o barulho que estamos fazendo. Eu penso especialmente quando você considera que este é o nosso álbum de estréia que realmente atingiu muitos ouvidos ao redor do mundo. Estamos satisfeitos com a recepção, não esperamos nada disso. Estamos apenas tentando nos divertir e escrever alguma música legal e, se as pessoas gostam, é apenas a cereja no topo do bolo. Vou dizer isso, no entanto, se você gostou do primeiro álbum aguarde até ouvir o álbum # 2! Eu acho que estamos gravando algumas músicas assassinas e vai surpreender muita gente!


Como tem sido a parceria com o selo "Horror Pain Gore Death Productions"?

Mike: Trabalhar com Mike e HPGD tem sido incrível. Ele só lidou com a versão digital do nosso EP e do album, mas no futuro gostaríamos de fazer uma versão física com ele. Nós derrubamos algumas ideias para que vejamos o que acontece no futuro. Mas Mike faz um excelente trabalho com HPGD. Ele libera uma tonelada de coisas incríveis e trabalha duro para suas bandas. Ele fez um excelente trabalho ajudando a espalhar o nome do VHS ao redor do underground e tem sido muito solidário.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Mike: Muitas coisas agora são realmente excelentes. Scorched, Brain Spasm, Human Compost, Smut, Cemetery Lust, Graveyard Ghoul, Cropsy Maniac, Sewercide, Elbow Deep, Pink Mass, Coffin Dust, Organ Trail e muitas outras, Há tanta música assassina acontecendo agora mesmo! Além disso, eu escuto muitas coisas antigas. Eu sempre vou ter pelo menos um ou dois álbuns do Blood Freak no meu carro em qualquer momento.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Mike: Nossas letras são sobre filmes de terror ou clichês de horror. Eles são definitivamente um pouco de coisas que nós gostamos e procuramos nos divertir com a letra. A maioria das bandas de metal são muito sérias, mas nós definitivamente gostamos de se divertir e isso também vem nas letras. Isso não quer dizer que não demoro tempo e escrevo letras de que tenho orgulho, só acontecem de filmes de terror "cheesy" para a maior parte das vezes!


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Mike: Muito obrigado pela entrevista, somos muito gratos! Se alguém quiser entrar em contato conosco ou nos seguir, os links estão abaixo! Felicidades!

www.facebook.com/vhsthunderbay
http://vhshorror.bandcamp.com/
Email: thebeyond13@gmail.com








quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Dakhma (English Interview)

Check out the interview we made with this great, obscure Swiss horde, called Dakhma.




Greetings, thank you for giving this interview to our blog “Questões e Argumentos”, it’s an honor for us make this interview, how has been for you the year 2017? And what are your plans for the future?

Dakhma: 2017 was a busy year for Dakhma, even though we didn’t have any releases come out per se, we were working diligently and in isolation to complete the work for our forthcoming full-length album, “Hamkar Atonement”. In fact, this is how we prefer to operate, as outside influence is mostly a petty distraction that blinds the eyes from what is truly important.

Regarding the future, as mentioned we have completed “Hamkar Atonement”, it’s currently being mastered. The artwork is coming along exactly as it needs to, and will serve as the perfect accompaniment to the music contained on the album. This month of January, however, we have a split cassette coming out through Hammer of Damnation Records with Brazil’s Hammergoat. Our side of the split contains a small preview of the full-length album, an alternative recording to the final track “…Of Great Prophets” that will be exclusive to the split cassette and will not be made available in any other formats.

With that said, we are already in the process of molding new compositions into form…


What are your main musical influences?

Dakhma: I frankly don’t think musical influences are particularly important or interesting, as those are always quite obvious to the listener, particularly in more extreme metal music. So if you don’t mind, I’ll instead briefly talk about the underlying concepts of “Hamkar Atonement”, which are, in my mind, far more conducive to understanding the origins of the music contained therein. On “Hamkar Atonement”, we explore several themes of (what is now basically extinct) Zurvanite Zoroastrianism, in particular creation mythology as well as the demise of Ohrmazd at the hands of his (only in Zurvanite Zoroastrianism) equal twin brother, Angra Mainyu, and various mighty druj. Although these concepts have all but died out in modern day Zoroastrianism, they were pivotal in serving as the inspiration for “Hamkar Atonement”.






How has been the reception of "Astiwihad-Zohr" around the world?

Dakhma: As “Astiwihad-Zohr” was originally released nearly three years ago, I think I’ve been able to gauge the overall reaction, which has been positive or appreciative. Naturally, the furious music contained on “Astiwihad-Zohr” is not easily digestible, sterile, studio-produced manure, so certain people had difficulty understanding the music. Maybe legitimately so, I don’t really care. We make music primarily for ourselves and to honor and explore the concepts of Zoroastrianism that we choose to explore, or rather, that have chosen us. In any case, having now a second member of the band in H.A.T.T., I believe a new era of strength lies ahead for Dakhma, that will surpass our previous creations in scope and quality.

Which bands you have liked to listen nowadays?

Dakhma: I’m not very fond of advertising for stuff I happen to enjoy myself and I’m sure people are more than capable of finding good music themselves (although the search may be arduous at times due to the staggering amount of shit that is seemingly released every day).


What are the main inspirations for the compositions of the band's lyrics?

Dakhma: Overall, we explore religious and ritual concepts in Zoroastrianism. Whereas previous works have been more general in their approach, and therefore perhaps lacking some focus lyrically, I believe we have been able to provide thorough and significant lyrics for “Hamkar Atonement”, which are indeed more significant to understanding the album than any of the music contained on it.


Thank you for the interview, let your conclusions and a message to those who support the band, let your contacts.

Dakhma: Thank you for your interest and your questions.




terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Entrevista - Odium Hominum (Brasil)

Confira a entrevista que fizemos com a banda Odium Hominum uma das melhores bandas de death metal brasileiras da atualidade.



Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2016 para a banda Odium Hominum e quais são os planos para o futuro?

Odium Hominum: Temos planos, de compor novas músicas e fazer um novo Álbum no meio deste ano de 2017, mas pode haver contra-tempos, sabe como é, e estamos divulgando o álbum Omnia Mors Aequat em várias mídias como o Spotify, Itunes, Amazon MP3, para nos tornarmos mais conhecidos no meio do Metal Nacional.


Quais são suas principais influências musicais?

Odium Hominum: A princípio o Odium Hominum tinha uma pegada mais Death/Black, agora com a entrada no novo batera se tornou mais voltado para Death Metal, mas temos influência de Morbid Angel, Kataklysm, Behemoth, Bolt Thrower e por aí vai.




Quais bandas vocês tem ouvido ultimamente?

Odium Hominum: A banda como um todo curte praticamente todos os subgêneros de Metal, gostamos de ouvir tanto algo bem musical como Beyond Creation, Dimmu Borgir, Subliritum até algo mais direto e porrada, como Deicide, Belphegor, Destruction, Kreator.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Odium Hominum: As principais, são os conflitos mundiais, e as consequências que isso trás, um pouco de ocultismo e o nosso pode se dizer "Ateismo", somos contra qualquer tipo de religião.


Como tem sido a recepção de “Omnia Mors Aequat” mundo afora?

Odium Hominum: O público tem curtido bastante, falam que está bem gravado e está com ar de banda gringa, isso nos dá bastante orgulho, mostrando que nós brasileiros conseguimos fazer algo de boa qualidade mesmo que com poucos recursos.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apóiam o trabalho da banda e leitores do blog, deixe seus contatos.


Odium Hominum: Nós só temos à agradecer, sem o público que nos curte a banda já teria morrido, o que nos fortalece são os grandes fãs de Metal e pessoas que batalham para que cena nunca morra, o Odium Hominum estará sempre fazendo um som pesado mesmo que tenha um Headbanger lá batendo cabeça, o que a gente curte, Valeu !!!!







quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Entrevista - Dehumanized Deity (Canadá)

Confira a entrevista que fizemos com essa grande entidade extrema canadense chamada Dehumanized Deity.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Dehumanized Deity e quais são os planos para o futuro?

Rhett Anderson: Obrigado por fazer esta entrevista comigo. Agradeço muito todo o apoio que recebo. 2017 foi um bom ano para mim musicalmente. Lançamos Cemetery Souls, meu terceiro álbum e aquele com o qual estou mais orgulhoso. Eu também estou chegando ao final do processo de composição para um próximo quarto album completo. É uma evolução adicional do meu som que eu acho que começou com Cemetery Souls no início deste ano. 


Quais são suas maiores influências musicais?

Rhett Anderson: Minhas maiores influências atualmente estão mais na veia musical progressista e vanguardista. Bandas como Opeth, Mastodon, Enslaved, Agalloch, Triptykon, Baronesa, Wolves in the Throne Room, Inquistion, Gojira. Eles começaram a desempenhar um papel muito maior na formação de minhas idéias. Admiro bandas que tomam uma fórmula antiga e fazem algo novo e único com ela.


Como tem sido a recepção de "Cemetery Souls" mundo afora?

Rhett Anderson: Esta foi a minha versão mais bem sucedida até à data tanto pessoal como comercialmente. Eu vi muito mais pessoas tomando nota e ajudando a compartilhar e promover o álbum em vários sites em todo o mundo. A maior parte da recepção foi positiva e isso sempre é bom. Você nunca vai agradar a todos, mas se algumas pessoas gostam e se conectem com isso, como eu, isso é ótimo!


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Rhett Anderson: Estive ouvindo muito Agalloch recentemente. Eu acho que eles eram uma banda maravilhosamente talentosa e a música que eles escrevem parece se alinhar com meus próprios pensamentos e idéias. Mastodon e Enslaved também encontraram muito tempo no meu CD player também. Eu também gosto de trocar alguns dos meus discos favoritos do Black Dahlia Murder, Dissection, Behemoth, Burzum, Death, Dark Funeral, Aborted, etc.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Rhett Anderson: Quando comecei, escrevi letras sobre os clichês habituais de death metal como assassinato, morte, política e maldade, mas no meu último álbum Cemetery Souls e no novo que estou escrevendo também, escrevi letras muito pessoais. Eu acho a escuridão no meu coração e na minha vida diária pode ser muito mais assustador e real do que qualquer história composta sobre Satanás. A música sempre foi minha maneira de exorcizar meus demônios e agora as letras também funcionam.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Rhett Anderson: Novo álbum em breve, provavelmente, no início de 2018. Espere que seja um pouco diferente do Cemetery Souls. Mais melódico e thrash. Menos black mais death metal. E a desgraça também se aproxima um pouco. Obrigado por todo o apoio e promoção que eu aprecio tanto. Você pode me encontrar no Facebook ou no SoundCloud e pode verificar minha discografia completa para download gratuito em dehumanizeddeity.bandcamp.com












quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Entrevista - Binah (Inglaterra)

Confira a entrevista que fizemos com essa obscura banda de death metal britânica chamada Binah.



Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Binah e quais são os planos para o futuro?

Binah: Obrigado. 2017 foi ruim e bom, e foi muito rápido. Nossos planos para o futuro são principalmente tentar não ficar muito preocupado com a morte.


Quais são suas principais influências musicais?

Binah: Steely Dan, Scorpions, Joe Satriani (somente a época do "Flying in a Blue Dream" ), Allan Holdsworth, Franco Battiato e Profanatica.


Como tem sido a recepção de "Triad of Plagues" mundo afora?

Binah: Muito receptivo, mas ouvimos que outras pragas foram melhores do que as nossas.


Como tem sido a parceria com o selo "Dark Descent Records"?

Binah: Muito boa

Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Binah: Oranssi Pazuzu, The Cars, Blut Aus Nord e The War on Drugs. E Plastique Noir, de Fortaleza - ótimas músicas.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Binah: Principalmente coisas relacionadas à morte e à morte. Nós podemos ser a banda mais chata que você já entrevistou, desculpe!


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas conclusões finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Binah: Todos estamos correndo contra a morte. Não importa quantas conclusões excelentes e intelectuais nós desenhemos durante nossas vidas, sabemos que elas são todas apenas feitas pelo homem, como Deus. Começo a me perguntar onde tudo leva. O que você pode fazer, exceto fazer o que você pode fazer o melhor que você sabe?

(John Hurt).













sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Entrevista - Lyfordeath (Portugal)

Confira a entrevista que fizemos com uma das mais criativas, originais das bandas portuguesas da atualidade, o Lyfordeath.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-los, como foi o ano de 2016 para a banda Lyfordeath e quais são os planos para o futuro?

Lyfordeath: Antes de mais um muito obrigado à “Questões e Argumentos” pela entrevista e pelo interesse em Lyfordeath. 
O futuro! O futuro de Lyfordeath ira passar agora já em março pelo início de uma longa pausa na qual iremos preparar devidamente o nosso álbum para no final do ano entrarmos em estúdio, iniciando a sua produção. Após isto ainda não temos nada definido, o tempo o dirá.


Quais são suas principais influências musicais?

Lyfordeath:  Os gostos de cada um divergem um pouco, vamos desde bandas como Slayer, Sepultura, Opeth, Septicflesh, Ouroboros, Mudvaine até aos portugueses Moonspell.





Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Lyfordeath: A inspiração vem da miséria em que o mundo se tem tornado, a pobreza de espírito e de mentalidade desta sociedade. Temos optado por letras misantrópicas e com uma mensagem para a sociedade, numa tentativa de alcançar a mente do público e, de certa forma, ajudar a mudar algumas mentalidades. Futuramente as letras irão se manter assim, mas com a adição de um novo elemento na estrutura, no sentido e na história que ambicionamos.


Como tem sido a receção de “Emissary of Death” mundo afora?

Lyfordeath: Apesar de ter sido o nosso primeiro single, que já conta com alguns anos, uma altura em que ainda estávamos muito verdes, foi uma música muito bem recebida e que ainda hoje a comunidade banger gosta de ouvir nos nossos gigs.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Lyfordeath: Ultimamente bandas como Tool, Venial Sin, Wako, Hacride, Angrenost, Violator e Carach Angren.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Lyfordeath: Um muito obrigado à “Questões e Argumentos”, a todo o pessoal que nos vem apoiado ao longo do tempo e a todos aqueles que de uma forma ou de outra vão mantendo a chama do metal viva... Ouçam os nossos mais recentes singles “Silencio” e “Satan”, e visitem a nossa pagina do facebook em www.facebook.com/Lyfordeath.
Continuação do bom trabalho. 









quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Entrevista - Decrepid (Inglaterra)

Decrepid é uma banda furiosa diretamente do Reino Unido, praticando o death metal da velha escola, confira a entrevista que fizemos com o Cristhyano: 





Saudações Cristhyano, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-lo, como foi o ano de 2016 para a banda Decrepid e quais são os planos para o futuro?

Cristhyano Bassan: 2016 foi muito produtivo para banda, realizamos uma turnê no leste/sul europeu, tocamos um mini festival na Alemanha e alguns shows no Reino Unido. Os planos para o futuro no momento é nos concentrar em finalizar a composição do nosso terceiro álbum que será gravado em meados de 2018.


Quais são suas principais influências musicais?

Cristhyano Bassan: As influencias da banda variam muito, mas nos concentramos no old school death metal(Bolt Thrower, Morbid Angel, Deicide...) como principal influencia do Decrepid. Minhas influencias pessoais são muito extensas, desde o clássico Sabbath, Judas e Iron ate o mais sujo Death e Black Metal.




Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Cristhyano Bassan: São vários temas, mas todos tem um foco principal em torno da morte, generalizando seriam temas de guerra, anti-religião, atrocidades, assassinatos, canibalismo e por ai vai!


Como tem sido a recepção de “Osseous Empire” mundo afora?

Cristhyano Bassan: Eu diria que foi muito positiva, tivemos varias resenhas feitas sobre o álbum e nenhuma delas foi ruim, um site americano chegou dar a nota 10/10 para o álbum, nós da banda ficamos felizes com o resultado também, mas sempre nos empurramos para fazermos melhor, e esse e o foco principal para a composição do novo álbum, nunca deixando a crua agressividade de lado.


Como tem sido a parceria com o selo “Xtreem Music”?

Cristhyano Bassan: Desde que entramos no selo as coisas melhoram para a Banda, a Xtreem tem um rede de divulgação muito forte e isso e uma grande ajuda, na nossa próxima turnê em abril faremos alguns shows com outra banda da Xtreem na Itália e Dave Rotten, dono da Xtreem, tem nos ajudado a conseguir algumas datas, nosso próximo álbum também sairá pela Xtreem.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Cristhyano Bassan: Tenho o costume de ouvir sempre as mesmas bandas que ouço desde adolescente que giram em torno dos clássicos death metal do começo dos anos 90, mas para citar algumas bandas novas que ando escutando elas seriam, Dead Congregation, Grond, Thulcandra, Mgla, Bolzer, Cruciamentum... para destacar somente algumas .


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apóiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Cristhyano Bassan: Quero primeiramente agradecer a oportunidade da entrevista, a honra e toda minha, blogs de metal sempre são um grande apoio as bandas underground e consideramos o seu trabalho muito importante. Uma salva a todos os Deathbangers que nos acompanham mundo afora e apoio sempre as bandas undeground. Hail the true death metal!

Decrepid contato: