domingo, 25 de maio de 2014

MEGADETH

Analisando Megadeth - Killing is my Business... and Business is Good (1985)




Falo Hoje sobre o album Primeiro Fazer Megadeth, um álbum de metais lançado Thrash / Speed ​​Pela Combat Records los 1985. Gravado Entre o final de 1984 de e o inicio de 1985.
Não Índigo Ranch Studios, Malibu, Califórnia, com um orçamento inicial de EUA $ 8,000, isso não foi suficiente e receberam mais UCE $ 4.000,00, que foi gasto na sua maior Contradição com Drogas, Álcool e Alimentos, uma decisão não muito inteligente dos caras é claro, o opaco pra piorar uma situação ainda forçou a banda a demitir o produtor inicial, fazendo opaco que uma banda ficasse responsável pela produção, meio pobre, mais ai Opaco está uma graça, muitos materiais clássicos tem uma produção meio limitada, isso os torna únicos.
Dois meses depois de Dave Mustaine ter sido chutado e fazer Metallica, senão tivesse ocorrido a demissão dele, nós.
Não teríamos clássicos como esse, alias ​​tudo que o Megadeth fez até 1990 é perfeito na minha opinião, depois aí já outra história.
Depois de procurar por vocalistas durante um bom tempo, o jeito foi Mustaine com sua voz "diferenciada", assumir vocais da banda.No inicio de 1984 o Megadeth gravou demos três boas demos, chamaram a atenção da gravadora Combat Records.
Álbum esse razoavelmente bem sucedido comercialmente, atingindo a casa de 200.000 cópias vendidas, nada mal, vale a pena conferir esse Clássico.

FAIXAS:

01 - Last Rites / Loved to Death
02 - Killing Is My Business ... E o negocio e bom!
03 - The Skull Beneath the Skin
Estás botas - 04
05 - Rattlehead
06 - Escolhidos
07 - Olhar parágrafo Baixo da Cruz
08 - Mechanix.

Formação Opaco gravou o álbum:

Dave Mustaine - Vocal / Guitarra e Piano
Chris Poland - Guitarra
David Ellefson - Baixo

Gar Samuelson - Bateria.


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quarta-feira, 21 de maio de 2014

METALLICA


Analisando Metallica – Kill ‘em All


Este álbum dá inicio a carreira do Metallica, e também um dos álbuns que deram inicio ao que hoje conhecemos com Thrash metal, inicialmente esse álbum se chamaria “Metal up Your Ass”, mas como volta e meia a censura ataca, o pessoal da Megaforce, achou melhor mudar esse nome e o álbum foi batizado de Kill ‘em All.

A formação que iria gravar esse material era James Hetfield (guitarra/vocal), Lars Ulrich (bateria), Ron McGovney (baixo, Dave Mustaine (guitarra solo, backing vocal), antes da gravação Ron McGovney ficou sabendo que James e Lars pretendiam substituí-lo por Cliff Burton, ele completamente revoltado saiu da banda.

Dave Mustaine foi outro que saiu da banda antes da gravação, ele tinha seus conflitos de personalidade com James, acho que a banda não podia ter 2 pessoas que nem eles na mesma banda, uma vez saíram na porra por causa do cachorro de Mustaine que estava arranhando a pintura do carro de McGovney, Hetfield irritado e bêbado, foi e deu um chute no cachorro.

No fim das contas Mustaine foi creditado como em quatro das dez musicas contidas no álbum, The Four Horsemen, foi composta originalmente por Mustaine e se chamava The Mechanix. Após a saída de Mustaine, para substituir ele foi chamado para a banda Kirk Hammett que veio do Exodus. Um tempinho depois Mustaine incluiu essa musica no álbum Killing Is my Business... And Business is Good, primeiro álbum do Megadeth.

Hetfield e Ulrich alegam que a saída de Mustaine tenha sido pelo seu problema com álcool e drogas.
Esse é com certeza o meu álbum preferido do Metallica, e um dos meus álbuns favoritos de todos os tempos, top 10 da historia do Metal.

Faixas:
01 - Hit the Lights
02 – The Four Horsemen
03 – Motorbreath
04 – Jump in the Fire
05 – (Anesthesia) Pulling Teeth (Instrumental)
06 - Whiplash
07 – Phantom Lord
08 – No Remorse
09 – Seek & Destroy
10 - Metal Militia


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sexta-feira, 2 de maio de 2014

SLAYER

















Analisando Slayer - Show no Mercy (1983)

Álbum de estréia da banda Slayer, lançado em 1983, um dos primeiros e mais influentes álbuns do Thrash metal mundial, um dos melhores debut’s que uma banda pode ter álbum marcante em todos os sentidos.

            Esse álbum difere dos demais da banda por ter a banda com o visual mais agressivo, que serviu de inspiração pra muitas bandas de Black metal que vieram posteriormente e também por ser o único álbum do Slayer em que as guitarras foram gravadas com afinação padrão, outro fator também é que é o álbum onde o Slayer mais aborda temas como magia negra.
            Todo o instrumental nesse álbum é direto, sem frescura, riffs rápidos, vocais desesperados com os gritos agudos característicos de Tom Araya, solos de guitarras vigorosos fortemente influenciados por Iron Maiden, esse álbum foi inicialmente lançado pelo selo underground Metal Blade Records.
           Antes de gravar o álbum a banda estava abrindo o show da banda Bitch, nessa época tocavam muitos covers, incluindo o cover de Phantom of the Opera do Iron Maiden, cover este que chamou a atenção de Brian Slagel, antigo jornalista de musica, que tinha acabado de fundar a Metal Blade Records, nisso ele convidou a banda para participar de uma compilação chamada Metal Massacre III e a banda aceitou a proposta.
          A gravação de Show no mercy foi financiada pela própria banda, juntando o dinheiro que Tom Araya tinha juntado trabalhando como terapeuta respiratório, e com o dinheiro emprestado do pai de Kerry King, em termos de influencias musicais do álbum a própria banda cita como influencia: Venom, Judas Priest, Iron Maiden, Mercyful Fate como influencias principalmente no visual agressivo de Kerry King.
            Gene Hoglan, baterista do Dark Angel gravou os backing vocals na musica “Evil Has no Boundaries”, musica de abertura, junto com os demais músicos e com alguns convidados para dar uma ênfase maior nesse refrão.
          

Faixas:
01-  Evil Has no Boundaries
02-  The Antichrist
03-  Die by the Sword
04-  Fight `Till Death
05-  Metal Storm /Face the Slayer
06-  Black Magic
07-  Tormentor
08-  The Final Command
09-  Crionics
10-  Show no Mercy

Formação:
Tom Araya – Vocal/baixo
Jeff Hanneman – Guitarra base/solo
Kerry King – Guitarra base/solo
Dave Lombardo – Bateria


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