quarta-feira, 30 de maio de 2018

Resenha Moribundo – Raiz Amarga (Satanath Records) (2017)




Doom/Death metal espanhol cantado espanhol muito pesado, melancólico, atmosférico para fãs de Katatonia, Tiamat, Amorphis, Sentenced, Incantation, Asphyx, entre outros grandes bandas dos anos 90.

A fúria, o ódio é mesclado com a tristeza, solidão, misantropia nesse opus cavernoso e fúnebre.



Durante a audição desse material você será surpreendido várias vezes com a musicalidade desses espanhóis, é de arrepiar tamanha criatividade e beleza nas composições, os teclados marcam presença dando uma atmosfera inigualável.

Todos os instrumentistas dessa banda são muito talentosos, versáteis e criativos, é uma belíssima peça do metal espanhol, entra pra galeria das minhas bandas preferidas desse maravilhoso país e sua incrível cena metálica.

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segunda-feira, 28 de maio de 2018

Resenha – Mouldered – Chronology of a Rotten Mind (Satanath Records) (2017)




A Colômbia com certeza é o país que mais se produz bandas com temática Horror/Gore na América Latina, acredito que boa parte das bandas mais podres desse continente venham desse país.

Você que gosta dos primeiros do Dying Fetus, de Sinister, Malevolent Creation, Monstrosity e Cannibal Corpse com o Chris Barnes no vocal, você não pode mais perder nenhum segundo da sua vida sem ouvir essa banda chamada “Mouldered”.




É muito fudido isso aqui! A banda está de parabéns, espero que em breve essa banda seja grande, que faça grandes turnês no mundo todo, pois profissionalmente falando eles já estão mais que prontos.

Eu estou verdadeiramente viciado nas guitarras desse material, lembram também as guitarras do Aborted, é tudo muito bem tocado, executado, intenso, insano, é de encher os ouvidos do fã de death metal.

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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Resenha – Verthebral – Regeneration (Satanath Records) (2017)




Para os fãs de Obituary, Asphyx, Death(até Spiritual Healing), Benediction, Bolt Thrower, é muito recomendável essa banda paraguaia chamada Verthebral.

Riffs insanos que quebraram o seu pescoço e irão explodir seus ouvidos, não deixando nada nem ninguém vivo, muito impiedoso, é pesado como o death metal sempre deveria ser.



Vocal cavernoso típico da América do Sul, a bateria muito semelhante a bateria do Cannibal Corpse, o que é raro de ser, geralmente a banda tem aquela batida mais tradicional típica do metal dos anos 80 ou o blast beast mais rápido e técnico possível.

O álbum é sólido, é mortífero, é das cavernas, primitivo mesmo para os ogros apreciadores da velha escola do death metal do fim dos anos 80 e começo dos anos 90.

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quinta-feira, 24 de maio de 2018

Resenha – Necroheresy – Asylum (Satanath Records) (2017)




Uma grande surpresa vinda da Eslováquia, de uma sonoridade insanamente perversa, obscura, melancólica, misantrópica, pesada, faltam adjetivos para definir essa grande obra, um dos melhores álbuns lançados no mundo todo no ano de 2017 em minha opinião.

É uma produção musical muito clara e definida, mas sem perder o peso, a sujeira, a atmosfera necessária para se ter um grande trabalho dentro do metal extremo.



Um dos grandes desse negro artefato é um cover do glorioso Bathory, do hino “Satan my Master”, que combina muito bem com todo o clima musical dessa obra da escuridão.

Se você gosta de Death/Black/Thrash metal em suas vertentes mais podres, insanas e cavernosas, o Necroheresy é mais que recomendável.

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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Resenha Humanity Zero – Withered in Isolation (2017) (Satanath Records)




Grande banda de Death/Doom Metal diretamente da Grécia, para fãs dos álbuns antigos do Sentenced, Tiamat, Edge of Sanity, Amorphis, Opeth, My Dying Bride, Katatonia, Paradise Lost, entre tantas outras bandas do início dos anos 90.

O Álbum tem toda uma atmosfera fria, melancólica, fúnebre, que vemos cada vez menos na cena underground atual, mas algumas bandas simplesmente resgatam aquele sentimento nostálgico, mágico e único daquela gloriosa época.



Cada nota musical desse artefato é de um belíssimo bom gosto, as letras são verdadeiros cultos ao isolamento e a misantropia.

Todos os intrumentos são muito bem executados, com destaques para a guitarra, teclados e vocais, que dão a maior parte do clima obscuro dessa obra, bateria e baixo cumprem muito bem o seu papel de dar o ritmo cadenciado e lento de grande parte dessas belas composições.

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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Resenha - Conceived by Hate - Death & Beyond (2016) (Satanath Records)




O Conceived by Hate é uma banda de Death/Thrash de El Salvador que faz um som que é um mix de Death/Black e Thrash Metal dos anos 80, para fãs de Sodom, Kreator, Destruction, Assassin, Violent Force, Minotaur, Darkness e de bandas dos anos 90 como Desaster, Nifelheim e Bewitched.

É um resgate ao metal antigo, mas ao mesmo tempo tem uma cara de metal do século XXI, essa fórmula sempre funciona, o que realmente importa é que a banda é do caralho, que é um puta som, se for pra reinventar a roda, que seja algo realmente bom no fim das contas.



Um grande destaque para as passagens de teclado, são o tempero necessário e que dão uma identidade maior musical para a banda.

Prepare as cervejas, os cintos de balas e os spikes e sua jaqueta aborratada de patches para curtir essa grande banda latina.

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terça-feira, 8 de maio de 2018

Resenha - Plasmodium - Entheognosis (2016) (Satanath Records)




Você consegue imaginar uma banda de black metal no estilo das bandas escandinavas dos anos 90, só que com uma forte influência da psicodelia dos anos 60/70 e isso sair algo muito interessante de se ouvir e uma das coisas mais originais dos últimos tempos?




Pode ser difícil de imaginar essa sonoridade, mas foi uma grande surpresa pra mim, essa banda chamada Plasmodium, tente aí imagina uma mistura de Darkthrone, Mayhem, Immortal, Samael, Impaled Nazarene, Satyricon com elementos psicodélicos/progressivos de bandas como Jimi Hendrix, Blue Cheer, Black Sabbath, Pink Floyd, Cream, só que com uma atmosfera muito niilista, misantrópica e obscura.
Há muito tempo não ouvia uma banda tão original e surpreendente, diria que tem alguns elementos góticos/eletrônicos também, mas pode confiar em mim, a mistura é sensacional.
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quarta-feira, 2 de maio de 2018

Resenha - Cult of the Horns - Chapter I - Domination (2017)



Banda de Death/Black metal profano e cheio de ódio, recomendando para fãs de Belphegor, Arkhon Infaustus, Morbid Angel, Behemoth, Immolation entre outros.


Guitarras muito pesadas típicas do death metal dos anos 90 mas com toda uma atmosfera de black metal, eu diria que esse é o encontro perfeito entre os 2 estilos.

Bateria impiedosa, com uma sonoridade que dá o clima necessário de desespero sonoro, de uma atmosfera cheia de misantropia e ódio.

Os vocais vociferam blasfêmias durante todo esse álbum, que com certeza é um dos melhores vindos da França dos últimos 10 anos, banda que tem tudo para se tornar cada vez mais no underground mundial, fique de olho no Cult of the Horns.


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