quinta-feira, 28 de junho de 2018

Resenha – Aksaya – Kepler (Satanath Records) (2016)




Eu costumo dizer que “Apenas a experiência pode explicar a experiência”, é assim que funciona a audição, a viagem sonora que é o Kepler da banda Aksaya, que é um death/black metal francês que mantém a tradição do estilo, mas traz uma gama de possibilidades sonoras mais modernas, é uma verdadeira viagem em outros planos, em outras dimensões, é uma experiência espiritual na escuridão.

Existem diversos climas, atmosferas, harmonias originais e diferenciadas nos aspectos sonoros, melódicos e caóticos da musicalidade artística dessa grande banda, muita criatividade, simplicidade, complexidade, ousadia, tradição, por incrível que pareça convivendo pacificamente no mesmo ambiente sonoro.



As afinações mais baixas, típicas de guitarras de 7 cordas, que na minha opinião são a melhor invenção da história do metal, elas dão o peso descomunal que é encontrado em algumas faixas mais modernas e futuristas, os teclados são a cor, o formato, a coluna vertebral da musicalidade, embora eles não estejam presentes o tempo todo, vocais rasgados influenciados pelas bandas de black metal escandinavas, bateria e baixo são de extrema competência, tudo muito acima da média, assim como é a belíssima capa, e suas letras em francês.

Um dos candidatos a melhor álbum lançado no ano de 2016, extremamente recomendável, beira a perfeição.

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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Resenha – Dark Phantom – Nation of Dogs (Satanath Records) (2016)




Banda cheia de sangue nos olhos no seu death/thrash metal visceral, odioso, desesperado, fora de controle, mas com muita ambição e profissionalismo na produção.

Os riffs de guitarra são mais calcados no Thrash Metal, em muitas partes com melodias de heavy metal tradicional que lembra muitas coisas de bandas como o Judas Priest, e solos com influência do Iron Maiden, Yngwie Malmsteen, Scorpions, entre outros grandes mestres dos primórdios do metal, mas o vocal é absurdamente gutural para fãs de Malevolent Creation, Monstrosity, Vader, os trabalhos de guitarra são um dos maiores destaques desse opus.



As influências musicais do oriente médio também marcam presença por aqui, fato curioso a banda ser do Iraque, uma agradável surpresa musical vinda do oriente médio, cada vez mais bandas vem surpreendendo nossos ouvidos ocidentais, os vocais limpos no estilo Nevermore deixam a cara oriental do álbum mais evidente.

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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Resenha – Suffer Yourself – Ectoplasm (2016) (Satanath Records)




Grande banda de Funeral Doom/Death Metal, com muito peso nas guitarras, baixo e bateria ritmando a escuridão sonora, belíssimos vocais femininos líricos para apreciadores de sopranos, vocais guturais e rasgados marcam presença nessa obra soturna.

As músicas são belíssimas peças para se cultuar a noite, a misantropia, a escuridão, a solidão, será um grande clássico no futuro esse álbum, com certeza, se tivesse saído nos anos 90, hoje seria uma clássico da história do Doom Metal.



As letras são poéticas e de muito bom gosto, toda a produção musical é maravilhosa, toda a harmonia, ritmo, melodias desse grande artefato obscuro vindo diretamente do Leste Europeu, da grande Polônia.

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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Resenha NordWitch - Mørk profeti (Satanath Records) (2016)




NordWicth é uma banda que faz um Death/Black Metal muito preciso, eficaz, eficiente, muito bem composto, tocado e produzido, e com grande influência do Metal dos anos 80 nas guitarras de bandas como Metallica, Queensryche, Iron Maiden, Judas Priest e Yngwie Malmsteen, muitas melodias marcantes, esse cd você vai querer ouvir muitas e muitas vezes.

Vocais rasgados dão uma cara quase de death metal melódico ao material, baixo e bateria dão o peso necessário enquanto as guitarras, teclados e vocais dão a atmosfera e atmosfera.



Para fãs de bandas de black metal escandinavas como Bewitched, Nifelheim, Aura Noir, que tem muitos elementos do metal oitentista em sua sonoridade.

Banda que já começa com um material muito, mais muito acima da média em termos de produção, talento, composição e produção musical, com certeza será um grande nome do metal europeu nos próximos anos.

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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Resenha – Dig Me no Grave – From Past Aeons (2011) (Satanath Records)




Com certeza o Dig me no Grave é uma das melhores bandas de death metal surgidas no mundo nos últimos 10 anos, a combinação entre letras bem feitas lovecraftianas e o peso e a brutalidade do death metal, sempre é bem vinda.

Os riffs são muito cativantes, pesados, sólidos, as guitarras e os vocais guturais se destacam nessa gravação, bateria e baixo cumprem seu papel com uma precisão cirúrgica.



Banda de grande personalidade, originalidade e que vem fazendo um trabalho muito sólido, sincero e verdadeiro dentro do death metal.

Esse relançamento ainda conta com 2 Bonus Tracks Ao vivo: Cosmic Cult e Forbidden.

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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Resenha – Hellcraft – Apotheosis of War (Satanath Records) (2017)




Grande banda de death metal vinda diretamente da Ucrânia, com influências de grandes bandas dos anos 90 como: Sinister, Immolation, Monstrosity, Malevolent Creation, Deicide, entre outros grandes clássicos.

São 8 músicas muito bem trabalhadas, pesadas, rápidas e técnicas, com destaque para a segunda faixa “Apotheosis of War” com participação do lendário "Adrie Kloosterwaard” do Sinister.


As guitarras são bem rápidas e certeiras, sempre lembrando a receita do Malevolent Creation, Sinister, a bateria é bem evidente como era nos clássicos dessas bandas no começo dos anos 90.

O Vocal é tenebroso e o baixo preciso, dando o clima e o peso necessário desse grande trabalho, um dos melhores álbuns de 2017 com certeza.

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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Resenha – Neter – Inferus (Satanath Records) (2018)



As influências da música egípcia e de várias culturas/épocas e regiões do oriente médio, somadas a influência e produção musical no mesmo nível de grandes nomes do metal extremo mundial como Nile, Behemoth, Vader, Hate, Azarath, Maat, Belphegor, Morbid Angel, Krisiun entre outros gigantes da brutalidade ao redor do mundo.

A produção é primorosa, clara e cristalina não devendo nada as produções das grandes bandas, dos grandes produtores e das grandes gravadoras do metal extremo.





As letras são de grande criatividade, de profundo conhecimento das crenças egípcias, do paganismo, do ocultismo, de filosofia, é uma arte muito acima da média do que é feito no underground atual.

Essa é mais uma grande banda que já está pronta para desestruturar os pilares do metal extremo em todo o mundo.

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