quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Entrevista - Dehumanized Deity (Canadá)

Confira a entrevista que fizemos com essa grande entidade extrema canadense chamada Dehumanized Deity.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Dehumanized Deity e quais são os planos para o futuro?

Rhett Anderson: Obrigado por fazer esta entrevista comigo. Agradeço muito todo o apoio que recebo. 2017 foi um bom ano para mim musicalmente. Lançamos Cemetery Souls, meu terceiro álbum e aquele com o qual estou mais orgulhoso. Eu também estou chegando ao final do processo de composição para um próximo quarto album completo. É uma evolução adicional do meu som que eu acho que começou com Cemetery Souls no início deste ano. 


Quais são suas maiores influências musicais?

Rhett Anderson: Minhas maiores influências atualmente estão mais na veia musical progressista e vanguardista. Bandas como Opeth, Mastodon, Enslaved, Agalloch, Triptykon, Baronesa, Wolves in the Throne Room, Inquistion, Gojira. Eles começaram a desempenhar um papel muito maior na formação de minhas idéias. Admiro bandas que tomam uma fórmula antiga e fazem algo novo e único com ela.


Como tem sido a recepção de "Cemetery Souls" mundo afora?

Rhett Anderson: Esta foi a minha versão mais bem sucedida até à data tanto pessoal como comercialmente. Eu vi muito mais pessoas tomando nota e ajudando a compartilhar e promover o álbum em vários sites em todo o mundo. A maior parte da recepção foi positiva e isso sempre é bom. Você nunca vai agradar a todos, mas se algumas pessoas gostam e se conectem com isso, como eu, isso é ótimo!


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Rhett Anderson: Estive ouvindo muito Agalloch recentemente. Eu acho que eles eram uma banda maravilhosamente talentosa e a música que eles escrevem parece se alinhar com meus próprios pensamentos e idéias. Mastodon e Enslaved também encontraram muito tempo no meu CD player também. Eu também gosto de trocar alguns dos meus discos favoritos do Black Dahlia Murder, Dissection, Behemoth, Burzum, Death, Dark Funeral, Aborted, etc.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Rhett Anderson: Quando comecei, escrevi letras sobre os clichês habituais de death metal como assassinato, morte, política e maldade, mas no meu último álbum Cemetery Souls e no novo que estou escrevendo também, escrevi letras muito pessoais. Eu acho a escuridão no meu coração e na minha vida diária pode ser muito mais assustador e real do que qualquer história composta sobre Satanás. A música sempre foi minha maneira de exorcizar meus demônios e agora as letras também funcionam.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Rhett Anderson: Novo álbum em breve, provavelmente, no início de 2018. Espere que seja um pouco diferente do Cemetery Souls. Mais melódico e thrash. Menos black mais death metal. E a desgraça também se aproxima um pouco. Obrigado por todo o apoio e promoção que eu aprecio tanto. Você pode me encontrar no Facebook ou no SoundCloud e pode verificar minha discografia completa para download gratuito em dehumanizeddeity.bandcamp.com












quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Entrevista - Binah (Inglaterra)

Confira a entrevista que fizemos com essa obscura banda de death metal britânica chamada Binah.



Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog "Questões e Argumentos", é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2017 para a banda Binah e quais são os planos para o futuro?

Binah: Obrigado. 2017 foi ruim e bom, e foi muito rápido. Nossos planos para o futuro são principalmente tentar não ficar muito preocupado com a morte.


Quais são suas principais influências musicais?

Binah: Steely Dan, Scorpions, Joe Satriani (somente a época do "Flying in a Blue Dream" ), Allan Holdsworth, Franco Battiato e Profanatica.


Como tem sido a recepção de "Triad of Plagues" mundo afora?

Binah: Muito receptivo, mas ouvimos que outras pragas foram melhores do que as nossas.


Como tem sido a parceria com o selo "Dark Descent Records"?

Binah: Muito boa

Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Binah: Oranssi Pazuzu, The Cars, Blut Aus Nord e The War on Drugs. E Plastique Noir, de Fortaleza - ótimas músicas.


Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Binah: Principalmente coisas relacionadas à morte e à morte. Nós podemos ser a banda mais chata que você já entrevistou, desculpe!


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas conclusões finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Binah: Todos estamos correndo contra a morte. Não importa quantas conclusões excelentes e intelectuais nós desenhemos durante nossas vidas, sabemos que elas são todas apenas feitas pelo homem, como Deus. Começo a me perguntar onde tudo leva. O que você pode fazer, exceto fazer o que você pode fazer o melhor que você sabe?

(John Hurt).













sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Entrevista - Lyfordeath (Portugal)

Confira a entrevista que fizemos com uma das mais criativas, originais das bandas portuguesas da atualidade, o Lyfordeath.




Saudações, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-los, como foi o ano de 2016 para a banda Lyfordeath e quais são os planos para o futuro?

Lyfordeath: Antes de mais um muito obrigado à “Questões e Argumentos” pela entrevista e pelo interesse em Lyfordeath. 
O futuro! O futuro de Lyfordeath ira passar agora já em março pelo início de uma longa pausa na qual iremos preparar devidamente o nosso álbum para no final do ano entrarmos em estúdio, iniciando a sua produção. Após isto ainda não temos nada definido, o tempo o dirá.


Quais são suas principais influências musicais?

Lyfordeath:  Os gostos de cada um divergem um pouco, vamos desde bandas como Slayer, Sepultura, Opeth, Septicflesh, Ouroboros, Mudvaine até aos portugueses Moonspell.





Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Lyfordeath: A inspiração vem da miséria em que o mundo se tem tornado, a pobreza de espírito e de mentalidade desta sociedade. Temos optado por letras misantrópicas e com uma mensagem para a sociedade, numa tentativa de alcançar a mente do público e, de certa forma, ajudar a mudar algumas mentalidades. Futuramente as letras irão se manter assim, mas com a adição de um novo elemento na estrutura, no sentido e na história que ambicionamos.


Como tem sido a receção de “Emissary of Death” mundo afora?

Lyfordeath: Apesar de ter sido o nosso primeiro single, que já conta com alguns anos, uma altura em que ainda estávamos muito verdes, foi uma música muito bem recebida e que ainda hoje a comunidade banger gosta de ouvir nos nossos gigs.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Lyfordeath: Ultimamente bandas como Tool, Venial Sin, Wako, Hacride, Angrenost, Violator e Carach Angren.


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apoiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Lyfordeath: Um muito obrigado à “Questões e Argumentos”, a todo o pessoal que nos vem apoiado ao longo do tempo e a todos aqueles que de uma forma ou de outra vão mantendo a chama do metal viva... Ouçam os nossos mais recentes singles “Silencio” e “Satan”, e visitem a nossa pagina do facebook em www.facebook.com/Lyfordeath.
Continuação do bom trabalho. 









quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Entrevista - Decrepid (Inglaterra)

Decrepid é uma banda furiosa diretamente do Reino Unido, praticando o death metal da velha escola, confira a entrevista que fizemos com o Cristhyano: 





Saudações Cristhyano, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e Argumentos”, é uma honra entrevista-lo, como foi o ano de 2016 para a banda Decrepid e quais são os planos para o futuro?

Cristhyano Bassan: 2016 foi muito produtivo para banda, realizamos uma turnê no leste/sul europeu, tocamos um mini festival na Alemanha e alguns shows no Reino Unido. Os planos para o futuro no momento é nos concentrar em finalizar a composição do nosso terceiro álbum que será gravado em meados de 2018.


Quais são suas principais influências musicais?

Cristhyano Bassan: As influencias da banda variam muito, mas nos concentramos no old school death metal(Bolt Thrower, Morbid Angel, Deicide...) como principal influencia do Decrepid. Minhas influencias pessoais são muito extensas, desde o clássico Sabbath, Judas e Iron ate o mais sujo Death e Black Metal.




Quais são as principais inspirações para as composições das letras da banda?

Cristhyano Bassan: São vários temas, mas todos tem um foco principal em torno da morte, generalizando seriam temas de guerra, anti-religião, atrocidades, assassinatos, canibalismo e por ai vai!


Como tem sido a recepção de “Osseous Empire” mundo afora?

Cristhyano Bassan: Eu diria que foi muito positiva, tivemos varias resenhas feitas sobre o álbum e nenhuma delas foi ruim, um site americano chegou dar a nota 10/10 para o álbum, nós da banda ficamos felizes com o resultado também, mas sempre nos empurramos para fazermos melhor, e esse e o foco principal para a composição do novo álbum, nunca deixando a crua agressividade de lado.


Como tem sido a parceria com o selo “Xtreem Music”?

Cristhyano Bassan: Desde que entramos no selo as coisas melhoram para a Banda, a Xtreem tem um rede de divulgação muito forte e isso e uma grande ajuda, na nossa próxima turnê em abril faremos alguns shows com outra banda da Xtreem na Itália e Dave Rotten, dono da Xtreem, tem nos ajudado a conseguir algumas datas, nosso próximo álbum também sairá pela Xtreem.


Quais bandas você tem ouvido ultimamente?

Cristhyano Bassan: Tenho o costume de ouvir sempre as mesmas bandas que ouço desde adolescente que giram em torno dos clássicos death metal do começo dos anos 90, mas para citar algumas bandas novas que ando escutando elas seriam, Dead Congregation, Grond, Thulcandra, Mgla, Bolzer, Cruciamentum... para destacar somente algumas .


Muito obrigado pela entrevista, deixe suas considerações finais e um recado para aqueles que apóiam a banda e leitores do blog, deixe seus contatos.

Cristhyano Bassan: Quero primeiramente agradecer a oportunidade da entrevista, a honra e toda minha, blogs de metal sempre são um grande apoio as bandas underground e consideramos o seu trabalho muito importante. Uma salva a todos os Deathbangers que nos acompanham mundo afora e apoio sempre as bandas undeground. Hail the true death metal!

Decrepid contato: